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- Data 02/08/2010
- Estado Amapá
- Cidade Bom Despacho
- Regio
- Conversas
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 40-38 a 53-32
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 0:00:00 a 0:13:32
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 0:53:32 a 1:07:02
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 1:20:40 a 1:34:00
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 1:47:35 a 2:01:57
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 3:32 a 27:05
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 1:21:51 a 1:33:38
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 40:32 a 54:03
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 27:00 a 40:32
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 0 a 13-32 (2)
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 0:54:03 a 1:7:59
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 0:13:32 a 0:27:00
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 1:7:59 a 1:21:51
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 2:01:29 a 2:14:53
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 2:14:53 a 2:28:38
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 0:13:40 a 09:27:30
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 2:01:57 a 2:14:54
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 0:27:05 a 0:40:38
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 1:21:06 a 1:34:09
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 1:34:09 a 1:48:25
- NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 0:00 a 0:13:34
- Conversas
NOVO SHOW DA MANHÃ DIA 02-08-10 do minuto 2:01:29 a 2:14:53
Informante: D. Antónia
INFORMANTE 01:
LOCUTOR: Clédson Jair SEXO: M
LOCALIDADE: Bragança do Pará, Estado do Pará, Brasil.
INFORMANTE 02:
OUVINTE: Silvana Fonteles SEXO: F
LOCALIDADE: Bragança do Pará, Estado do Pará
INFORMANTE 03:
OUVINTE: Lúcia Belém SEXO: F
LOCALIDADE: Bragança do Pará, Estado do Pará, Brasil.
INFORMANTE 04:
OUVINTE: Iracema SEXO: F
LOCALIDADE: Bragança do Pará, Estado do Pará, Brasil.
INFORMANTE 05:
OUVINTE: Carlos Jean SEXO: M
LOCALIDADE: Bragança do Pará, Estado do Pará, Brasil.
INF 1:... da Jurutema.
INF 2: ...isso
INF 1: E a água da Cosampa é legal, não é?
INF 2: Ah, não pra eles é ótima esta água né...
INF 1: {Risos}
INF 2: Tá.
INF 1: Silvana Fonteles...
INF 2: Oi?
INF 1: Como é que está a família toda, querida?
INF 2: Tudo bem.
INF 1: E... e por onde anda a minha querida...?
INF 2: Quem?
INF 1: {Risos}
INF 2: Cê é muito engraçado, né, Cledson?
INF 1: Como é que se chama?
INF 2: Num sei.
INF 1: Ah... eu tenho aqui É a... é a... a... Anéli Cássia não... [como é?]...
INF 2: Hum...
INF 1: ... a outra, como é que se chama?
INF 2: Num sei, sabe que esqueci agora?
INF 1: [Que] não, negativo.
INF 2: Como é?
INF 1: Eh... eu... eu tô procurando aqui na minha lista e eu não tô encontrando.
INF 2: Naiara [Rapaz!]
INF 1: É a Naiara, Naiara. Tá tudo bem com ela?
INF 2: Tudo.
INF 1: Graças a Deus, né?
INF 2: Ela tá trabalhando.
INF 1: Ela tá na luta né, querida?
{Barulho de fundo}
INF 1: {Risos} Quem que tá gritando aí?
INF 2: É a Nicássia...
INF 1: É a Naiara Fanteles.
INF 2: É a Nicássia Fonteles que tá gritando.
INF 1: Pois é, mas ININT eu achei o nome da Naiara aqui.
INF 2: Ah, tá!
INF 1: Tá... Silvana...
INF 2: Cledson?
INF 1: Oi?
INF 2: Roda uma bacana pra mim aí, que domingo foi o meu aniversário?
INF 1: Domingo foi seu aniversário?
INF 2: Isso.
INF 1: E você nem convida pra almoçá, dia primeiro de agosto?
INF 2: Ah, Cledson, eu recebi uma notícia tão triste, a minha tia faleceu!
INF 1: Foi?
INF 2: Não pode fazê nada aqui em casa...
INF 1: Ah! Que pena, né? Uma pena, uma pena... E... eu tô equivocado aqui na minha agenda, viu?
INF 2: Hum- hum...
INF 1: Eu tô mais por fora do que... do que outra coisa, eu tô lendo aqui os aniversariantes do mês de julho e estamos em agosto, né?
INF 2: Isso.
