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PPG Ciência Política - Seminário "Um olhar sobre a polarização política a partir da segmentação do público", com Pablo Ortellado (EACH-USP) Eventos Seminário/Webinário Aprovado

É professor doutor do curso de Gestão de Políticas Públicas e orientador no Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Universidade de São Paulo. É coordenador do Monitor do Debate Político no Meio Digital, diretor-executivo da More in Common Brasil e colunista do Jornal O Globo.
Sobre o conferencista:
É professor doutor do curso de Gestão de Políticas Públicas e orientador no Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Universidade de São Paulo. É coordenador do Monitor do Debate Político no Meio Digital, diretor-executivo da More in Common Brasil e colunista do Jornal O Globo.

seminariosdcp@usp.br Sala 24 com transmissão pelo Youtube: https://youtube.com/live/k5jrsr6fUl0 Prof. Dr. Sérgio Simoni Júnior - Coordenação de Seminários Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://dcp.fflch.usp.br/eventos/programacao-de-seminarios (11) 3091-0348 Sem inscrição prévia
Uma década fullgás: audição comentada de fullgás, de Marina Lima (1984), com Renato Gonçalves Eventos Seminário/Webinário Aprovado

No nosso próximo encontro, na semana que vem, escutaremos e conversaremos sobre o disco "Fullgás" (1984), de Marina Lima! Para o debate, contaremos com a presença e contribuição de Renato Gonçalves, professor de Comunicação da ESPM, doutor pela ECA-USP e mestre pelo lEB-USP.
No dia 28/08, quinta-feira, às 17h, na sala 117 do Edifício de Ciências Sociais e Filosofia da FFLCH!

semp.usp@gmail.com Sala 117 Sheyla Castro Diniz , , Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://www.instagram.com/p/DNouD2IR6lg/?igsh=aGh0Zmp3YmZ3djZ0 Sem inscrição prévia
Traduzir Jerusalém, de Alan Moore e Marlowe: o judeu e a invenção do outro no início do capitalismo Eventos Seminário/Webinário Aprovado

Neste webinar vamos discutir as principais dificuldades e soluções encontradas durante a tradução brasileira do livro, passando pela invenção de um verbo que engloba todos os tempos, personagens calcados em pessoas reais da cidade de Northampton, a presença de figuras históricas e a imitação de estilos do terceiro tomo da obra, que, além do capítulo joyciano, inclui um em forma de peça de teatro emulando Samuel Beckett e outro inteiramente em sextetos rimados, entre outras estripulias estilísticas.

Na peça "O judeu de Malta", de Christopher Marlowe, vemos o estereótipo do judeu desconstruído de modo diverso daquele usado por Shakespeare no "Mercador de Veneza". Basicamente, podemos ver que Marlowe antecipa a visão de Marx em "A questão judaica".

great.usp@gmail.com Canal da FFLCH no Youtube John Milton e Silvia Cobelo Sem inscrição prévia
Colóquio Internacional do Grupo Diálogo (USP/CNPq) - 60 anos de "A obra de François Rabelais e a Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento" (1965-2025) Eventos Colóquio Aprovado

O livro de M. Bakhtin sobre François Rabelais traduzido, até o momento, do francês e publicado em 1987 com o título “A cultura popular na Idade Média e no Renascimento. O contexto de François Rabelais” tem um longo percurso desde sua concepção até seu lançamento em 1965. Inicialmente, Mikhail Bakhtin não concebe o texto sobre Rabelais como uma tese, mas como um livro endereçado a um público mais amplo. Sua primeira tentativa de publicação ocorreu entre o final de 1940 e o início de 1941. Em razão da falta de êxito dessa empreitada, amigos e pesquisadores que conheciam o texto recomendaram a Mikhail Bakhtin que ele o transformasse em uma tese: “F. Rabelais na história do realismo” [Ф. Рабле в истории реализма] foi defendida diante do Conselho Científico do IMLI (Instituto da literatura mundial, Moscou) em 15 de novembro de 1946. Contudo, a gênese desse texto remonta ao início dos anos 1930, época em que M. Bakhtin estava exilado em Kustanái. Sabemos disso quando Bakhtin responde, ao ser interrogado por Duvákin (2002[1996], p. 238-239) sobre o momento em que teria começado o trabalho sobre Rabelais: “Comecei “Rabelais” ainda em Kustanai (...) Mas o trabalho maior, é claro, aconteceu já mais tarde. Quer dizer, em Moscou, onde vivi sem registro e depois (...) em Saviólovo”.

