Relatório Divulgações
| Title | Tipos de divulgação | Tipo | Status | Início do evento | Final do evento | Departamento | Descrição | Anexos | Auditório / Sala / Outro local | Benefícios e valores | Como se inscrever? | Docente responsável pelo evento | Final da inscrição | Horários e carga horária | Imagem | Início da inscrição | Local do evento | Página do evento | Telefone | É necessário fazer inscrição? | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Conferências Breves: A eleição de 2018 e o risco autoritário no Brasil | Professor associado do Departamento de Ciência Política (DCP) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, possui graduação em Ciências Sociais (1980) e em Jornalismo pela USP (1986). É mestre (1993), doutor (1998) e livre-docente (2011) em Ciência Política pela USP. Foi secretário de Redação da Folha de S. Paulo (1987-88), porta-voz da Presidência da República (2003-2007) e secretário de Imprensa da Presidência da República (2005-2007). Atualmente, é coordenador do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania (Cenedic) e colunista da Folha de S. Paulo. Tem experiência em Comportamento Eleitoral, Teoria Política Moderna e Classes Sociais na Política Brasileira Contemporânea, atuando nas áreas de comportamento político, problemas da democracia e análise de classe da situação brasileira presente. Ingressou como docente no DCP em 1990. |
imprensama@usp.br | Rua Maria Antonia, 258/294 Vila Buarque – São Paulo, SP | André Singer |
|
Outro local | http://www.mariantonia.prceu.usp.br/conferencias-breves-aproximam-criancas-e-jo… | (11) 3123-5200 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| IV Oficina Práticas Utópicas | A Oficina Práticas Utópicas tem como objetivo constituir e consolidar, na universidade pública, um espaço de interlocução teórica e política com grupos, coletivos e movimentos sociais. Desenvolvida pela Rede Interdisciplinar de Pesquisadores (FFLCH/USP) desde 2017, em cooperação com o laboratório Sophiapol da Université Paris-Nanterre, a oficina vem acumulando debate e elaboração sobre as transformações, impasses e invenções políticas, vivenciados por estes atores nos últimos anos. Nesta edição, além das sessões com convidados, serão realizados encontros de leitura à luz dos materiais levantados e das discussões registradas pelas oficinas anteriores, colocando em perspectiva tanto os mecanismos e processos sociais de estruturação das diferentes formas de conduta e ação problematizadas até agora, quanto suas dinâmicas conjunturais e os efeitos sobre as respectivas estratégias. Isto é, trata-se de promover uma análise da atualidade neoliberal, examinando os instrumentos metodológicos e os recursos teóricos que permitiriam reconhecer e interpretar diferentes práticas de resistência em sua variação ideológica e heterogeneidade normativa. Com vistas a uma articulação abrangente, as sessões serão organizadas tematicamente e de acordo com o adensamento conceitual das noções de “experimentação ambiental” e “operador jurídico”. Ao final do ciclo, espera-se que uma legibilidade teórica coletiva seja iniciada e posteriormente aproximada e integrada às discussões da Rede Interdisciplinar de Pesquisadores. |
seminario.neoliberalismo.usp@gmail.com | Sala 118 | Nilton Ota |
|
Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | https://redepesq.hypotheses.org/ | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| Seminário Cosmologias | Ao produzir um discurso sobre o mundo, uma cosmologia, a ciência moderna cria também uma forma de observá-lo que assume uma divisão básica: somos observadores de um universo que existe independente de nós. Porém, ao mesmo tempo em que isso acontece, a cosmologia científica, além de ainda não ter conseguido construir um modelo fechado para o que procura representar, possui uma característica peculiar que perturba a ordem científica: sujeito e objeto de conhecimento são inseparáveis. Aquela estrutura de pensamento, própria à grande divisão da filosofia moderna ocidental entre sujeito e objeto, e indissociável da compreensão de que homens produzem Culturas, enquanto a Natureza é única, gera também um modo de viver. De acordo com as evidências das últimas décadas, e cada vez mais atuais, algo presente nessa maneira de viver vêm produzindo não apenas o óbvio esgotamento dos recursos naturais do planeta - gerando uma crise climática sem precedentes -, mas uma ampla crise de nossas vidas, que atinge as muitas dimensões na nossa existência - políticas, estéticas, afetivas. Ao nos aproximarmos de alguns regimes de pensamento estudados pela antropologia - disciplina que tem por objetivo traduzir em termos que nos sejam compreensíveis diferentes regimes de existência, e que vem nas últimas décadas apontando para aqueles problemas de forma enfática -, descobrimos maneiras radicalmente outras de pensar o cosmos, outras cosmologias. De que modo esse encontro com a alteridade nos obriga e ajuda a repensar nossos modos de conhecer e agir? Os modos de vida indígenas têm ocupado um papel central nesta discussão, à medida em que a compreensão das filosofias ameríndias revela como, de seu ponto de vista, a própria separação entre homem e natureza, da qual falamos acima, perde sentido. Radicalizando o compromisso de “levar a sério” o pensamento dos sujeitos que estuda, alguns antropólogos vêm defendendo que esses outros discursos sobre o cosmos não podem ser tratados como visões alternativas sobre um mesmo (o nosso) mundo, mas outros mundos em si mesmos. No sentido de imaginar ainda outros modos de existência possíveis, as diversas práticas artísticas, que também se configuram como diálogos do ser humano com seu ambiente, ocupam um lugar de liberdade que pode nos transportar para um perto-longe de nós mesmos, criando condições de se refletir e viver em meio às questões colocadas por nossas experiências. Entre tantas outras maneiras de compreendê-la, talvez seja possível pensar na arte como aquela que, através de suas diferentes práticas, tenta criar um discurso sobre um mundo que, já que ele mesmo, extrapola as fronteiras da linguagem. Assim, tomamos aqui a liberdade de usar o termo cosmologias para designar essas múltiplas - existentes ou imaginadas - formas de vida, colocando em diálogo ideias que vêm sendo desenvolvidas dentro da ciência, da antropologia e da arte a partir das práticas que definem cada um desses campos. Tendo em vista a necessidade que se coloca hoje diante de nós, e evidenciando as consequências que diferentes modos de pensar engendram, algumas questões surgidas desse questionamento geral deverão servir de guia para as reflexões e discussões que terão lugar ao longos dos três dias do encontro. Entre elas, estão: de que maneira a ciência moderna construiu a separação entre sujeito e objeto com a qual opera, e como essa divisão que acontece ali é parte fundadora do pensamento moderno? Como a cosmologia científica, a antropologia e a arte se posicionam diante dessa questão? Sobre que pressupostos a cosmologia científica estrutura o discurso científico sobre a origem do universo? De que maneira ela se diferencia da física enquanto prática científica? Como as variadas práticas de conhecimento indígenas lidam com isso que chamamos natureza? Que outras formas de organização política engendram? Quais as implicações políticas e estéticas dessas cosmologias? Qual o papel do pensamento mítico para essas e outras práticas? Qual o papel da arte no cenário em que vivemos hoje? De que maneira as práticas artísticas podem propor reflexões que lidem com a impossibilidade que temos de criar uma única imagem para o cosmos? Por fim, o que significa resistir - uma maneira mais elegante - para esses diferentes regimes de pensamento? Acreditamos que, a partir do encontro entre essas diferentes práticas, e que aqui escolhemos apenas algumas, pode ser possível refletir um pouco sobre nossos próprios pressupostos no sentido da busca de um caminho de re-união (coexistência?) entre homem e cosmos. *** Curadoria: Maria Borba (artista), Marina Vanzolini (antropóloga - usp) e João Paulo Reys (produtor audiovisual) |
centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br | Centro de Pesquisa e Formação Sesc - Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar Bela Vista - São Paulo. | Marina Vanzolini |
|
Outro local | https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/cosmologias | (11) 3254-5600 | Com inscrição prévia | ||||||||||||
| 50 Anos do Centro de Estudos Judaicos | O Centro de Estudos da Universidade de São Paulo está comemorando 50 anos. Nessa trajetória, centenas de acadêmicos e milhares de estudantes tiveram a oportunidade de conhecer e compartilhar a língua hebraica, a bíblia hebraica, as literaturas e as culturas judaicas e a sociedade israelense em suas várias manifestações em nível acadêmico de excelência. Gostaríamos de convidar a todos para celebrar este momento conosco. Segunda-feira, 23 de setembro de 2019, a partir das 19:30 PALESTRA COM CELSO LAFER * Na ocasião, será feita a apresentação dos planos do Centro de Estudos Judaicos da USP para os próximos anos, acompanhada de coquetel. Local: Restaurante Kasher do Clube A Hebraica. Rua Hungria, 1.000. São Paulo – SP Terça-feira, 24 de setembro de 2019, a partir das 14:00 SAUDAÇÕES DAS AUTORIDADES DA USP ABERTURA MESA 1 | OS ESTUDOS JUDAICOS NO BRASIL MESA 2 | OS ESTUDOS JUDAICOS NA USP Local: Sala 266 do Prédio de Letras da FFLCH-USP. Av. Prof. Luciano Gualberto, 403. Cidade Universitária. São Paulo – SP. |
cejudaic@usp.br | Prédio de Letras, Sala 266 | Marta Topel |
|
Outro local | Sem inscrição prévia | ||||||||||||||
| Palestra - Fenomenologia e Psicologia: Merleau-Ponty leitor de Piaget | Ministrante: Prof. Dr. Marcelo Carbone Carneiro |
eventosdf@usp.br | 2019_fenomenologia_e_psicologia.pdf | Sala 08 | Prof. Dr. Maurício Ramos |
|
Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | http://filosofia.fflch.usp.br/eventos/2110 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Imperdível, Raro Encontro com Damián Tabarovsky | No dia seguinte ao curso de difusão ministrado (confira em e.usp.br/e8d), Damián Tabarovsky e estudiosos de sua obra - Mauricio Salles Vasconcelos do DLCV/ECLLP, Tiago Cfer e Ciro Lubliner, pesquisadores do PPG-ECLLP e tradutores brasileiros do autor - farão um encontro em que propõem a continuidade da reflexão em torno das ideias propostas pelo pensador argentino. É, portanto, um desdobramento do conteúdo estudado no curso, aberta aos interessados, sem necessidade de inscrição prévia. O evento conta com apoio do Centro de Estudos das Literaturas e Culturas de Língua Portuguesa |
vasconcelosmauricio@hotmail.com | Sala 266 | Mauricio Salles Vasconcelos (PPG-ECLLP/DLCV) |
|
Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | ||||||||||||||
| X Jornada sobre Ensino-Aprendizagem de Línguas em Ambientes Virtuais (X JEALV) | O sucesso da iniciativa levou à realização do evento nos anos seguintes. Visando constituir um espaço de reflexão e de intercâmbio de experiências sobre o ensino e aprendizagem de línguas em ambientes virtuais, a JEALAV se consolidou como uma instância que reúne pesquisadores, professores, estudantes e profissionais interessados na discussão sobre a formação docente e discente nesse contexto, bem como sobre o desenvolvimento de metodologias e materiais inovadores para o ensino online e com uso de tecnologias. |
jealav.usp@gmail.com | Primeira Circular.01.pdf | Casa de Cultura Japonesa | Heloisa Brito de Albuquerque-Costa e Mônica Ferreira Mayrink O'kuinghttons |
|
Casa de Cultura Japonesa - Av. Prof. Lineu Prestes, 159 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | https://jealavusp.wixsite.com/jealav | Com inscrição prévia | ||||||||||||
| Lazzaro Spallanzani e a Filosofia Natural na Itália no Século XVIII | Nedham e Spallanzani realizaram séries coordenadas de experimentos que consideraram embasar suas posições na controvérsia pública, persistente e reconhecida pelos pares do século XVIII, sobre a origem dos “animálculos” das infusões. A controvérsia, não resolvida, tinha seu motor nas teses metafísicas de cada um, que estavam além do alcance experimental. Para Needham, tratava-se da força vegetativa da matéria orgânica, enquanto para Spallanzani, do cânone da individualidade biológica. |
chciencia@usp.br | 13-09-2019 - Lazaro Spallanzani.pdf | Sala Alfredo Bosi, Rua Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo | Gildo Magalhães dos Santos |
|
Outro local | http://e.usp.br/e94 | Com inscrição prévia | ||||||||||||
| Conferência: As "Humanidades Digitais" e os Ofícios da Memória | Em sua apresentação, a Profa Dra Maria Clara Paixão de Sousa (DLVC-FFLCH/USP) discutirá os impactos das assim chamadas "Humanidades Digitais" para as disciplinas interessadas centralmente na memória - como a filologia e a história. Atualmente, o grande desafio é o de lidar com um arquivo imenso e fundamentalmente disperso, que exige o domínio de um campo de técnicas específicas e que parece nos obrigar a uma nova hermenêutica do texto. Dessa maneira, a professora debaterá algumas experiências de enfrentamento desses desafios, para, examinando-as conjuntamente, tentar vislumbrar novos caminhos de pesquisa, nos quais as tecnologias mais recentes venham a somar-se aos saberes e práticas próprios do nosso ofício milenar de “ler o arquivo”. |
medieval@usp.br | Sala Didática Cátedra Jaime Cortesão | Marcelo Cândido |
|
Edifício Eurípedes Simões de Paula (Geografia e História) - Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | ||||||||||||||
| Palestra - Estudo Folclorista sobre Discriminação no Japão: o problema do buraku e a classe social nos contos antigos | A palestra será proferida pelo Prof. Dr. Ryohei Konta, pesquisador do IDE - JETRO e professor visitante da USP-EACH, e abordará o problema do buraku, discriminações originadas no sistema de estratificação social do período Edo (1603-1868), no Japão, e os aspectos que os contos antigos japoneses, ainda hoje transmitidos, refletem sobre a divisão em classes relacionada com a discriminação. Na primeira parte da exposição, serão tratadas as questões relacionadas com o buraku, como sua estrutura de discriminação em múltiplos estratos sociais, concepção básica da discriminação social, origem complexa da discriminação, a sua realidade histórica, etc., e na segunda parte, serão destacados alguns contos antigos japoneses, como Mogura no yomesagashi (“A procura da noiva da toupeira”), Yamada no Shiratakihime monogatari (“A história da princesa Shirataki de Yamada”) e Shinoda no Mori no Kuzu no Ha (“A Raposa Kuzu no Ha da floresta Shinoda”). A palestra será proferida basicamente em português (com projeções em japonês), mas sendo o expositor um pesquisador japonês enviado ao Brasil para fazer pesquisas em São Paulo, serão incluídas também explicações pontuais em japonês. |
cejap@usp.br | Palestra R.Konta resumo port.pdf | Sala 261 | Wataru Kikuchi | Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia |