Relatório Divulgações

Title Tipos de divulgação Tipo Status Início do evento Final do evento Departamento Descrição E-mail Anexos Auditório / Sala / Outro local Benefícios e valores Como se inscrever? Docente responsável pelo evento Final da inscrição Horários e carga horária Imagem Início da inscrição Local do evento Página do evento Telefone É necessário fazer inscrição?
Invisibilidade das Pessoas Trans na Universidade

Por que pessoas trans não estão nas universidades? Quais desafios enfrentam para ingressarem no ensino superior? Neste debate, as/os convidadas/os vão compartilhar suas valiosas experiências, mostrar a importância de falarmos sobre a invisibilidade de pessoas trans nas universidades e de como podemos construir um mundo sem transfobia.

Brume Dezembro Iazzetti – mestranda no PPGAS/Unicamp com o projeto “Existe ‘universidade’ em pajubá?”. É pesquisadora discente do Núcleo de Estudos de Gênero – PAGU e tem atuado no advento de políticas afirmativas para pessoas trans no ensino superior público.

Lênin Viana – pedagogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), professor aposentado da rede pública municipal de São Paulo. Com o trabalho pautado na literatura como elemento fundamental para a construção do comportamento leitor e na produção de bons textos literários.

Pisci Bruja – travesti, biológica, fármaco-possuída & modela de rua. Mestranda em Antropologia Social pela USP, membro da coletiva Loka de Efavirenz e articuladora em saúde na Casa Chama e na Coordenadoria de IST/AIDS da cidade de São Paulo.

Mediação: Silvana Souza Nascimento – antropóloga e feminista. Professora da Universidade de São Paulo, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades/FFLCH/USP e coordenadora do Cóccix – Estudos indisciplinares do Corpo e do Território

Assista no Youtube: https://youtu.be/D4HCPkR7Mvc

contato@universidadeemtransformacao.com Evento online, no site universidadeemtransformacao.com, no Canal Universidade em Transformação no Youtube, no Instagram, Twitter e Facebook Paulo Daniel Farah Outro local http://www.universidadeemtransformacao.com Sem inscrição prévia
Ensino digital no Brasil e uso de tecnologia na educação

A partir da ocorrência da pandemia COVID-19, com a interrupção das aulas presenciais e a implementação de estratégias de ensino remoto, especialmente mediado por tecnologias digitais, cresceu a disseminação do debate em torno da efetivação qualitativa e equitativa do direito à educação diante das desigualdades de acesso e de uso de redes, dispositivos e linguagens midiáticas. Desafios que se tornaram mais evidentes com a intensificação da realização de atividades mediadas por estes recursos, mas que já eram reveladas há algumas décadas por especialistas dedicados ao estudo das políticas educacionais, especialmente públicas. Por outro lado, as alterações nas práticas de ensino e aprendizagem fizeram emergir também reflexões sobre o futuro da educação, sobre o papel das instituições escolares e universitárias, assim como sobre uma possível abertura do processo educacional para a hibridização de espaços, tempos e meios de aquisição de conhecimento.

Tais temas fazem parte do debate Ensino digital no Brasil e uso de tecnologia na educação, baseado principalmente nos indicadores coletados pela pesquisa TIC Educação, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), centro de pesquisa vinculado ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br (NIC.br). Há dez anos, a pesquisa TIC Educação investiga o acesso e o uso de tecnologias e o desenvolvimento de habilidades digitais na Educação Básica. Realizada de forma presencial e por telefone, por meio de questionários estruturados, a pesquisa entrevista anualmente alunos, professores, coordenadores pedagógicos e gestores de escolas públicas e particulares, de áreas urbanas e rurais, com o intuito de contribuir para a elaboração de políticas educacionais digitais mais efetivas.

Daniela Costa é doutora em Educação e mestre em Comunicação e Semiótica, ambos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pesquisadora das áreas de educação, tecnologia e linguagem, coordena a pesquisa TIC Educação, estudo nacional sobre o acesso e o uso de tecnologias e o desenvolvimento de habilidades digitais por alunos e professores em escolas brasileiras, no Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Mediação: Claudine Dutra Melo Cruz – Historiadora, Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades e integrante do Grupo de Pesquisa “Temáticas, narrativas e representações árabes, africanas, asiáticas e sul- americanas e de comunidades diaspóricas” (FFLCH/USP/CNPq) e do NAP Brasil África/USP. Fundadora e Educadora da EtnicoEduc – consultoria educacional. Ativista de Direitos Humanos.

contato@universidadeemtransformacao.com Evento online, no site universidadeemtransformacao.com, no Canal Universidade em Transformação no Youtube, no Instagram, Twitter e Facebook Paulo Daniel Farah Outro local http://www.universidadeemtransformacao.com Sem inscrição prévia
Concurso - Livre-Docência - História das Ciências e das Técnicas

Concurso Público
Livre-Docência
História das Ciências e das Técnicas
Candidata: Márcia Regina Barros da Silva

Calendário anexo

04/11, às 08h00 - https://youtu.be/kh6DHkr4aDw
05/11, às 08h00 - https://youtu.be/QeZrqWFU23g
06/11, às 14h00 - https://youtu.be/vHRGgTgMnvA

apoioaca2fflch@usp.br Calendario - História das Ciências e das Técnicas.pdf Canal da FFLCH no Youtube Assistência Acadêmica Outro local (11) 3091-4590 Sem inscrição prévia
Palestra: A Emergência do Antropoceno - Hesitar, Refletir e Agir

Evento on-line: http://www.iea.usp.br/aovivo

Com que face nos colocarmos diante da terra animada, do planeta simbiótico, do Sistema Terra, do Novo Regime ​​​​​​​cartazClimático, de Gaia? Quem seremos “nós” diante de tais figurações e de um mundo na idade geo-histórica do Antropoceno? A partir, sobretudo, das conferências do pensador francês Bruno Latour sobre a emergência do Antropoceno, esta comunicação pretende encarar o que não se deixa mais ocultar-se à reflexão: recomeços humanos no tempo do fim.

Palestrante:
​​​Stelio Marras (IEB/USP)

Moderador:
Gildo Magalhães dos Santos (CHC e IEA/USP)

chciencia@usp.br Evento on-line Gildo Magalhães dos Santos Filho Outro local http://e.usp.br/goj Sem inscrição prévia
Ciclo de Atividades: Quem tem medo da Geografia? - CEGE "Filipe Varea Leme"

bit.ly/live-geografia

A Comissão Aberta de Interseccionalidades do Centro de Estudos Geográficos “Filipe Varea Leme” propõe a realização de um ciclo de atividades com intuito de colocar em pauta o debate interseccional na geografia.
Nosso principal objetivo é refletir sobre qual geografia as universidades brasileiras estão produzindo e, principalmente, quem está produzindo essa ciência.
Nos últimos anos estamos percebendo um aumento na diversidade dos ingressantes dos cursos de graduação, sobretudo devido a implantação da Lei de Cotas em 2012. Desde então, o número de estudantes pretes, pardes e indígenes aumentaram, assim como o número de pesquisas sobre o tema. A grande mudança aqui é que pessoas que historicamente foram objetos, agora tem a oportunidade de serem sujeitos de sua própria pesquisa.
Tal mudança traz um debate pouco falado na universidade desde sua fundação: outras epistemologias para a ciência geográfica. O que vemos é um aumento de pesquisas sobre geografias das populações tradicionais, feministas, LGBTQIA+, negras e etc. Entretanto, todas essas geografias - e colocamos no plural, porque de fato existe uma pluralidade de ideias e métodos - são invisibilizadas pela Academia.
Na Geografia da USP (considerada a "melhor" da América Latina), 94% dos/as autores/as são brancos e 83% são homens. Além disso, dos autores não-brasileiros, 68% são da Europa. Isso nos faz retomar a questão: quem produz essa geografia e que geografia é essa?
É possível perceber que uma mudança de perfil vem acontecendo, mas que, na prática, não se realiza na estrutura da universidade que continua perpetuando quase que exclusivamente uma visão branca, machista e eurocentrada. Por que um curso de geografia, cujo principal objeto de estudo é o espaço geográfico, não nos traz perspectivas de geografias de outros territórios?
É por isso que organizamos esse ciclo de atividades: para trazer outras perspectivas de geografias, nos mostrando outras visões de mundo e outros conceitos para corpo, território e cotidiano.
O objetivo final é refletir sobre as razões do apagamento de outras visões de geografia pela Universidade. Afinal, qual risco a produção dessas geografias traz? E quem tem medo dessas geografias? E além disso, pensar: quem tem medo do ensino de geografias?

