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Universidade de São PauloFaculdade de Filosofia, Letras e Ciências HumanasDepartamento de SociologiaPrograma de Pós-Graduação em Sociologia |
Introdução
O Curso de Pós-Graduação em Sociologia é um programa desenvolvido pelo Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo.
Iniciou suas atividades, no atual formato, em 1971, formando alunos nos níveis de Mestrado e de Doutorado. Entretanto, o Curso é herdeiro de uma longa tradição que remonta às antigas Cadeiras de Sociologia. Estas começaram a outorgar títulos de Mestre e Doutor na disciplina desde 1945. Com efeito, neste ano doutoraram-se dois orientandos do Prof. Roger Bastide, membro da Missão Francesa que participou da formação da Universidade de São Paulo a partir de 1934. O primeiro título de Mestre foi obtido em 1953 por Fernando Henrique Cardoso, sob orientação do Prof. Florestan Fernandes.
Considerado todo o seu período de funcionamento, desde 1945 até junho de 2002, foram formados 329 Mestres e 369 Doutores pelo Departamento de Sociologia – aí compreendidas os resultantes do trabalho da Cadeira e da Área de Sociologia que o antecederam.
Desde que se iniciou o processo de avaliação da pós-graduação brasileira pela CAPES, o Curso de Pós-Graduação em Sociologia da USP tem recebido o conceito A. Seus professores formam o maior contingente de pesquisadores com o mais alto posto de classificação de pesquisadores do CNPq nas áreas das Ciências Sociais, no País, e seus ex-alunos estão presentes na maioria das universidades e instituições de pesquisa brasileiras.
Estes resultados
fizeram do Curso de Pós-Graduação em Sociologia da
USP um núcleo formador de quadros docentes e de pesquisadores para
as universidades brasileiras, tendo possibilitado a criação
de outros centros de pós-graduação no país.
Organização e Orientação Acadêmica
O objetivo central do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP é o de formar pesquisadores científicos e não meros repetidores de saber acumulado. Tendo isso em vista, a formação de mestres e doutores envolve a realização de disciplinas, de seminários e de pesquisa e ocorre sob a orientação dos professores do Curso.
Na formação dos estudantes, a prioridade básica é o desenvolvimento de investigações que lhes permitam redigir os trabalhos necessários à obtenção de títulos de Mestre e Doutor.
Tendo isso em vista, exige-se dos alunos a realização de quatro disciplinas no Mestrado e duas no Doutorado. Embora este número de disciplinas não seja tão extenso quanto em outros programas pós-graduação, ele é adequado, porque os alunos ingressantes provém de cursos de graduação em Ciências Sociais em que já recebem formação profissional. Este é o caso do Curso de Ciências Sociais da USP e de outros similares. Assim, as disciplinas de pós-graduação visam ampliar e aprofundar a formação profissional dos alunos. Não tem, pois, como objetivo suprir tarefas que já são em grande parte realizadas pelo curso de graduação em Ciências Sociais. Caso o estudante admitido no Programa de Pós-Graduação apresentar falhas localizadas de formação básica, o seu professor-orientador determina que realize um certo número de disciplinas de graduação para suprir as deficiências.
As disciplinas são eletivas, de modo que o estudante – com a ajuda do seu orientador -- pode compor livremente o elenco das que vai assistir, o que permite ajustá-lo às necessidades da pesquisa que realiza. Em geral o Curso de Pós-Graduação oferece entre cinco e oito disciplinas por semestre, cobrindo temas bem diversificados, de acordo com as linhas de pesquisa desenvolvidas pelos professores do Programa, o que permite um atendimento bastante razoável dos interesses dos alunos. De qualquer modo, caso os estudantes e seus orientadores assim o desejarem, o Programa aceita créditos obtidos de disciplinas oferecidas por outros Programas de Pós-Graduação, dentro da Universidade de São Paulo ou mesmo em outras universidades pertencentes ao sistema público do Estado de São Paulo.
Embora o número de disciplinas obrigatórias não seja elevado, cada uma delas costuma exigir bastante esforço dos estudantes. Esforço que decorre não só do volume de leituras exigido mas também do tratamento fortemente teórico que se dá, de modo geral, mesmo às disciplinas que versam sobre temas substantivos. Os resultados dessas exigências têm sido bastante positivos, haja visto o número importante de trabalhos de aproveitamento de disciplinas que tem sido publicados em revistas acadêmicas.
Além das disciplinas, o Programa de Pós-Graduação oferece aos estudantes Seminários Temáticos para que possam expandir sua formação de modo mais informal. São ciclos de palestras, debates dirigidos ou formas similares de discussão acadêmica em que vários professores, vinculados ao Curso ou convidados, exploram intelectualmente tópicos vinculados a um assunto geral, como "Psicanálise e Sociologia", "Globalização e Organização do Trabalho Industrial" etc.
Tendo em vista apoiar de forma mais direta as investigações desenvolvidas pelos alunos, o Curso do Pós-Graduação oferece dois Seminários de Projetos, um destinado aos mestrandos e outro aos doutorandos. Estes seminários visam auxiliar os professores orientadores – responsáveis, em última instância, pelo trabalho dos alunos – na difícil tarefa de socializá-los como pesquisadores científicos, isto é, como produtores de ciência e não simples repetidores de conhecimentos existentes. Nestes seminários os alunos discutem, sob orientação de um ou mais professores, seus projetos de pesquisa durante um semestre letivo. Cada estudante apresenta seu projeto e submete-se à análise crítica dos seus colegas e do professor que coordena o Seminário.
Resumindo: tanto as disciplinas como os seminários oferecidos pelo Programa de Pós-Graduação têm como objetivo básico formar pesquisadores e auxiliar nas investigações que realizam para obter o título de Mestre ou Doutor. Neste processo formativo, a orientação oferecida pelos professores vinculados ao Curso é o elemento central. De fato, depois de selecionado pelo Programa, o estudante passa a ser auxiliado pelo seu Orientador nas diversas atividades que desenvolve, especialmente na realização do projeto de investigação que deverá resultar na sua dissertação final de Mestrado ou tese de Doutorado. Além disso, é o Orientador que intermedia as relações do estudante com o Programa e com os órgãos da Universidade que regulam os cursos de pós-graduação.
O Curso de Pós-Graduação tem alterado, nos últimos anos, alguns de seus padrões de organização, tendo em vista manter seu objetivo central, a formação de pesquisadores científicos. Estas mudanças têm sido estimuladas, tanto pelo reconhecimento das deficiências das formas de organização pedagógica do Programa para atingir seus objetivos, como pela pressão das agências governamentais de financiamento e fomento no sentido de reduzir os prazos de formação dos pós-graduandos.
As referidas alterações têm incidido basicamente sobre as exigências de ingresso feitas aos estudantes, na relação estudante/orientador e sobre o tempo concedido aos estudantes. para realizar disciplinas. Em relação ao ingresso, passou-se a requerer, não só dos candidatos ao Doutorado, mas também dos candidatos ao Mestrado a apresentação de projetos de investigação. Ademais, as exigências quanto à proficiência em línguas estrangeiras tornaram-se mais rígidas. No que se refere à relação estudante/orientador, ela se estabelece agora imediatamente após a aceitação dos estudantes pelo Programa, evitando-se que o pós-graduando permaneça, como antes, por vários meses sem definir um orientador. Por fim, os estudantes são hoje obrigados a cursar as disciplinas exigidas no prazo de um ano letivo, de forma a poderem reservar mais tempo para a realização da investigação e a redação das dissertações e teses. Todas as alterações têm, obviamente, o sentido de reduzir o tempo de formação dos estudantes sem perda de qualidade.
