Relatório Divulgações
| Title | Tipos de divulgação | Tipo | Status | Início do evento | Final do evento | Departamento | Descrição | Anexos | Auditório / Sala / Outro local | Benefícios e valores | Como se inscrever? | Docente responsável pelo evento | Final da inscrição | Horários e carga horária | Imagem | Início da inscrição | Local do evento | Página do evento | Telefone | É necessário fazer inscrição? | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Chamada para Comunicação - 3º Seminário: a língua portuguesa na educação, na literatura e na comunicação | A CPCLP – Comissão de Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa, vinculada à Câmara Brasileira do Livro (CBL), trabalha pela valorização da língua portuguesa e da cultura no Brasil, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e entre os falantes do português no mundo. Nesse sentido, o Seminário reúne pesquisadores e estudiosos que tenham como objeto de estudo e de pesquisa a língua portuguesa em suas interfaces com a Educação, com a Literatura e com a Comunicação. Na atual edição, o Seminário conta com importantes apoios institucionais e acadêmicos, dentre os quais o SESC São Paulo, o Instituto Camões, os Consulados Gerais em São Paulo de Portugal e de Cabo Verde, o CELP/FFLCH e os programas de pós-graduação em Letras das Universidades Mackenzie e PUC/SP. Como na edição passada, contaremos com a presença de professores da FFLCH coordenando mesas de comunicação e intermediando debates com escritores estrangeiros convidados. Público-alvo: acadêmicos, pesquisadores, estudantes, professores, escritores e interessados em Língua Portuguesa. Os pesquisadores interessados em participar com apresentação de comunicação devem encaminhar o texto do resumo, no formato .doc ou .docx, seguindo as seguintes normas: Número e título do Seminário alinhado à esquerda. 1. Nome(s) do(s) autor(es) por extenso, iniciando com apenas o último sobrenome em caixa alta, alinhado (s) à direita e duas linhas abaixo do título. Período de inscrições: 24 de junho a 16 de agosto de 2019. |
francis@edicoes.sescsp.org.br | Centro de Pesquisa e Formação do Sesc | Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar, Bela Vista SAO PAULO | CEP: 01313-020 | Fabiana Carelli, Maria Zilda da Cunha, Benjamin Abdala Junior, Avani Souza Silva |
,
|
Outro local | http://bit.ly/2Y9gjRj | Com inscrição prévia | |||||||||||||
| Curso: Compreensão e produção oral em francês em contexto | Com base em documentos autênticos, este curso tem a finalidade de se trabalhar, sobretudo, a produção e a compreensão oral em francês. O curso tem duração 45h com emissão de certificado. |
agenda@usp.br | Sala a definir | Aline Hitomi Sumiya - Doutoranda em francês - FFLCH USP |
|
Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | http://sce.fflch.usp.br/node/3111 | (11) 3091-4645 | Com inscrição prévia | ||||||||||||
| 100 Anos da Internacional Comunista (1919-2019) | 100 ANOS DA INTERNACIONAL COMUNISTA (1919-2019) Simpósio Internacional Programação Quarta-Feira 16 de outubro 9:00 (AH): INTERNACIONAL SOCIALISTA, REVOLUÇÃO RUSSA E TERCEIRA INTERNACIONAL: Osvaldo Coggiola – Debatedor: Rodrigo Ricupero 9:00 (AG): O PARTIDO COMUNISTA NA HISTÓRIA DO BRASIL: José Salles – Augusto Bonicuore – Sofia Manzano – Lucca Maldonado – Frederico Falcão 9:00 (ANS): OS ARQUIVOS E O ESTUDO DA INTERNACIONAL COMUNISTA: Bernhard Bayerlein – Debatedor: Daniel Gaido 9:00 (AMS): INTERNACIONAL COMUNISTA E REVOLUÇÃO LATINO-AMERICANA: Deni Rubbo – Yuri Martins Fontes – Claudia Romero – Mariano Schlez 14:00 (AH): O ANARQUISMO E A INTERNACIONAL COMUNISTA: Ricardo Rugai – Acácio Augusto – Marly Viana – Felipe Correa – Elvio Rodrigues Martins 14:00 (AG): COMUNISMO E INTELECTUALIDADE BRASILEIRA: Francisco Alambert – Marcelo Ridenti – Paulo Barsotti – Marcos Antonio Silva – Pedro Pomar 14:00 (ANS): AS EDITORAS DA INTERNACIONAL COMUNISTA: Dainis Karepovs – Marisa Midori – Lincoln Secco – Flamarion Maués – Felipe Lacerda 14:00 (AMS): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A CHINA: José Rodrigues Mao Jr – Andrea Longobardi – Aldo Sauda – Francisco Prandi 14:00 (CAPH): A EDUCAÇÃO NA INTERNACIONAL COMUNISTA: Carlos Bauer – Debatedores: Cássio Diniz – Ítalo de Aquino 17:30 (AH): A INTERNACIONAL COMUNISTA E OS PAÍSES ÁRABES: Soraya Misleh – Debatedor: Reginaldo Nasser 17:30 (AG): GRAMSCI, O PC ITALIANO E A INTERNACIONAL COMUNISTA: Deise Rosalio - Bernardo Ricupero – Alvaro Bianchi – Lincoln Secco 17:30 (ANS): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A QUESTÃO NEGRA: Wilson H. Da Silva – Eduardo Januário – Gisele Sifroni – Geferson Santana 17:30 (AMS): LUIS EMILIO RECABARREN E O PARTIDO COMUNISTA CHILENO: Horacio Gutiérrez – Debatedora: Gabriela Pellegrino 19:30 (AH): A INTERNACIONAL COMUNISTA ENTRE LÊNIN E STALIN: Bernhard Bayerlein – Debatedor: Osvaldo Coggiola 19:30 (AG): HUNGRIA 1919: A REPÚBLICA DOS CONSELHOS OPERÁRIOS: Tibor Rabockzai – Debatedor: Milton Pinheiro 19:30 (ANS): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A INSURREIÇÃO DE 1935: Marly Viana – Gilberto Maringoni – Elizabeth Cancelli – Maria Aparecida de Paula Rago 19:30 (AMS): INTELECTUAIS E INTERNACIONAL COMUNISTA: Deni Rubbo – Alessandro Soares – Marcos Del Roio – Muniz Gonçalves Ferreira Quinta-Feira 17 de outubro 9:00 (AH): A INTERNACIONAL COMUNISTA DO ESPORTE (SPORTINTERN): Flávio de Campos – Debatedor: Benedito Carlos Libório Caires Araújo 9:00 (AG): INTERNACIONAL COMUNISTA E REVOLUÇÃO ALEMÃ: Valério Arcary – Ricardo Musse – Felipe Lacerda – Edgardo Loguercio 9:00 (ANS): O COMUNISMO E AS ARTES: Rafael Padial – Flo Menezes – Andrea Duprat – Clara Figueiredo 9:00 (AMS): O PARTIDO COMUNISTA DA UNIÃO SOVIÉTICA (PCUS) E A INTERNACIONAL COMUNISTA: Angelo Segrillo – Debatedor: Henrique Canary 14:00 (AH): AS MULHERES NA INTERNACIONAL COMUNISTA: Daniel Gaido – Diana Assunção – Daniela Mussi – Marcela Piloto Proença – Erika Andreassi 14:00 (AG): A COMINTERN, JULIO ANTONIO MELLA E A REVOLUÇÃO CUBANA: Luiz Bernardo Pericás – Joana Salém – Ramón Peña Castro – José Rodrigues Mao Júnior – Pedro Monzón 14:00 (ANS): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A QUESTÃO NACIONAL E COLONIAL: Lúcio Flávio de Almeida – André Kaysel – Angelica Lovatto – Muniz Gonçalves Ferreira 14:00 (AMS): O PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS E O ESTADO NOVO: Lincoln Secco – Eloísa Aragão – Maria Candelária Volponi Moraes – Ildefonso Garcia 14:00 (CAPH): O PARTIDO COMUNISTA NO URUGUAI: Nicolas Marrero – Debatedor: Frederico Bartz 17:30 (AH): DA TERCEIRA À QUARTA INTERNACIONAL: Eduardo Almeida – Daniel Gaido – Pedro Gava – André Ferrari – Ítalo de Aquino 17:30 (AG): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A QUESTÃO DO PARTIDO ÚNICO: Ângela Mendes de Almeida – Debatedora: Isabel Loureiro 17:30 (ANS): WILLI MÜNZENBERG, A COMINTERN E A LIGA ANTI-IMPERIALSTA: Bernhard Bayerlein – Debatedora: Rosa Rosa Gomes 17:30 (AMS): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A CRISE ECONÔMICA DE 1929: Artur Araújo – Sofia Manzano – Fernando Leitão – Luiz Eduardo Simões de Souza – Alessandro Moura – Ana Paula Salviatti 17:30 (CAPH): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A QUESTÃO JUDIA: Saul Kirschbaum – Debatedor: Nachman Falbel 19:30 (AH): TROTSKY E A INTERNACIONAL COMUNISTA: Jorge Altamira – Debatedor: Gilson Dantas 19:30 (AG): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A REVOLUÇÃO BRASILEIRA: Marly Viana – Luiz Bernardo Pericás – Carlos Fernando de Quadros – Murilo Leal Pereira 19:30 (ANS): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A GUERRA CIVIL ESPANHOLA: Antonio Rago – Ana Lúcia Gomes Muniz – Fernando Camargo – Horacio Gutiérrez – Ramón Peña Castro 19:30 (AMS): MARIGHELLA E A INTERNACIONAL COMUNISTA: Emiliano José – Takao Amano – Edson Teixeira – Milton Pinheiro – Yang B. Chung 19:30 (CAPH): A NOVA ESQUERDA E A INTERNACIONAL COMUNISTA: Juliano Medeiros – Jean Tible – Vinicius Moraes da Cunha Sexta-Feira 18 de outubro 9:00 (AH): MARIÁTEGUI: UM COMUNISMO INDOAMERICANO? John Kennedy Ferreira – Debatedor: Henrique Carneiro 9:00 (AG): A INTERNACIONAL COMUNISTA E A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL: José R. Mao Jr – Rodrigo Medina Zagni – André Ferrari – Diogo Fagundes – Roberio Paulino 9:00 (ANS): DA FRENTE ÚNICA OPERÁRIA ÀS FRENTES POPULARES: Daniel Gaido – Antonio Carlos Mazzeo – Martin Hernández – Marcos Del Roio 9:00 (AMS): A ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA INTERNACIONAL COMUNISTA: Edgardo Loguercio – Debatedor: Mauro Iasi 14:00 (AH): A INTERNACIONAL SINDICAL VERMELHA (PROFINTERN): Antonio Bertelli – Ricardo Antunes – Julio Turra – Ruy Braga 14:00 (AG): O KOMINFORM E A GUERRA FRIA: Henrique Canary – Rodrigo Medina Zagni – Aldo Sauda – Breno Altman 14:00 (ANS): 1931: A PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO COMUNISTA EM EVENTOS CIENTÍFICOS NO OCIDENTE: João Zanetic – Debatedor: Gildo Magalhães 14:00 (AMS): A INTERNACIONAL COMUNISTA E O FASCISMO: Regina Gadelha – Jorge Altamira – Maurício Parisi – Valério Arcary – Alessandro Moura 14:00 (CAPH): DO EUROCOMUNISMO AO NEOLIBERALISMO: Luiz Renato Martins – Milton Pinheiro – Luiz Motta – Mauro Iasi 17:30 (AH): A INTERNACIONAL COMUNISTA NA ARGENTINA: Mariano Schlez – Debatedores: Fernando Sarti Ferreira – Eduardo de Souza Cunha 17:30 (AG): JOHN REED E A INTERNACIONAL COMUNISTA NOS EUA: Sean Purdy – Debatedores: Luiz Bernardo Pericás – Lucca Maldonado 17:30 (ANS): A INTERNACIONAL COMUNISTA E O SOCORRO OPERÁRIO INTERNACIONAL: Bernhard Bayerlein – Debatedor: Nicolás Marrero 17:30 (AMS): ROSA LUXEMBURGO E A INTERNACIONAL COMUNISTA: Isabel Loureiro – Rosa Rosa Gomes – Gilson Dantas – Diana Assunção 17:30 (CAPH) A INTERNACIONAL DA JUVENTUDE COMUNISTA: Dainis Karepovs – Debatedor: Fernando Garcia 19:30 (AH): INTERNACIONALISMO PROLETÁRIO HOJE: Valter Pomar – Jorge Altamira – Edmilson Costa – Plinio de Arruda Sampaio Jr – Virginia Fontes 19:30 (AG): OS ECONOMISTAS DA INTERNACIONAL COMUNISTA: Apoena Cosenza – Luiz Eduardo Simões de Souza – José Menezes Gomes – Daniel Feldmann – Alberto Handfas 19:30 (ANS): STALIN E A INTERNACIONAL COMUNISTA: Breno Altman – Gilson Dantas – Everaldo Andrade – Marcos Del Roio 19:30 (AMS): COMUNISMO E CINEMA: Thyago Vilella – Marcela Fleury – Peterson Pessoa – Fernando Frias AH: Anfiteatro de História – AG: Anfiteatro de Geografia – ANS: Auditório Nicolau Sevcenko – AMS: Auditório Milton Santos – CAPH: Centro de Apoio à Pesquisa Histórica |
coggiola@usp.br | Simpósio 100 Anos Internacional Comunista.pdf | Auditórios de História e Geografia; Auditório Nicolau Sevcenko; Auditório Milton Santos; CAPH | Osvaldo Coggiola |
|
Edifício Eurípedes Simões de Paula (Geografia e História) - Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | http://www.internacionalcomunista.fflch.usp.br | (11) 3091-0298 | Com inscrição prévia | |||||||||||
| Lançamento do livro - Línguas Indígenas: tradição, universais e diversidade | Este livro apresenta ao leitor o tema línguas indígenas, com dois objetivos imediatos: (1) informar os resultados de pesquisas recentes sobre línguas brasileiras em uma linguagem acessível ao leitor universitário; (2) estimular o surgimento de novos estudiosos e ativistas das línguas indígenas, para que o quadro de ameaça em que elas se encontram atualmente possa ser revertido. |
storto@usp.br | Livraria Martins Fontes, Paulista | Luciana Raccanello Storto |
|
Outro local | (11) 9965-8938 | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| Pós Flip: Walnice Nogueira Galvão | Os sertões – marco fundamental nos estudos sobre a formação do imaginário nacional, ao lado de Casa-grande e senzala e Raízes do Brasil – foi escrito a partir de um trabalho jornalístico sobre a rebelião de Canudos, liderada por Antonio Conselheiro e duramente reprimida pelo governo. Baseada em teorias deterministas em voga na época, a obra aborda cientificamente a influência do meio sobre o homem, como mostra a própria estrutura dos capítulos: “A Terra”, “O Homem”, “A Luta”.Parte da riqueza do livro reside no fato de ele retratar a mudança de opinião do escritor que, movido por um espírito patriótico e republicano, via com maus olhos a revolta dos “fanáticos” defensores da monarquia, alinhado ao restante da elite letrada, que não tolerava a insurgência de um grupo, considerando-a uma ameaça ao projeto civilizatório do Brasil, do qual o ideal positivista de “ordem e progresso” era o lema. Dificilmente classificável, devido à mescla de jornalismo, literatura e estudo sociológico, o livro adianta temas-chave do Modernismo e tem como um de seus legados a incorporação do ponto de vista local – nesse caso, do Brasil profundo –, por meio de uma linguagem grandiosa e repleta de contrastes. “O sertanejo é, antes de tudo, um forte” impôs um novo modo de se pensar o brasileiro, e tornou-se referência histórica incontornável para as discussões sobre identidade nacional a partir de então. Além do texto estabelecido por Walnice Nogueira Galvão, a edição conta com uma extensa fortuna crítica, as cadernetas de campo de Euclides da Cunha e um conjunto de imagens de Flávio de Barros, único registro fotográfico conhecido do conflito. Com Walnice Nogueira Galvão Mediação: Schneider Carpeggiani Após a palestra, haverá sessão de autógrafos dos livros: "No Calor da Hora" (Ed. CEPE) "Os Sertões", edição crítica (Ed. UBU) |
wngalvao@uol.com.br | Livraria da Vila (unidade Fradique) - Rua Fradique Coutinho, 915 - Pinheiros - São Paulo-SP | Walnice Nogueira Galvão |
|
Outro local | https://livrariadavila.com.br/event/97736/ | (11) 3814-5811 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Territórios e escalas geográficas no compartilhamento de recursos hídricos: o estudo da bacia transfronteiriça do Prata | O compartilhamento de recursos hídricos entre Estados nacionais é um tema de grande relevância na pauta ambientalista e geopolítica da atualidade. É estimado que cerca de 40% da população mundial seja abastecida e 40% da superfície terrestre esteja situada em bacias hidrográficas compartilhadas por um ou mais países. No total, são 286 bacias hidrográficas que se encontram nesta situação, contendo porções do território de 151 países. Este é um tema que tem sido abordado e analisado em diversos campos do conhecimento, entre eles, as