Estrutura
Os encontros acontecerão todos no Google Meet;
Sempre teremos até três convidades para falar sobre o tema da semana, além de ume mediadore que é da própria Comissão;
O evento é público, mas para que possamos emitir certificados será necessário o preenchimento do formulário ao final do evento

Datas e temas (encontros sempre às 17h)
02 NOV | Quem tem medo das geografias feministas?
10 NOV | Quem tem medo das geografias dos povos tradicionais?
18 NOV | Quem tem medo das geografias negras?
26 NOV | Quem tem medo das geografias LGBTQIAP+?
04 DEZ | Afinal, quem tem medo da geografia? (encerramento)

Para mais informações ver a ementa completa e/ou acessar https://www.instagram.com/cege.usp/ que deverá postar mais informações do evento durante o período de realização .

cege2@usp.br CEGEUSP-Quem tem medo da geografia.pdf -- Eduardo Girotto Outro local Sem inscrição prévia
Homenagem ao Professor Francisco de Oliveira

Primeiro dia: https://youtu.be/J1YznFsDWu4
14:00 horas Abertura– André Singer (FFLCH e Cenedic) e Ruy Braga (FFLCH e Cenedic)

Questão regional e desenvolvimento: Alexandre Freitas Barbosa (IEB/USP), Elson Pires (Unesp) e Joana Barros (Unifesp)
Trabalho, economia e política: Lena Lavinas (UFRJ), Maria das Graças Druck (UFBA) e Carlos Bello (Unifesp e Cenedic).

Segundo dia: https://youtu.be/8AoKzZnoEUw
14:00 horas O Brasil ornitorrinco: Paulo Arantes (FFLCH), Laymert Garcia dos Santos (Unicamp) Wolfgang Maar (UFSCar e Cenedic) e Cibele Rizek (IAU/USP e Cenedic)

Direitos da Cidadania: Teresa Sales (Unicamp), Luis Roncari (FFLCH) e Leonardo Mello (FFLCH e Cenedic)
Fechamento: Homenagens de ex-orientandos e colegas.

nedic@usp.br Canal da FFLCH no Youtube André Singer Outro local Sem inscrição prévia
3º seminário do ciclo "Pandemia e a Crise do Capitalismo”

O Cenedic realiza no dia 06 de novembro, às 17 horas, o 3º seminário do ciclo "Pandemia e a Crise do Capitalismo”.
O evento será transmitido pelo canal da FFLCH (USP) no Youtube: https://youtu.be/jU_hf29VHN4
Debaterão Lena Lavinas, professora titular do Instituto de Economia da UFRJ, e Hugo Fanton, pós-doutorando e professor convidado da Universidade de Freiburg. A mediação será de Daniel Puglia, professor do Departamento de Letras Modernas da USP.

nedic@usp.br Evento Online André Singer Outro local https://youtu.be/jU_hf29VHN4 Sem inscrição prévia
Mesa-redonda: Literatura eletrônica - das origens à literatura infantil

Literatura eletrônica, não é sinônimo de textos veiculados e armazenados digitalmente. São Paulo foi berço da poesia concreta (1950), um dos precursores dessa vertente literária transmidiática, mas a produção nacional de e-lit caminha timidamente. Andréa Cátropa pergunta: Seria uma trajetória espontânea? Quais fatores prejudicam o desenvolvimento da nossa literatura digital? Aline apresenta pesquisas que exploram a literatura digital infantil, destacando trabalhos desenvolvidos no Brasil e no exterior, inclusive seu doutorado. O surgimento dos tablets trouxe um novo espectro de possibilidades e aplicativos literários exploram a natureza híbrida, interativa, codificada e multimodal, promovendo uma experiência literária dinâmica e multissensorial.

BIOS
Andréa Catrópa é doutora em Teoria Literária pela Universidade de São Paulo. É pós-doutoranda no PPG-Design UAM, onde desenvolve uma pesquisa sobre poesia concreta brasileira e literatura digital. Como escritora, publicou poesia, contos e um romance. Seus trabalhos multimídia incluem audioficções e um programa de rádio sobre literatura contemporânea. Atualmente é professora de Teoria Literária no ILEEL da Universidade Federal de Uberlândia. WEBSITE: https://www.andreacatropa.com/

Aline Frederico é pesquisadora em literatura digital e mídia para crianças. Atualmente é professora na Escola de Comunicação da UFRJ e realiza estágio pós-doutoral no programa de Literatura e Crítica Literária da PUC-SP, após ter completado em 2018 o doutorado em educação e literatura infantil pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido. É colaboradora da Cátedra Unesco de Leitura PUC-Rio e parte do júri dos prêmios Selo Cátedra 10 e ComKids Interativo. Atua como assistente editorial no periódico acadêmico International Research in Children’s Literature. WEBSITE: www.alinefrederico.com.

silvia.cobelo@alumni.usp.br 20201023 Mesa redonda E-lit 30 out.pdf Canal da FFLCH no YouTube John Milton Flyer informativo com resumo e foto de cada convidada, Andréa Cátropa e Aline Figueiredo Outro local https://www.youtube.com/channel/UCNiH334YQslyClYxjkM0X8A Sem inscrição prévia
Jornada sobre o ensino e aprendizagem de línguas em ambientes virtuais - JEALAV

Desde sua primeira edição, a JEALAV tem contado com a participação de convidados de renome na área, representando instituições de diferentes regiões do Brasil, entre elas, a Universidade Federal do Ceará, Universidade Federal de Alfenas, Universidade Estadual de Campinas, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Universidade Estadual de Londrina, Universidade de Brasília, Pontifícia Universidade Católica de Pelotas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Federal de São Carlos, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Universidade Católica Dom Bosco e a Universidade Federal de Minas Gerais. A Universidade Nacional de Córdoba, Argentina, também tem sido parceira do evento em diferentes ocasiões

jealav.usp@gmail.com Evento Online Heloísa Albuquerque-Costa, Mônica F. Mayrink O'Kuinghttons Outro local https://jealavusp.wixsite.com/jealav Com inscrição prévia
Seminário "Quantum Mind and Social Science

https://us02web.zoom.us/j/83781106503

Os seminários constituem atividades extra-curriculares, dirigidas especialmente aos estudantes de Pós-Graduação, mas também ao corpo docente e à comunidade acadêmica externa. Em geral, contam com a participação de destacados pesquisadores, brasileiros e estrangeiros, e as exposições giram em torno de trabalhos relevantes recém-publicados, de projetos em andamento e de questões pertinentes às linhas de pesquisa do DCP. Em média, temos contado com a apresentação de 15 pesquisadores convidados por semestre. A programação é dividida em Seminários de Departamento (DCP) e Seminários de Área. No primeiro caso, nossos convites são dirigidos a pesquisadores seniores, nacionais e estrangeiros, com reconhecida produção acadêmica. Em geral, as conferências adquirem caráter abrangente e cobrem extensa área do conhecimento em temas de Ciência Política. Os Seminários de Área se destinam à produção de ponta no interior das áreas de Teoria Política e Pensamento Político (TP), Instituições Políticas e Política Comparada (IP), Relações Internacionais (RI) e Políticas Públicas (PP), nas quais se estrutura o DCP. Neste formato, as exposições tratam de temas e problemas da agenda de pesquisa e a dinâmica do dia se caracteriza pelo debate mais direto entre alunos, professores e convidados em torno da contribuição apresentada pelo conferencista.

seminariosdcp@usp.br Wendt_jtsb.12171_texto para o seminário.pdf https://us02web.zoom.us/j/83781106503 Jean Tible e Rogério Arantes Outro local http://dcp.fflch.usp.br (11) 3091-0348 Sem inscrição prévia