No entanto, é apenas em 12/11/1960, após carta (Pankóv, 2010, p. 486-487) enviada a M. Bakhtin por Vadím Kójinov (1930-2001), Serguei Botcharóv (1929-2017), Gueórgi Gátchev (1929-2008), Piótr Paliévski (1932-2019) e Vitali Skvoznikov, teóricos da literatura e “funcionários do Instituto da Literatura Mundial” (IMLI), que começa a história da publicação do livro “A obra de François Rabelais e a cultura popular na Idade Média e no Renascimento” [Творчество Франсуа Рабле и народная культура средневековья и Ренессанса] (1965). O livro, propriamente dito, só foi publicado em 1965: “Em 17 de novembro de 1965, M. M. Bakhtin completou 70 anos. No dia do aniversário saiu o texto sobre Rabelais.” (Pankov, 2010, p. 617). No entanto, Irina Popova, em seus comentários às “M. M. Bakhtin. Obras reunidas. Vol 4(2)”, informa que, de fato, o livro saiu em 08 de dezembro de 1965.

Decorridos apenas cinco anos, em 1970, o livro já estava traduzido para o francês (mesmo ano em que também é vertido o livro de Bakhtin sobre Dostoiévski), ambas as obras sendo as principais responsáveis pela notoriedade internacional alcançada por Mikhail Bakhtin, que se tornou, segundo seu biógrafo russo Korovachko (2017), o cientista das ciências humanas russo mais conhecido no mundo.

Este colóquio tem por objetivo festejar os 60 anos de publicação de “A obra de François Rabelais e a cultura popular na Idade Média e no Renascimento”(1965-2025)/ RABELAIS E GÓGOL (A arte da palavra e a cultura popular do riso)[1], com reflexões históricas, estéticas, filosóficas, culturais e linguísticas propostas por esse texto. Por ocasião do Colóquio, será lançada uma nova tradução da obra, diretamente do russo, pela Editora 34, feita por Sheila V. de C. Grillo e Ekaterina V. Américo.

As discussões se articulam em torno dos seguintes eixos temáticos:

1) Rabelais e a Teoria do Romance: Na defesa da tese sobre Rabelais, Bakhtin declara em sua apresentação inicial: “Rabelais, em princípio, quando eu comecei com esse trabalho, não foi para mim o objetivo principal. Eu trabalho durante muitos anos na teoria e na história do romance.” (Bakhtin, 2008, p. 1018), ou seja, Bakhtin declara a conexão entre a teoria do romance e a pesquisa sobre Rabelais. Com base nessa declaração, os trabalhos desse eixo devem investigar as conexões entre a teoria do romance de Mikhail Bakhtin e seu texto sobre Rabelais.

2) F. Rabelais – história, estética e tradução: Considerando que a obra do romancista francês François Rabelais (1483/1494-1553) é uma das mais potentes e originais da história literária, os trabalhos desse eixo devem avançar reflexões sobre a história, a estética e a tradução dos textos de François Rabelais.

3) Conceitos bakhtinianos em perspectiva: Em “A obra de François Rabelais e a cultura popular na Idade Média e no Renascimento”, são propostos alguns dos conceitos mais célebres do pensador russo: carnaval, carnavalização, ambivalência, grotesco, realismo grotesco, cultura oficial e cultura popular do riso, inconclusibilidade, linguagem carnavalesca, multilinguismo, palavra bitonal, princípio material e corporal da vida, riso, xingamentos e injúrias. As apresentações desse eixo devem avançar reflexões sobre esses conceitos de maneira teórica e/ou mediante a análise de enunciados literários e não-literários.

4) Fontes, interlocuções e contexto da obra sobre Rabelais: Haja vista a extensa pesquisa bibliográfica realizada por Mikhail Bakhtin para a concepção da obra sobre François Rabelais, os trabalhos desse eixo devem explorar as fontes bibliográficas da obra de Mikhail Bakhtin sobre Rabelais, bem como a história do texto.

5) F. Rabelais e N. Gógol: a cultura do riso e a arte da palavra na literatura: Tendo em conta o texto “RABELAIS E GÓGOL (A arte da palavra e a cultura popular do riso)”, os trabalhos desse eixo devem apresentar reflexões sobre a obra do romancista russo Nikolai Gógol na relação com o texto de Mikhail Bakhtin sobre ele.

Referências

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АЛПАТОВ, В. ВАКовское дело М. М. Бахтина [ALPÁTOV, V. O processo na VAK de M. M. Bakhtin], Диалог, Карнавал, хронотоп, vol. 2, p. 50-137, 1999. Disponível em: http://nevmenandr.net/dkx/?y=1999&n=2&abs=DELOVAK Acesso em: 01/05/2021.

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БАХТИН [BAKHTIN], М. М. BAKHTIN. Собрание сочинений. Т. 4(1). Франсуа Рабле в истории реализма (1940 г.). Материалы к книге о Рабле (1930-1950-е гг.). Комментарии и приложения. [M. M. BAKHTIN. Obras reunidas vol. 4(1). François Rabelais na história do realismo (1940). Materiais para o livro sobre Rabelais (anos 1930-1950). Comentários e anexos]. Москва: Языки Славянских Культур, 2008.

БАХТИН [BAKHTIN], М. М. BAKHTIN. Собрание сочинений. Т. 4(2). Творчество Франсуа Франсуа Рабле и народная культура Средневековья и Ренессанса (1965 г.). Рабле и Гоголь. Искусство слова и народная смеховая культура (1940, 1970 гг.). Комментарии и приложения. [M. M. BAKHTIN. Obras reunidas vol. 4(2). A obra de François Rabelais e a cultura popular na Idade Média e no Renascimento (1965). Rabelais e Gógol. A arte da palavra e a cultura cômica popular (1940, 1970). Comentários e anexos]. Москва: Языки Славянских Культур, 2010.

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pedrobatera1801@usp.br Auditório 08 do prédio de Ciências Sociais e salas 260, 262 e 264 do prédio de Letras (FFLCH-USP) Sheila Vieira de Camargo Grillo Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://dialogo.fflch.usp.br/coloquio-internacional-60-anos-rabelais (11) 9294-6066 Com inscrição prévia
Lançamento do livro "Literatura contemporânea croata - Contato em três línguas", seguido da Oficina de Tradução Plurilíngue Eventos Lançamento de Livro Aprovado

Lançamento do livro "Literatura contemporânea croata - Contato em três línguas"
Seguido da Oficina de Tradução Plurilíngue

Com a presença dos tradutores e da poetisa Diana Rosandić

Obra trilíngue: croata, português, espanhol

Organização e tradução:
- Milan Puh (UFBA/USP)
- Tomislav Correia-Deur (Associação Croatia Sacra Paulistana)
- Zeljka Lovrencic (Associação Croata de Tradutores)
- Diana Rosandić, escritora e autora de poemas que constam na antologia (Associação Croata de Tradutores)

erica.sarsur@usp.br 170 Érica Sarsur Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP Com inscrição prévia
SEMINÁRIO DE TEORIA CRÍTICA 2025 | Qual é o objeto de O capital? Lógica e história na crítica da economia política de Marx Eventos Seminário/Webinário Aprovado

SEMINÁRIO DE TEORIA CRÍTICA 2025 | Qual é o objeto de O capital? Lógica e história na crítica da economia política de Marx
Lutti Mira (USP)
26.AGO.2025, 19H - SALA 10

Na sua contribuição em Ler O capital (1965), Louis Althusser chamou atenção para a necessidade de responder com precisão a seguinte questão: qual exatamente é o objeto de Marx em O capital? Para Althusser, tratava-se tanto de rejeitar as leituras dos economistas, que não distinguiam entre o objeto da crítica da economia política e o objeto da própria economia política, transformando Marx num economista político como Smith ou Ricardo, quanto de recusar as leituras historicistas que reduziam O capital a uma obra cujo objeto seria o capitalismo do século XIX. Em sua redefinição do objeto investigado por Marx, Althusser propôs uma separação radical entre objeto real e objeto de pensamento, restringindo o âmbito da investigação marxiana ao objeto de pensamento. Em que pese o acerto no realce da dimensão lógica – ou “científica”, nos termos de Althusser – dos escritos marxianos do período de maturidade, sabe-se que a recepção uspiana a respeito desse conjunto de teses foi bastante crítica: de um lado, Ruy Fausto mostrou que o anti-historicismo althusseriano padecia dos mesmos problemas que o historicismo que ele pretendia combater. De outro, Giannotti enfatizou a centralidade dos processos reflexionantes que basearam a investigação de Marx, de modo que objeto real e objeto de pensamento ligam-se numa dobradiça que contradiz a separação proposta por Althusser.