A direção do Programa acredita que tem sido bem sucedida nas mudanças que vêm promovendo. Entretanto,. tem alertado as autoridades educacionais brasileiras e os órgãos dirigentes da Universidade de São Paulo de que há certos limites na redução do tempo de formação de investigadores, ainda mais em disciplinas complexas como as ciências sociais – e a sociologia, em particular -- cujos esquemas conceituais e métodos de investigação não são uniformes e plenamente formalizados.
O Curso de Pós-Graduação em Sociologia é um Programa dirigido por um Colegiado, composto pelo conjunto dos professores-doutores do Departamento de Sociologia que ministram disciplinas no Curso, e por uma Coordenação, quer dizer, um(a) Coordenador(a) e um(a) Vice-Coordenador(a) de Pós-Graduação. O Programa é mantido com recursos do Departamento de Sociologia – e, portanto, da Universidade de São Paulo – complementados pelos concedidos por agências governamentais de fomento federais e estaduais – CAPES, CNPq e FAPESP. Os recursos dessas agências são concedidos sob forma de dinheiro destinado à manutenção e desenvolvimento do Programa e sob forma de bolsas de estudos aos seus alunos.
Linhas de Pesquisa, Corpo Docente e Desempenho
O Curso de Pós-Graduação em Sociologia da USP oferece aos seus estudantes a possibilidade de explorar um amplo leque de áreas de conhecimento no interior da Sociologia graças à diversidade das linhas de pesquisa desenvolvidas por seu corpo docente. As linhas orientam-se para investigações concernentes seja à investigação epistemológica e teórica, seja aos vários níveis de organização da sociedade – desde o cultural até o da estruturação das classes sociais na sociedade contemporânea e das relações internacionais – até os estudos de áreas geopolíticas específicas. São duas as áreas geopolíticas cobertas por linhas desenvolvidas pelo Programa, a África Negra e a América Latina.
Dentre estas linhas
há as que focalizam temáticas sociológicas tradicionais
e linhas que expressam novas abordagens de temas clássicos ou novos
temas, surgidos da dinâmica do pensamento do sociológico e
das mudanças históricas que marcam a sociedade contemporânea.
A importância da diversidade e abrangência das linhas de pesquisa
é que elas se expressam na oferta de disciplinas oferecidas aos
alunos e na possibilidade, já sublinhada, de os estudantes explorarem
um campo muito variado de conhecimentos nas suas teses e dissertações.
A lista de linhas de pesquisa, apresentada abaixo, mostra claramente as
características antes apontadas:
O Programa de Pós-Graduação em Sociologia não é desenvolvido por um corpo docente exclusivo. De fato, a maior parte dos seus professores são vinculados ao Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo e ministram, também, disciplinas de graduação para os alunos do Curso de Ciências Sociais.
A participação tanto no curso de pós-graduação como de graduação é uma característica institucional da Universidade de São Paulo e, ao mesmo tempo, ela é considerada, pela direção do Programa, pedagogicamente desejável. De fato, considera-se importante para sua própria renovação que os professores mais experientes, que compõem o quadro docente da pós-graduação, não percam contato com os alunos jovens, ainda não socializados plenamente na disciplina.
Atualmente o Programa de Pós-Graduação conta com 27 docentes pertencentes aos quadros do Departamento de Sociologia, além 4 professores que, embora aposentados, continuam a orientar alunos e a ministrar disciplinas. Complementarmente, o Curso de Pós- graduação tem podido contar todos os anos com a colaboração de, pelo menos, um Professor Visitante, usualmente professor estrangeiro. A presença de docentes visitantes, a convite do Programa, é considerada essencial aumentar as oportunidades de contato do corpo discente e docente com novas tendências intelectuais aparecidas em outros países.
Todo o corpo docente é constituído de doutores, usualmente em Sociologia. Uma parte importante dos professores detém, ademais, o título de Livre-Docente, só existente nas universidades mantidas pelo governo do Estado de São Paulo. Este título é obtido por concurso público em que o candidato defende uma Tese e um Memorial de suas atividades e, além disso, faz prova escrita e didática. Este título dá direito aos aprovados de ocuparem a posição de Professor Associado. Uma parte dos professores livre-docentes do Programa detém cargos de Professor Titular do Departamento de Sociologia. Estes cargos existem em número limitado e são obtidos por concurso público, em que se exige do(s) candidato(s) prova oral de erudição em determinado tema e se argüi o seu Memorial de atividades.