Relações Internacionais, o Direito Internacional e a Ecologia Política. No entanto, nesta palestra pretendemos desdobrar a análise desta problemática a partir de conceitos caros à Geografia Política: os conceitos de território e escala. A escolha destes dois conceitos está associada à sua importância nos debates sobre os diferentes modelos de governança dos recursos hídricos, assim como as formas de construir políticas de cooperação e/ou conflito entre Estados nacionais. No caso do conceito de território, ele é empregado ao analisar ações para a gestão de recursos hídricos. A escolha de territórios de gestão, como cursos d’água, bacias hidrográficas ou a calha de rios está ligada com a capacidade de controlar os atributos do sistema hidrológico. Além disso, no caso de águas transfronteiriças, entra em jogo a possibilidade da perda, cessão ou compartilhamento da soberania sobre territórios e águas compartilhadas. Por outro lado, o conceito de escala mostra grande relevância nas discussões sobre a governança da natureza e dos seus recursos. A produção e a operacionalização de escalas para a governança de águas transfronteiriças passa pela identificação de processos ecológicos e sociais. O conceito de escala é bastante confundido com um de seus atributos, a extensão, ou seja, a área que ocupa um fenômeno sobre a superfície. Porém, este é apenas um atributo para a observação de uma escala geográfica, junto com o nível e as relações. No caso da governança de águas transfronteiriças, o último atributo tem grande relevância, pois, dada a extensão e o nível da escala construída, um conjunto distinto de atores sociais estarão se relacionando para governar as águas. A análise destes dois conceitos ocorrerá por meio de casos em bacias hidrográficas transfronteiriças na América do Sul. No geral, esta região apresenta um cenário de abundância relativa no contexto de distribuição da água no globo. Mesmo assim, casos de disputas sobre alocação e qualidade da água, assim como iniciativas de cooperação para projetos de infraestrutura e de governança compartilhada criaram uma realidade de intensas interações políticas em torno das águas superficiais sul-americanas. Consideramos que, a partir da análise proposta por meio dos conceitos de territórios e escalas podemos contribuir com a evolução do conhecimento sobre a realidade da América do Sul, assim como identificar o papel da Geografia Política neste debate. |
luis_paulo_silva@usp.br | Sala de vídeo do departamento de Geografia | Prof. Dr. Wagner Costa Ribeiro |
|
Edifício Eurípedes Simões de Paula (Geografia e História) - Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | ||||||||||||||
| Chamada de Trabalhos - IV Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP | A chamada de trabalhos para o IV Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP está aberta de 01 a 20 de julho de 2019. ATENÇÃO: Este ano o evento é temático. Só serão aceitos trabalhos relacionados ao tema "Jürgen Habermas e seus críticos". O IV Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP acontecerá nos dias 06, 07 e 08 de novembro de 2019. Datas importantes: Para acessar o edital completo: http://www.filosofia.fflch.usp.br/eventos/1997 |
grite.teoriacritica@gmail.com | a definir | Profs. Drs. Luiz Sérgio Repa e Rúrion Melo | Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | http://www.filosofia.fflch.usp.br/eventos/1997 | Com inscrição prévia | ||||||||||||||