INF 1: Olha só! Eu cometendo o maior equivoco aqui. Mas o mais importante é que eu dediquei a palavra para os meus amigos.
Ouvinte1: Hum... n'é isso?
INF 2: Isso.
INF 1: Silvana?
INF 2: Oi?
INF 1: Qual seria a música, meu bem?
INF 2: Ah... Qualquer uma aí, qualquer uma bacana.
INF 1: Tá bom, então.
INF 2: Se for do Roberto Carlos, melhor ainda.
INF 1: Opa! Daquelas uma... uma bem... uma boa, Não é?
INF 2: Isso.
INF 1: Para meu amigo Netinho Fonseca, uma boa {Risos}.Tchau meu amor tudo de bom.
INF 2: Tchau.
INF 1: Onze e dezessete em Bragança do Pará. Está aqui o ouvinte pra falá comigo, bom dia? Alô? Caiu a ligação? Eh... estou aqui... de fato a minha agenda não, não nega, né? Tá aqui na minha agenda dia cinco de agosto uma... ah... cinco de agosto o falecimento... a data de falecimento do Celso Sarubi no hospital Porto Dias aos cinquenta e um anos no dia cinco de agosto de dois mil e oito, dois anos já, meu amigo. Celso Luis falava agora a pouco ali pá mim: “Rapaz! É... é de causar, assim, um certo impacto na gente uma pessoa que agente tinha assim... uma... uma... uma influência, uma amizade, bem próxima, de repente sai do nosso convívio, né? Para sempre, né?”. Né? Morre e fica só na lembrança e o tempo... o tempo realmente é cruel com a gente viu. O tempo, meu amigo, é cruel... tem ouvinte [J]? Bom dia!
INF 3: Bom dia.
INF 1: Com quem eu falo?
INF 3: Lúcia.
INF 1: Belém, tudo bem?
INF 3: Tudo bom.
INF 1: Lúcia Belém. Vô... vô puxá a... a orea do Fernando Belém.
INF 3: Puxe.
INF 1: Pode puxar?
INF 3: Pode.
INF 1: Vo... vô puxá, viu?
INF 3: Pois pode puxá!
INF 1: Pois... pois... pois quando ele chegá: “mamãe [a senhora] nem sabe, o Cledson puxou minha orelha”.
INF 3: Ele tá te ouvindo.
INF 1: Hein?
INF 3: Tá.
INF 1: Ele tá o quê?
INF 3: Ele tá te ouvindo.
INF 1: E tá te... ele tá me ouvindo?
INF 3: Tá.
INF 1: Pois pode... começa a puxá des... desde agora, viu?
INF 3: Ok...
INF 1: {Risos}. Lúcia valendo a pizza meu bem.
INF 3: Certo.
INF 1: Tá bom?
INF 3: Tá bom.
INF 1: E... e... ôh Lúcia, a... a... água faltando de manhã até mei' dia não dá não, né amiga?
INF 3: Eh! num dá, eu nu.... eu num... eu num uso essa água da Cosampa.
INF 1: Ah... você não usa?
INF 3: Não eu tenho poço.
INF 1: Você tem poço artesiano?
INF 3: Não, não é artesiano... Mas a água é boa.
INF 1: A água boa?
INF 3: É.
INF 1: Ah, tá! Ah, sim, eu conheço o seu poço.
INF 3: I... isso.
INF 1: Você tem... você tem... você tem uma bomba ai, né, Lúcia?
INF 3: Isso, é.
INF 1: Tem uma bomba que puxa a água lá do poço, né?
INF 3: É.
INF 1: Assim é bom demais, né?
INF 3: É bom demais.
INF 1: E não falta água, né?
INF 3: Não.
INF 1: Tá certo. Lúcia Belém você precisa sabê da história dessa moça que mesmo grávida de dois... pá fazê dois meses foi operada porque o médico disse que ela não estava grávida...
INF 3: Ah... tava ouvindo...
INF 1: ...minha amiga uma situação muito triste, olha... E ela está des... desacreditada até da própria família. É triste o... o... o desespero da cidadã aqui na frente, aqui na recepção da Rádio Educadora, o Bahia está lá acompanhando de perto essa situação.
INF 3: Aqui em Bragança aconteceu isso?
INF 1: Aqui em Bragança do Pará
INF 3: Ah...
INF 1: O médico quando operô que viu o... o... o feto, pediu: “Atenção equipe ninguém fala nada”. É... Ah... e... ela perguntô: “que foi doutor” e ele disse: “Não fale nada! Você não pode falar porque você está anestesiada”. Quando o médico viu que tinha cometido um erro gravíssimo! Gravíssimo! São onze e vinte, Lúcia?
INF 3: Oi?
INF 1: Vamos ouvi uma música?
INF 3: Vamos Cledson.
INF 1: E pra quem vai, querida?
INF 3: Eu quero oferecê pro seu Beijamim Belém.
INF 1: Opa!
INF 3: Tá?
INF 1: Aham!
INF 3: Uma música bem assim...
INF 1: Daquela pa... pa agarrá e cherá pelo cangote?
INF 3: É, isso, essa mesmo.
INF 1: {Risos}. E você sabe quem me deu assim uns quato chêro uma manhã dessa?
INF 3: Hum?
INF 1: A Flávia!
INF 3: Foi?
INF 1: Foi! Ali na sopa.
INF 3: Ah, tá!
INF 1: Eu vou lá tomá uma sopa, ela chêga...
INF 3: O cheiro da sopa, né?
INF 1: Ai diz assim: “Ôh... tubarão cheroso”...
INF 3: O chêro da sopa, né?
INF 1: É... é... não. O meu chêro. {Risos}. A sopa por si só já é cherosa e gostosa, né?
INF 3: É, tá...
INF 1: Ma... mas o chêro da... da Flávia é muito bom também. {Risos}.
INF 3: {Risos}. Ok, tá bom.
INF 1: Lúcia, um abraço pra todos de casa...
INF 3: {Risos}. Tá... [Bom dia].
INF 1:... Tchau, minha amiga.
INF 3: Tchau.
INF 1: Onze e vinte e um. Aqui tem aqui na praça das Bandeira tem o... o Bingo... é... é... Sopas e lanches, meu amigo, olha, sopa bacana, tem mocotó, caldo e sopa de carne, né, o cara chega lá e assim: “Me dá um caldo” aí vem assim um ovinho assim, básico... meu amigo, pra tirá uma ressaca uma maravilha. Um abraço ao Bingo e a toda a sua equipe, a Flávia Belém que trabalha lá atendendo muito bem com dignamente o público que frequenta. Alô, Bom dia?
INF 4: Bom dia.
INF 1: Com quem eu falo?
INF 4: Com a Iracema.
INF 1: Ah... que saudade da Iracema.
INF 4: É, então, como foi as férias...?
INF 1: Tudo... tudo bem Iracema?
INF 4: Tudo bem. Como foi as férias?
INF 1: Bem. Graças a Deus!
INF 4: Ah, então tá bom.
INF 1: Foi bom de mais.
INF 4: Tava com saudade... ININT... o mês todinho aí.
INF 1: Cê tava com sa... cê tava com saudade de mim?
INF 4: Ta... da... do seu programa, assim... que você alegra as... as manhã, né?
INF 1: Hum?
INF 4: E aí eu tava com saudade.
INF 1: Mas a saudade era mais de mim ou do programa?
INF 4: Dos dois.
INF 1: {Risos} Tá tudo bem aí por casa?
INF 4: Tá tudo bem, graças a Deus.
INF 1: Opa, que bom. Iracema vai faltá água, você tem poço artesiano em casa?
INF 4: Num tenho não, eu uso o da Cosampa.
INF 1: E aí? Que que cê acha dessa situação?
INF 4: Ah... eu acho um a... um absurdo isso daí. Eu pago 34 reais todo mês.
INF 1: 34?
INF 4: É.
INF 1: E a água não é boa...
INF 4: E a água não é boa, é amarela... é porque eu não tomo também essa água, eu num tomo, né?
INF 1: Aham...
INF 4: [Eu] só uso pra fazê as... as coisas da casa, eu tomo água mineral, {Risos} infelizmente.
INF 1: Você compra água mineral?
INF 4: Compro, todo dia. Eh, eh, acho que é três galão por semana.
INF 1: Meu Deus do céu! Quanto é que tá o galão?
INF 4: Seis.
INF 1: Meia dúzia?
INF 4: Ham-ham.
INF 1: Então digamos que você, três vez seis dezoito, você gasta, é, o quê? É... 36 reais por mês?
INF 4: Exatamente.