Listam-se abaixo os
professores do Programa de Pós-Graduação, se são
aposentados embora continuem ativos no Curso, seus títulos (doutor,
livre-docente, titular), se têm direito de orientar apenas para o
Mestrado ou também para o Doutorado (M ou M/D) e as linhas de pesquisa
que vêm desenvolvendo:
Corpo
docente
| Prof. Dr. Antônio Flávio de Oliveira Pierucci (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1985, Livre-Docente
Instituicões Religiosas e Religiosidade Popular; Estudos da diferença; Teoria sociológica |
| Prof. Dr. Antônio Sérgio Alfredo Guimarães (M/D) | PhD em Sociologia, University of Wisconsin, Madison, 1988, Livre-Docente; Estudos afro-brasileiros e relações raciais |
|
Prof. Dr. Brasílio João Sallum Júnior (M/D) |
Doutor em Sociologia, USP, 1980; Livre-Docente
Sociologia dos processo políticos e das instituições públicas; Estudos sobre Sociedades latino-americanas; Teoria Sociológica |
| Profª Drª Eva Alterman Blay (M/D) | Doutora em Sociologia, USP, 1973; Livre-Docente
e Professora Titular
Relações sociais de gênero; Investigação e análise da imigração judaica para o Brasil; Mulher e política e Violência contra a mulher |
| Prof. Dr. Fábio Rubens da Rocha Leite, (M/D) aposentado | Doutor em Sociologia, USP, 1983.
Sociologia da África Negra |
| Prof. Dr. Fernando A. de Albuquerque Mourão (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1972; Livre-Docente
e Professor Titular
Sociologia da África Negra; Sociologia das relações internacionais |
| Prof. Dr. Francisco Maria Cavalcanti de Oliveira, aposentado (M/D) | Professor Titular de Sociologia, USP,
1992.
Sociedade capitalista e classes sociais; Sociologia dos processos políticos e das instituições públicas |
| Prof. Dr. Glauco A. Truzzi Arbix (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1995.
Sociologia dos processos políticos e das instituições públicas; Sociedade capitalista e classes sociais; Estudos sobre as sociedades latino-americanas. |
| Profª. Dra. Heloísa Helena T. de Souza Martins (M/D) | Doutora em Sociologia, USP, 1987.
Relações da juventude com a escola, o trabalho e a cultura; Estudos sobre o trabalho, prática dos trabalhadores e organização coletiva. |
| Profª Drª Irene de Arruda Ribeiro Cardoso (M/D) | Doutora em Sociologia, USP, 1980; Livre-Docente
Teoria sociológica; Tempo, história e a questão do imaginário; Sociologia da Educação |
| Prof. Dr. José Carlos Bruni, aposentado, (M/D) | Doutor em Filosofia, USP, 1989.
Teoria sociológica; Tempo, história e a questão do imaginário |
| Prof. Dr. José César Aprilanti Gnaccarini, (M/D), aposentado | Doutor em Sociologia, USP, 1973;
Livre-Docente e Professor Titular Campesinato e questão agrária; Teoria sociológica |
| Prof. Dr. José Jeremias de Oliveira Filho (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1973;
Metodologia e epistemologia das Ciências Sociais; Teoria sociológica |
| Prof. Dr. José Reginaldo Prandi (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1976; Livre-Docente
e Professor Titular
Religião e política; Estudos afro-brasileiros e relações raciais |
| Prof. Dr. Leonardo Gomes Mello e Silva (M) | Doutor em Sociologia, USP, 1997
Processos de trabalho e prática dos trabalhadores. |
| Prof. Dr. Leopoldo Waizbort (M) | Doutor em Sociologia, USP, 1996
Teoria Sociológica; Sociologia da arte; Sociologia da cultura e Sociologia da literatura |
| Prof. Dr. Lísias Nogueira Negrão (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1973; Livre-Docente
Instituições Religiosas e Religiosidade Popular; Teoria Sociológica. |
| Profª Drª Maria Arminda do Nascimento Arruda (M/D) | Doutora em Sociologia, USP, 1987; Livre-Docente
Sociologia da Cultura; A metrópole e suas transformações; Tempo, história e a questão do imaginário; Sociologia da Arte |
| Profª Drª Maria Célia Pinheiro Machado Paoli (M/D) | Doutora em História, Universidade
de Londres, 1988.