Assumindo esse debate como ponto de partida, gostaria, em minha apresentação, de retomar a questão referente ao objeto de O capital tendo como fio condutor a concepção de crítica que Marx desenvolveu em sua obra de maturidade a partir de 1857. Trata-se, num primeiro momento, de fazer ver que Marx, ao retomar a ideia hegeliana de exposição (Darstellung), elaborou uma crítica expositiva das doutrinas da economia política que era, ao mesmo tempo, uma crítica do objeto real de sua investigação: na medida em que as categorias da economia política cristalizavam as relações reais do capital, elas se tornaram o próprio objeto da investigação marxiana. Ao assumir tais categorias como fio condutor de sua exposição, Marx comprometeu-se com a primazia lógica das categorias capitalistas, de modo que, num primeiro momento, seu objetivo é mostrar como o capital capacita-se como sujeito capaz de pôr seus próprios pressupostos e reproduzir-se a partir deles. Essa primazia lógica, contudo, será limitada por Marx através de uma inserção metódica de elementos históricos: a acumulação primitiva torna claro que o capital pressupôs processos que não foram postos por ele, o que significa que o capital nem sempre comandou o processo histórico, fato que aponta para o passado pré-capitalista. Se o capital nem sempre existiu, Marx consegue, através dessa limitação histórica da lógica do capital, desfazer a ilusão econômico-política de que esse modo de produção possuiria categorias de natureza a-histórica. Dessa forma, pretendo evidenciar que o objeto da investigação marxiana deve ser concebido a partir do balanço entre o momento lógico da exposição e sua necessária limitação através da inserção do elemento histórico.

Organização
André Sznajder, Marcus Vinicius Felizardo, Paulo Fernando Amaral (Doutorandos DF/FFLCH-USP)
Coordenação
Profs. Luiz Sérgio Repa e Vladimir Safatle (DF/FFLCH-USP)
Apoio
PPG-Fil/FFLCH-USP, CAPES-PROEX
Local
SALA 10
Endereço
Av. Prof. Luciano Gualberto, 315. FFLCH/USP. Cidade Universitária, São Paulo-SP
Informações e inscrições: http://filosofia.fflch.usp.br/eventos/11975

eventosdf@usp.br SALA 10 Profs. Luiz Sérgio Repa e Vladimir Safatle (DF/FFLCH-USP) Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://filosofia.fflch.usp.br/eventos/11975 Sem inscrição prévia
Enação e Cognição Corpórea Eventos Palestra Aprovado

Enação e Cognição Corpórea
Leonardo Lana de Carvalho (UFVJM)
28.AGO.2025, 18h - SALA 10

Promoção: Grupo de estudos de Filosofia da Ciência da Consciência (FiCiCo)

Coordenação
Osvaldo Pessoa (DF/USP)
Local
SALA 10
Endereço
Av. Prof. Luciano Gualberto, 315. Ed. Filosofia e Ciências Sociais. FFLCH/USP. Cidade Universitária, São Paulo-SP

eventosdf@usp.br SALA 10 Osvaldo Pessoa (DF/USP Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://filosofia.fflch.usp.br/eventos/11979 Sem inscrição prévia
Ciclo de conferências 2025 | CONVERSAS SOBRE KANT: Felicidade segundo Kant e Aristóteles Eventos Aprovado

Ciclo de conferências 2025 | CONVERSAS SOBRE KANT: Felicidade segundo Kant e Aristóteles
Profa. Dra. Marília Espírito Santo
29.AGO.2025 - 18:30 - Auditório 08

Organização
Grupo de Filosofia Alemã
Coordenação
Maurício Keinert (DF/USP)
Apoio
PPG-Fil/FFLCH-USP, CAPES-PROEX
Local
Auditório 08
Endereço
Av. Prof. Luciano Gualberto, 315. Ed. Filosofia e Ciências Sociais. FFLCH/USP. Cidade Universitária, São Paulo-SP
Inscrições e informações: http://filosofia.fflch.usp.br/eventos/11974

eventosdf@usp.br Auditório 08 Maurício Keinert (DF/USP) Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://filosofia.fflch.usp.br/eventos/11974 Sem inscrição prévia
O Papel do Texto Dissertativo-argumentativo no Desenvolvimento do Espírito Crítico Eventos Palestra Aprovado

Escrever e ler: duas atividades fundamentais da vivência acadêmica, muitas vezes desafiadoras. Venha assistir a esta palestra especial do 28 ENAPOL para entender a natureza do texto para a vida de pesquisa.

enapol.linguistica@usp.br 266 Marcelo Barra Ferreira Escrever e ler: duas atividades fundamentais da vivência acadêmica, muitas vezes desafiadoras. Venha assistir a esta palestra especial do 28 ENAPOL para entender a natureza do texto para a vida de pesquisa. Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://enapol.fflch.usp.br/palestras (15) 9911-4595 Com inscrição prévia
A Ciência e os 7 erros do Senso Comum Eventos Palestra Aprovado

O fazer científico da Linguística pode esconder as mais diversas armadilhas do senso comum. Afinal, o que significa estudar a língua como ciência? Venha descobrir nesta palestra especial do 28 ENAPOL.

enapol.linguistica@usp.br 266 Marcelo Barra Ferreira Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://enapol.fflch.usp.br/palestras (15) 9911-4595 Com inscrição prévia