INF 1: De água? Ou seja você paga... quanto é que cê paga de água?
INF 4: Da... dos galão?
INF 1: Da... da Cosampa?
INF 4: Da água 34.
INF 1: Ou seja você paga 70 reais?
INF 4: Exatamente.
INF 1: De água?
INF 4: Hum-hum.
INF 1: Tá, tá ruim viu Iracema?
INF 4: Tá ruim.
INF 1: Tá ruim minha amiga... ‘inda mais pa faltá a parte da manhã inteira de sexta feira?
INF 4: Pois é.
INF 1: Num é fácil não. Você acha que a sugestão do cidadão é válida?
INF 4: Co... como assim?
INF 1: A sugestão do cidadão que ligou pra gente é a seguinte: que a... a... o serviço de reparo de... de... de... pra impedir a retirada de vazamento... de... de... deve ser feito pela parte da noite, a partir das dezoito horas.
INF 4: Ah, sim! Eu concordo, pela parte da noite, porque a... assim o dia todo a gente tá usando a água, e tá precisão de água, aí como é que vai fazê?
INF 1: Tá bom então... Meu amor valendo aquela pizza gostosa que você já sabe como é o sabor, num é?
INF 4: Ah... eu já sei já.
INF 1: Opa! e a próxima canção, pra quem vai?
INF 4: Olha! Eu ofereço aqui pra vocês aí da rádio e pro pessoal daqui da minha casa.
INF 1: Tá bom, e aquele chêro no cangote!
INF 4: Tá, pra você também.
INF 1: Tchau. Onze e vinte quatro, onze e vinte quatro em Bragança do Pará, a... a Aninha... irmã do meu amigo Júnior, filha da dona... da dona Maria do Carmo é... é...ela mora aqui na rodovia Bragança Jurutema bem quase em frente ali a... a [STABI] onde funcionava ali a [STABI], né, Aninha, professora, sabe quem é? Vizinha é ma... ma... exatamente ela, ela se diverte quando ela ouve a vinheta: “Cledson Jair, o ébano da comunicação” {Risos} um abraço Dona Maria do Carmo me ouvindo lá... Bom dia?
INF 5: Bom dia.
INF 1: Com quem eu falo?
INF 5: Com Jeam.
INF 1: Oh, Carlos, tudo bem?
INF 5: Beleza
INF 1: Rapá, [coisa] interessante detalhe viu, Jean? É... quando você num já... quando você está assim pessoalmente a sua voz é assim {imitação aguda da voz do ouvinte} ma... mais fina quando tá no telefone {imitação grossa da voz do ouvinte}...
INF 5: {Risos}. É verdade, é?
INF 1: É... já... já percebeu isso aí?
INF 5: É nada ININT...
INF 1: Ôh, Jean?
INF 5: Oi?
INF 1: É verdade aquela história da Roseane Castanha, é verdade é?
INF 5: Rapaz, é verdade.
INF 1: É verdade meu amigo?
INF 5: É...
INF 1: Só que eu não posso contá, né?
INF 5: Com certeza... É segredo de estado...
INF 1: Como é que é?
INF 5: É segredo de estado isso.
INF 1: {Risos}. Ela tá te... te ouvindo lá, meu [amigo].
INF 5: Deve tá, deve tá... gente boa, gente boa... [inclusive] é a patroa.
INF 1: Ela é patroa, né?
INF 5: Com certeza.
INF 1: Gente boa, gente boa, realmente, realmente. Mas, olha, eu fiquei... eu fiquei... eu fiquei assim pensando numa história, uma vez um deputado da região foi falar com o... o governador, né?
INF 5: Hum- hum...
INF 1: E aí ele perguntou assim, o governador perguntô: “E aí meu amigo, como é que tá a zona rural?” Aí o deputado aqui da região disse assim: “Rapaz a zona transferiram lá pro po... po... p'um bairro distante, e a rural eu vendi.”
INF 5: Ah tá... tá, eu entendi!
INF 1: Deu pra entender, né? {Risos}
INF 5: Deu pra entender. {Risos}. Inclusive ela deve tá entendendo também, né.
INF 1: Como é que é?
INF 5: Inclusive ela deve tá entendendo também que ela é ouvinte o seu programa.
INF 1: Carlos Jean?
INF 5: Oi?
INF 1: Meu amigo, que situação da Lei paraense, né?
