Renato Janine Ribeiro
Bolsista PQ-1A/CNPq
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e-mail: rjanine@usp.br |
Histórico Acadêmico
- 1993 Professor Titular da disciplina de Ética e Filosofia Política pela Universidade de São Paulo
- 1991 Livre-docência pela Universidade de São Paulo
Título do trabalho: Ensaios antigos - 1993 Pós-Doutorado pela British Library, Grã-Bretanha
- 1984 Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo
Orientador: Luiz Roberto Salinas Fortes
Título: Ao leitor sem medo - Hobbes escrevendo contra o seu tempo - 1973 Mestrado em Filosofia pela Universite de Paris I (Pantheon-Sorbonne), França
Orientador: Pierre Burgelin
Título: La notion de souverain chez Thomas Hobbes - 1971 Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo
Linha de pesquisa
Ética e Filosofia Política
Pesquisa em desenvolvimento
Avaliação e Democracia
Resumo: A avaliação dos programas de pós-graduação do Brasil, trabalho que dirigiu de abril de 2004 a outubro de 2008 como diretor de Avaliação da Fundação Capes, implica a seu ver que mérito e democracia não se oponham, desde que se entenda que a democracia se dá no horizonte do poder popular eleito (o Estado) e o mérito no plano dos meios pelos quais esse poder se torna eficiente numa região do poder, a saber, a do ensino superior pós-graduado. O projeto procura assim articular dois princípios que têm sido vistos como antagônicos, o da democracia e o da qualidade, antagonismo esse que causou prejuízos à vida acadêmica nos anos anteriores.A cultura pela cultura
Resumo: Trata-se de destilar o que é a cultura social e política de nosso tempo mediante o exame de sua cultura, quer de elite, quer de massas, em especial nos significantes que mais chamam a atenção. Assim, estudaremos Cinderela e Mogli, de Disney, a astrologia, quando se torna junguiana, romances de Agatha Christie, Fellini e o espiritismo, Guimarães Rosa. O objetivo não é tratar dessas obras em si mesmas, mas como significantes poderosos de nosso tempo. Atualmente, em fase de conclusão, para conversão em livro.Utopia e realismo na leitura da política e da condição humana
Resumo: Analisar duas perspectivas antagônicas na compreensão da política e do humano: primeira, a utópica (Morus, Rousseau, Marx, Wilhelm Reich), que vê todos os males da humanidade como (1) produzidos (2) por uma única causa (geralmente, a propriedade privada) e, portanto, (3) passíveis de serem superados completamente pela mudança nesta causa; segunda, a "realista" (Maquiavel, Hobbes, Nietzsche, Freud), que considera que a condição humana sempre terá inconvenientes e que, tendo-se consciência destes e da impossibilidade da utopia, pelo menos será possível administrá-los e reduzir os danos, sem cair na distopia que seria o indesejável mas inevitável resultado das utopias.
Orientações em andamento
Doutorado
- Maria Luiza Quaresma Tonelli
Judicialização da Política e Democracia: a soberania do povo em questão - Moises Spellmeier
Bolsa
Individuação e imortalidade mnemônica em Hannah Arendt
- Patricia Nakayama
Eloquência e poder (estudo sobre o nascimento da vida política)
Mestrado
- Alexey Dodsworth Magnavita de Carvalho
Sobre Foucault e a identidade homossexual
- Eduardo Borges Leal da Silva
A ruptura com o conceito de “bom governo” em O Príncipe de Maquiavel e a sua aplicação na sociedade moderna brasileira
Últimas publicações
Atualizado em 09/12/2010
