IV mini ENAPOL


resumos

GT 15 - Mídia e práxis enunciativa

Maria Lúcia Vissotto Paiva Diniz (coord.)
Práxis Enunciativa no telejornal: tensividade em notícia
Resumo: A práxis enunciativa pode contribuir para a abordagem do telejornal. Conceito melhor explorado pela Semiótica tensiva, ela aborda o sentido não apenas como representação, mas no espaço-tempo mais ou menos tenso e extenso de uma presença. A análise do vídeo de uma matéria elucidará sua construção e pertinência do método.

 

Douglas Vinícius Galan
Os efeitos passionais no jornalismo opinativo
Resumo: A análise busca determinar a concepção sobre a mídia tecida pela jornalista e escritora Marilene Felinto a partir dos textos de sua autoria publicados na revista Caros Amigos. Os elementos presentes na enunciação serão observados na tentativa de investigar como a práxis enunciativa estabelece relações passionais captadas no enunciado.

 

Sarah Caramaschi Degelo
Manipulação no Reality Show Big Brother Brasil III
Resumo: Análise dos contratos e modalizações que estruturam a relação tensiva entre enunciador e enunciatário na construção do processo de manipulação presente no Reality Show Big Brother Brasil III. Identificação dos valores investidos nos objetos e dos efeitos de sentido provocados a partir das marcas que a enunciação imprime no enunciado.

 

Jaqueline Esther Schiavoni
O papel da vinheta nos telejornais
Resumo: As vinhetas podem desempenhar um papel meramente estético como também possuir uma significação, relacionando-se ao conteúdo da mensagem (em nosso caso, os telejornais). O intuito deste trabalho é destacar as figuras e os temas apresentados nas vinhetas de abertura dos telelejornais "Cidade Alerta", "Jornal da Record" e "Edição de Notícias".

 

Juliano José De Araújo
Telejornal, informação e presença: Mcluhan e Zilberberg
Resumo: A informação no telejornal será analisada em sua dimensão passional. A tese "o meio é a mensagem", de Marshall McLuhan, será semiotizada com o conceito de práxis enunciativa, da Semiótica tensiva, a partir dos estudos de Claude Zilberberg, para discutir o papel do telejornal como extensão de nossos sentidos.

 

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