Artigos

  • Fragmentariedade e desconstrução do sujeito no Livro do Desassossego
    Este ensaio visa dialogar a noção de jogos de palavrar pensada a partir do Livro do desassossego, com os jogos de linguagem de Wittgenstein, trabalhando as noções fragmentárias do livro, do sujeito, da realidade e da linguagem etc.
    Alexandre Oliveira de Souza - USP e-mail
  • O Diabo em A Relíquia (Eça de Queirós)
    O diabo é uma personagem constante, porém pouco analisada, nos escritos de Eça de Queirós. Neste trabalho, volveremos nosso olhar para uma dessas figurações do “anjo decaído”, a atuação do diabo em um trecho do segundo capítulo de A relíquia.
    Antonio Augusto Nery - USP e-mail
  • Sonho, mito e escritura em Ana Hatherly
    Ana Hatherly é um dos nomes mais expressivos da poesia experimental portuguesa da década de 1960. Em Anacrusa, a autora trabalha criativamente com as formas narrativas e códigos de imaginário do sonho e do mito, relacionando-os com as poéticas de vanguarda e com a linguagem do cinema...
    Claudio Daniel - USP e-mail
  • A desconstrução do eu em Fernando Pessoa
    A presente contempla a desconstrução do eu em Fernando Pessoa, autor de um silêncio sussurrante, olhar desassossegante de alguém que buscou explicar as questões tangentes de sua época. A mesma propõe um diálogo com a poética de um de seus heterônimos mais perturbados: Álvaro de Campos.
    Cristiane Prando Martini Simeoni - USP e-mail
  • O humilde sublime em Vitorino Nemésio
    Pretendemos identificar os casos em que o autor de Sapateia açoriana expressa, como matéria poética, sua especial compaixão à gente humilde.
    Denílson Luís dos Santos Moreira - USP e-mail
  • As relações culturais e literárias luso-brasileiras em revista: a importância de Carlos Malheiro Dias e sua Ilustração Portuguesa (1903-1930)
    Neste trabalho objetivamos divulgar alguns dados acerca da revista Ilustração Portuguesa e a importância do jornalista lusitano Carlos Malheiro Dias como elemento fundamental e fomentador da cultura portuguesa em periódicos luso-brasileiros no início do século XX, apesar da delicada relação entre Brasil e Portugal nesse período Pré-Moderno.
    Fernanda Suely Müller - USP e-mail
  • Considerações sobre a transmissão de textos latinos em língua vulgar portuguesa nos séculos XV e XVI
    Em Portugal, desde pelos menos o século XV há considerável interesse em vulgarizar textos antigos, sobretudo os tratados morais de Cícero. Em diversos documentos encontramos as dificuldades dos letrados em face dos textos antigos. Apesar disso, o proveito das matérias das auctoritates greco-latinas os impele a publicarem suas vulgarizações.
    Flávio Antonio Fernandes Reis - USP e-mail
  • Crises e violência: as diferentes perspectivas da masculinidade em Santareno
    O objetivo deste trabalho é mapear as relações de gênero e suas interfaces com a crise da masculinidade e o processo de constituição das identidades de gênero...
    Francisco Maciel Silveira Filho - USP e-mail
  • O homem a deriva: uma leitura da cidade e do espaço marítimo no poema "Marinheiro sem mar"
    O presente estudo traz uma leitura da relação de oposição entre os espaços urbano e marítimo no poema Marinheiro sem Mar. O conceito que Octávio Paz chama de “identidade dos contrários” rege a análise sob dois aspetos: a dualidade das imagens e a alternância e instabilidade rítmicas.
    Gabriela Potti - USP e-mail
  • Eça de Queirós e o capítulo 19 de Mímesis
    Auerbach em sua obra mais conhecida, Mimesis, estabelece que a grande contribuição da escola Realista do século XIX foi ter dado voz ao proletariado em seus romances, ao representar de forma séria a sua vida e seus sofrimentos. Eça de Queirós, assim como Machado de Assis, não fez isso em seus romances. Seria o escritor português um realista “falhado”?
    José Carlos Siqueira de Souza - USP e-mail
  • Os manuais dos inquisidores: uma leitura comparativa entre a inquisição e o salazarisamo
    O artigo compara os títulos O Manual dos Inquisidores (1376), de Nicolau Eymerich e O Manual dos Inquisidores (1998), de António Lobo Antunes, mostrando algumas similaridades entre a ação do Santo Ofício da Inquisição e a ditadura salazarista figurada no romance).
    José Luciano de Melo - USP e-mail
  • Identidade e autoria no romance Manta do soldado, de Lídia Jorge
    Este trabalho visa apresentar o papel relevante da escrita e do discurso oral no processo de gestação de um sujeito e de um autor no romance A manta do soldado, de Lídia Jorge...
    Juliana de Campos Florentino - USP e-mail
  • O olhar camiliano sobre o contexto literário oitocentista: metalinguagem e paródia em O que fazem mulheres
    Tendo vivido durante o apogeu do Romantismo, seguido do Realismo, Camilo Castelo Branco não poderia deixar de revelar um olhar crítico perante seu contexto literário. No romance O que fazem mulheres (1858)...
    Luciene Marie Pavanelo - USP e-mail
  • A educação portuguesa através do monólogo de Eça de Queirós
    Este trabalho se propõe a observar como Eça de Queirós registra seu contributo ao discursar sobre o novo estilo literário e, em seguida disponibiliza n’As farpas as suas críticas à educação portuguesa.
    Marcio Jean Fialho de Sousa - USP e-mail
  • Rede de enganos
    O presente ensaio coteja a obra Alves & cia, de Eça de Queirós, e a peça Viva o casamento!, de Fernando Gomes, em busca de captar a importância da intertextualidade como forma de atualização e acréscimo no que tange a representação da identidade portuguesa.
    Maura Böttcher Curvello - USP e-mail
  • Camilo e Proust: aproximações
    Este artigo tem por objetivo mostrar as possíveis similaridades que tocam a obra de Camilo Castelo Branco e Marcel Proust, particularmente no que concerne à concepção de romance e/ou literatura.
    Moizeis Sobreira de Sousa - USP e-mail
  • O espaço da ternura em As Naus, de Lobo Antunes
    Este trabalho pretende analisar de que forma se introduz, numa narrativa tipicamente pós-moderna e caótica como As naus, do escritor português Antonio Lobo Antunes, a questão da ternura...
    Orivaldo Rocha da Silva - USP e-mail
  • A meta(persona) em Fernando Pessoa
    Este texto visa discutir como a identidade do eu-lírico se coaduna com o próprio trabalho metalingüístico na obra de Fernando Pessoa e seus heterônimos.
    Rogério Caetano de Almeida - USP e-mail
  • A Viagem pela barca de pedra
    O presente artigo trata do tema da viagem em A Jangada de Pedra, de José Saramago, tendo como base o ensaio de Octávio Ianni, “A metáfora da Viagem”.
    Ronaldo Ventura Souza - USP e-mail
  • Almeida Garret, um autor engajado
    O presente artigo tem como objetivo descortinar a produção literária de Almeida Garrett, em especial a dramática, com o fito de mostrar o amadurecimento de um claro projeto literário tendo como ponto norteador a idéia de um teatro didático e a releitura do presente português à luz alegórica do passado.
    Edson Santos Silva e Wilma Rigolon - USP
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