Cidade e cidadania, formas de vida e de participação; Processos de trabalho e práticas dos trabalhadores |
| Profª Drª Maria Helena Oliva Augusto (M/D) | Doutora em Sociologia, USP, 1987.
Teoria sociológica; Tempo, história e a questão do imaginário; Sociologia dos processos políticos e das instituições públicas |
| Prof. Dr. Mário Antônio Eufrásio (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1989.
Metodologia e epistemologia das Ciências Sociais; Teoria sociológica |
| Profª. Drª. Nadya Araujo Guimarães (M/D) | Doutora em Sociologia, UNAM, 1983. Processo de trabalho e prática dos trabalhadores e organização coletiva. |
| Prof. Dr. Paulo Roberto Menezes (M) | Doutor em Sociologia, USP, 1996.
Sociologia da Arte |
| Prof. Dr. Ricardo Musse (M) | Doutor em Filosofia, USP, 1998.
Sociedade Capitalista e classes sociais. |
| Prof. Dr. Sedi Hirano (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1987; Livre-Docente
e Professor Titular
Teoria sociológica; Processos de trabalho e prática dos trabalhadores; Estudos sobre as sociedades latino-americanas; Sociedade capitalista e classes sociais |
| Prof. Dr. Sérgio França Adorno de Abreu (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1984; Livre-Docente
Estudos sobre a violência e instituições jurídicas; Teoria sociológica |
| Prof. Dr. Sérgio Miceli Pessoa de Barros (M/D) | Doutor em Sociologia, USP, 1978; Livre-Docente
e Professor Titular
Sociologia da cultura; Teoria sociológica; Sociologia da Arte |
| Profª. Dra. Sylvia Gemignani Garcia (M) | Doutora em Sociologia, USP, 1998
Teoria Sociológica; Sociologia da educação; Sociologia da cultura |
| Profª Drª Vera da Silva Telles (M/D) | Doutora em Sociologia, USP, 1992.
Sociologia da cultura; Cidade e Cidadania, formas de vida e de participação; Processos de Trabalho e Práticas dos trabalhadores |
Por fim, o Curso de Pós-Graduação em Sociologia da USP mantém um programa de publicações com recursos fornecidos pela CAPES – Coordenadoria de Aperfeiçoamento do Ensino Superior, órgão do Ministério da Educação.
Deste programa consta, em primeiro lugar, a edição de uma revista acadêmica, a Plural, de periodicidade anual. Esta revista, de alta qualidade editorial e acadêmica, é inteiramente dirigida por seus estudantes e encontra-se atualmente no seu 8º número. A Plural publica preferencialmente artigos dos alunos, desde que aprovados por pareceristas anônimos, em geral professores do Curso que colaboram com sua Comissão Editorial. Cabe ressaltar ainda que parte da produção intelectual gerada pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia, especialmente pelos seus professores, é difundida pela revista Tempo Social, publicação periódica do Departamento de Sociologia, uma das principais do país na área de Ciências Sociais.
Em segundo lugar, o Programa publicou em passado recente séries de boletins que arrolavam a bibliografia referente a autores clássicos e o rol das teses e dissertações defendidas no âmbito da Pós-Graduação em Sociologia da USP.
Por fim, o Curso vem
publicando, desde 1995, livros elaborados por seus docentes, em parceria
com editoras privadas. Até agora já foram publicados 9 títulos.