Relatório Divulgações
| Title | Tipos de divulgação | Tipo | Status | Início do evento | Final do evento | Departamento | Descrição | Anexos | Auditório / Sala / Outro local | Benefícios e valores | Como se inscrever? | Docente responsável pelo evento | Final da inscrição | Horários e carga horária | Imagem | Início da inscrição | Local do evento | Página do evento | Telefone | É necessário fazer inscrição? | |
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| Colóquio Internacional Discursos de Ódio | As inscrições também podem ser feitas pelo e-mail leer@usp.br. |
leer@usp.br | cartaz2.pdf | Auditório Nicolau Sevcenko | Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro |
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Edifício Eurípedes Simões de Paula (Geografia e História) - Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | http://paineira.usp.br/leer/ | (11) 3091-8598 | Com inscrição prévia | |||||||||||
| Encontro de Judaísmo e Humanismo | Convidamos a todos para a segunda edição do evento de Judaísmo e humanismo a ocorrer na sala 201 do prédio de Letras, no dia 23/10. |
matheus.oliveira.bueno@usp.br | Sala 201 | Antonio Vicente Seraphim Pietroforte |
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Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | ||||||||||||||
| 200 anos de "Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos", de Benjamin Constant: Que liberdade para os tempos modernos? | Evento 200 anos de “Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos”, de Benjamin Constant: Que liberdade para os tempos modernos? Local: FFLCH – Prédio de Filosofia e Ciências Sociais Comissão Científica e Organização: Ementa e justificativa Há exatos 200 anos, Benjamin Constant proferia no Athénée royal de Paris o discurso que mais o tornaria célebre na posteridade: “Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos”. Nesse discurso, o conceito de liberdade recebe um tratamento histórico-sociológico, o autor argumentando que as condições diferentes de existência dos antigos e dos modernos engendravam dois conceitos distintos de liberdade: ao passo que a liberdade dos antigos se definia primordialmente pela participação direta dos cidadãos nas decisões políticas coletivas, a liberdade dos modernos encontraria seu ponto de referência na independência individual e na autonomia da vida privada de cada indivíduo em relação à esfera pública. Programação Dia 1 (06/11/2019): Dia 2 (07/11/2019): |
felipe@freller.net | Evento 200 anos Constant.pdf | Sala 14 | Eunice Ostrensky |
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Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| Ciclo de palestras: O sexo dos robôs no cinema com o Prof. Riccardo Putti | O ciclo de palestras aborda os robôs no cinema de ficção analisando os filmes: Il Casanova de Fellini (um episódio), Metropolis de Fritz Lang, Her de Spike Jonze, Ex Machina de Alex Garland, Blade Runner de Ridley Scott and Blade Runner 2049 de Denis Villeneuve. Riccardo Putti é professor na Università degli Studi di Siena e na Scuola di Specializzazione in Beni Demoetnoantropologici Università degli Studi di Perugia e diretor do laboratório de antropologia visual Ars Videndi. Público alvo: estudantes de graduação e pós-graduação, professores e pesquisadores interessados na área. Será fornecido um certificado para aqueles que tiverem ao menos 70$% de presença. Idioma: italiano com tradução |
lopes@usp.br | Auditório do LISA - Rua do Anfiteatro, 181 - Cj. Colmeia, favo 12 | Rose Satiko G. Hikiji |
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Outro local | http://www.lisa.fflch.usp.br | (11) 3091-3045 | Com inscrição prévia | ||||||||||||
| Conferências breves, com Ricardo Fabbrini | O Centro Universitário Maria Antonia da USP continua o ciclo do programa "Conferências Breves" de 2019. No dia 23 de outubro, às 19 horas, o convidado é o professor Ricardo Fabbrini da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, que falará sobre o tema “O que é arte contemporânea?". O objetivo do programa é trazer pesquisadores de ponta em diferentes áreas do conhecimento para falar de seu campo e de suas pesquisas para um público a partir de 12 anos de idade. O programa é inspirado nos programas de rádio do filósofo alemão Walter Benjamin destinados ao público jovem. Entrada gratuita! Serviço: "O que é arte contemporânea?", com Ricardo Fabbrini Quando | 23 de outubro, terça-feira, às 19 horas Onde | Centro Universitário Maria Antonia Rua Maria Antonia, 294 – Vila Buarque – São Paulo, SP (próximo às estações Higienópolis e Santa Cecília do metrô) |
imprensama@usp.br | Centro Universitário Maria Antonia da USP - Rua Maria Antonia, 294 | Lucia Maciel Barbosa de Oliveira |
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Outro local | http://www.mariantonia.prceu.usp.br/conferencias-breves-aproximam-criancas-e-jo… | (11) 3123-5219 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Strategie per pruomovere la comprensione di un testo in LS | Seminário - Strategie per pruomovere la comprensione di un testo in LS |
robertaferronibr@gmail.com | 261 | Roberta Ferroni |
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Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | ||||||||||||||
| Mangiare all'italiana a São Paulo - Encontro de sabores à mesa | Inscrições em: https://docs.google.com/forms/d/1Voi3NJFqwD6Vruvv3WBpRZSBK1TrumGBhHJAMN… |
ortale@usp.br | 266 | Fernanda Ortale e Giliola Maggio |