| Antropologia e Intervenção Social no campo da Educação | O curso se propõe a oferecer um espaço para a reflexão e a troca de experiências sobre as confluências entre a Antropologia Social e a Educação, em distintos contextos socioculturais e de aprendizagem, com especial atenção a processos de aplicação do saber antropológico e da intervenção socioeducativa. A atividade faz parte do convênio internacional entre a FFLCH/USP e a UAB. As aulas serão ministradas em espanhol. Total de 16 horas, com entrega de certificado. |
antropoeducaUSP@gmail.com | Pepi_Soto.pdf | Local a ser divulgado posteriormente | Silvana de Souza Nascimento |
|
Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Com inscrição prévia | |||||||||||||
| Autoria e autoridade na historiografia: modelos antigos, dilemas modernos | Autoria e autoridade na historiografia: modelos antigos, dilemas modernos 11 e 12 de julho de 2019, no Auditório Nicolau Sevcenko, Departamento de História-FFLCH/USP Evento do LEIR-MA organizado em parceria com a Unirio, Newcastle University e British Academy. Gratuito, inscrições no local. Conferencistas principais: John Marincola (FSU) e Roger Chartier (EHESS). |
guarinel@usp.br | Auditório Nicolau Sevcenko | Norberto Luiz Guarinello |
,
,
|
Edifício Eurípedes Simões de Paula (Geografia e História) - Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | (11) 4825-5402 | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| Palestra: Pode o bem-estar social substituir os salários na África do Sul? Subsídios governamentais e formas de futuro em um assentamento rural | Palestra: Pode o bem-estar social substituir os salários na África do Sul? Subsídios governamentais e formas de futuro em um assentamento rural BERNARD DUBBELD No fim da década de 1990, o governo da África do Sul reorganizou o bem-estar social, oferecendo apoio a idosos, pessoas com deficiência e a crianças. Essa reorganização ampliou substancialmente o alcance de transferências monetárias e, com mais de 60 milhões de benefícios pagos, o Instituto sul-africano de Relações Raciais sugere que hoje mais pessoas recebem subsídios do que salário. Nesse paper, examino como os subsídios se tornaram parte da vida material e moral de um assentamento rural. Tomando a provocação de James Ferguson (2014), para quem pagamentos de renda básica poderiam “substituir o trabalho”, eu demonstro etnograficamente que subsídios parecer ter efeitos sociais diferentes daqueles do trabalho, especialmente em respeito às tensões de gênero e geracionais que parecem acompanhar esses pagamentos, sendo benefícios frequentemente compreendidos por homens como minando sua autoridade no lar. No entanto, se esses efeitos podem estabelecer as bases para um novo tipo de sociedade, eu sugiro que uma comparação adequada entre salários e benefícios deve levar a sério o futuro que trabalho assalariado prometeu, e em torno do qual, mesmo na África do Sul, muitos imaginaram a possibilidade de uma vida melhor. Ainda que entenda como correta a observação de Ferguson (2013) segundo a qual transferências de dinheiro possibilitam oportunidades políticas e animam reavaliações de dependência e independência, eu argumento que subsídios, até o momento, não estabeleceram um novo tipo de socialidade que seja capaz de transcender o trabalho assalariado. Ao contrário, no que se refere a benefícios serem úteis para o presente mas não serem uma forma de fazer um futuro, meus informantes apontam para transferências monetárias como momentaneamente substituindo o trabalho assalariado, e não, tomando definitivamente seu lugar. |
thaistiriba@usp.br | Sala 08 | Laura Moutinho |
|
Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia |
,
,
,