INF 5: Rapaz, num tem mais lei não [rapaz] isso daí é a gente, nós que somos... é... cidadãos que as vezes pagamos por esses, por esses caras aí.
INF 1: Ham-ham.
INF 5: Que fazem as leis e as leis não foncionam, não... são cumpridas , não são, e...e não são cumpridas na realidade né? É feita as leis só pra gente, pessoas comuns como eles falam, cidadãos que pagam o salário deles é que foncionam as leis, mas pra eles que são beneficiados com nossos impostos e que cometem os crimes, o... o... os roubos aí nos cofres públicos não acontece nada, tudo com eles tem a tal de imunidade parlamentá, imunidade parlamentá tinhamos que tê nós, cidadãos que pagamos imposto e salário dessas... dessas essas pessoas que deveriam tá fora da política mas infelizmente a justiça no... não os condena, né, que acha que não são condenáveis porque cometeram tais crimes e crimes e crimes que já foram até comprovados aí [mas] o que a gente pode fazer, né? Só lamentar, né? Que infelizmente esse aqui é um país de terceiro mundo a... a... e indo pra quarto mundo, né nem de tê... subindo pra segundo mundo não. Infelizmente.
INF 1: E não tem nem projeção, viu?
INF 5: Com certeza.
INF 1: Nem projeção tem.
INF 5: Um país ele tem que ter as leis, funcionar as leis e tem que tê educação séria po povo, infelizmente num tem, né, você vê ai nos anúncio de jornais, televisão cobrando falando a respeito, inclusive você tava falando agora a respeito da merenda escolar, né?
INF 1: Ham-ham.
INF 5: Que pessoas misturam alimentos com... com produtos de limpeza e infelizmente é essa a cultura que nos temos... que foi nos... nos dada e muita gente nunca vai... ININT... a lei, a cultura, a educação, tudo é abaixo da crítica. Tá certo, Carlos Jean?
INF 5: Oi?
INF 1: Você acha que a sugestão de faltar ener... é...é de de faltar água pela parte da noite é mais viável ou cê acha melhor de manhã?
INF 5: Com certeza, né, com certeza... Em Belém funciona dessa maneira, né, muita a... a adutora lá de Belém a maioria do... dos... dos reparos eles vazem pela parte da noite, né.
INF 1: Pois é, aqui em Bragança querem fazer das seis as doze. Va... vai complicar a vida de muita gente, né, de todo mundo...
INF 5: Com certeza.
INF 1: Tá. Carlos Jean?
INF 5: Oi?
INF 1: Meu irmão, valendo aquela pizza que você já conhece o sabor, né?
INF 5: Com certeza. ININT... inclusive. Uma... da... a melhor pizza da cidade de Bragança.
INF 1: É verdade mesmo, é verdade.
INF 5: Com certeza.
INF 1: Valendo a pizza e a próxima canção, pra quem vai, amigo?
INF 5: A próxima canção vai pra minha família, pros meus amigos aqui taxistas e pro povo de Bragança, sofredor mas batalhador que merece coisas melhores e infelizmente num tem, né.
INF 1: Tá certo Jean, brigado pela participação, amigão.
INF 5: Abraço, Tchau.
INF 1: Onze e vinte e oito em Bragança, onze horas e mais vinte e oito minutos... Bom dia meu anjão, tubarão, olha só, tava com saudades beijos pra você quero, ah! Quero... quero concorrer a pizza, roda a música ‘Refrão de bolero’ dos ‘Engenheiros do Havaí’, né... por favor... Ôh, Netinho Saudade rapá, por ali, tudo bem querido? Onde vai ser o final de semana, você ainda tá ainda sondando, né? O [homens] o... o... os homens da... das noites dos finais de semana de Bragança... DJ J. Ribamá, e Netinho Saudade... Refrão de um...
INTERRUP
FICHA TÉCNICA DA TRANSCRIÇÃO
COLETADO POR: Ednalvo Apóstolo Campos & Maria Célia Barros Virgolino Pinto
TRANSCRITO POR: Joaquim Teixeira Chaves Neto
EDITADO E MONITORADO POR: Raquel Silva
SUPERVISÃO TÉCNICA: Francisco João Lopes
COORDENADORAS: Prof. Dra Margarida Taddoni Petter & Prof. Dra Márcia Santos Duarte de Oliveira