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Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | https://docs.google.com/forms/d/1Voi3NJFqwD6Vruvv3WBpRZSBK1TrumGBhHJAMN5KTs4/ed… | Com inscrição prévia | |||||||||||||
| Lançamento do livro "Arte da aula" | São dez autores, em sua maioria docentes da FFLCH da USP: Alcir Pécora, Ataliba de Castilho, Franklin Leopoldo e Silva, Isabel Loureiro, João Adolfo Hansen, Leon Kossovitch, Marilena Chauí, Olgária Matos e Renato Janine Ribeiro e Willi Bolle. |
willibolle@yahoo.com | Centro de Pesquisa e Formação - CPF-SESC, Rua Plínio Barreto, 285 - 4º andar, Bela Vista, São Paulo | Willi Bolle |
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Outro local | https://www.sescsp.org.br/online/edicoes-sesc/864_ARTE+DA+AULA | (11) 3726-1028 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Estética Japonesa: uma perspectiva filosófica | O curso propõe 5 aulas de 2 horas de duração cada. Na primeira aula, teremos como tema o nascimento da estética como uma disciplina no interior da filosofia cuja criação tardia (século XVIII) foi marcada pela discussão entre racionalistas e empiristas acerca da faculdade (razão abstrata ou sentidos empíricos) preponderante na construção do conhecimento. Inicialmente, a estética foi pensada nesse contexto como a ciência de um conhecimento de segunda ordem fornecido pelos sentidos, no qual o belo, por ter a primeira posição entre as sensações, deveria ser o objeto de pesquisa. Rapidamente, a estética toma contornos mais precisos em discussões sobre a universalidade do belo e a arte (que aqui surge como a expressão mais acabada do belo). Desse modo, na época da introdução da filosofia no Japão no início de Meiji, a estética filosófica já havia se desenvolvido em um pensamento sobre a arte que penetrava outros campos da filosofia e da produção artístico-crítica. Esse primeiro desafio à introdução da estética filosófica no Japão se mostra no fato de que o vocabulário da disciplina, já nesse momento, é vasto e com aplicações específicas, gerando a questão da tradução. Isso surge nas recorrentes tentativas de tradução de “belo” e “arte” à língua japonesa empreendidas por Nishi Amane (1829 – 1897), a tradução de L’esthétique de Eugène Veron por Nakae Chōmin (1847 – 1901) e, finalmente, a disputa teórica sobre o idealismo entre Mori Ōgai (1862 – 1922) e Tsubouchi Shōyō (1859 –1935). MINISTRANTE METODOLOGIA CONTEÚDO DAS AULAS PERÍODO: 28 de outubro a 1 de novembro de 2019 (14h-16h30) BIBLIOGRAFIA: |
neidenagae@usp.br | Sala 266 | Neide Nagae |
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Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | http://sce.fflch.usp.br/node/3253 | (11) 3091-2423 | Com inscrição prévia | ||||||||||||
| Sexta do Mês: Que "negro" é este na cultura negra? | Sexta do Mês: Que “negro” é este na cultura negra? “Que ‘negro’ é este na cultura negra?”, pergunta-se Stuart Hall num estudo sobre a presença das heranças culturais africanas no contexto transatlântico. O debate em torno das produções artísticas e culturais e seus respectivos produtores ganham contornos emblemáticos quando se trata de adjetivá-los a partir de marcadores toponímicos (africano, europeu, americano etc) ou étnicos-raciais (negro, indígena dentre outros). No caso brasileiro a controvérsia sobre o “afro” e o “brasileiro” é um dilema que funda a nação, processo marcado pelo diálogo assimétrico entre sujeitos e culturas. Por um lado, no campo das artes, como mostra o antropólogo Hélio Menezes na curadoria da exposição Histórias Afro-Atlânticas (MASP/Instituto Tomie Ohtake), convencionou-se a chamar “arte negra” aquela em que corpos e pessoas negras eram representadas, sem que a questão da autoria negra estivesse em pauta. Em sua dissertação de mestrado, Menezes argumenta que as dificuldades de conceituação dessa arte e de seus distintos significados, ao longo do século XX, se relacionam com as ambiguidades que informam as relações raciais no Brasil. Por outro, Rosenilton Oliveira, no cruzamento entre práticas discursivas e ações políticas, demonstra como as noções de “cultura” e “identidade negra” assumem concepções ambíguas entre os grupos religiosos que compõem o movimento negro no Brasil, de modo que os chamados “processos de reafricanização” assumem perspectivas por vezes radicalmente distintas mas que, paradoxalmente, permitem estabelecer consensos na esfera pública. Nesta Sexta do Mês queremos refletir sobre os processos de (re/des)africanização da arte e da cultura produzidos no continente americano. Pensaremos a partir de duas etnografias produzidas no PPGAS/USP, “A cor da fé: ‘identidade negra’ e religião”, tese de Rosenilton Oliveira e “Entre o visível e o oculto: a construção do conceito de arte afro-brasileira”, dissertação de Hélio Menezes. Com eles, queremos nos perguntar: Quais os desafios observados no processo de classificação das produções artísticas e culturais de origem africana? O que velam e revelam as categorias que nomeiam produtos e produtores no campo da arte e das identidades culturais? A Sexta do Mês é um evento organizado pelos estudantes de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP, com apoio do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da FFLCH/USP. |
sextadomes@gmail.com | Sala 109 | Corpo discente da Pós-Graduação em Antropologia Social da FFLCH USP |
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Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia |