Relatório Divulgações

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Lendo Auguste Comte, a partir do Brasil, para além dele: engenheiros politécnicos e militares na crise do império

O evento será ministrado pelo professor Rogério Monteiro Siqueira, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, com realização do Laboratório de Estudos de Cartografia Histórica (LECH) e Cátedra Jaime Cortesão.

cjc@usp.br Cátedra Jaime Cortesão, Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária, São Paulo Iris Kantor http://cjc.fflch.usp.br (11) 3091-2101 Sem inscrição prévia
Encontro “Tradução dos Clássicos no Brasil”

Dias 4 e 5 de maio, das 9h00 às 19h30, acontece a quarta edição do Encontro “Tradução dos Clássicos no Brasil”, organizado pela Casa Guilherme de Almeida – integrante da Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis. O tema deste ano é Tradução & Emulação, que propõe a exploração do assunto tanto no plano da reflexão teórica, como no da prática da tradução e da emulação de poéticas tradicionais.

Têm crescido, atualmente, as propostas de tradução que buscam imitar a versificação e a dicção clássicas, bem como suas possibilidades de performance. Também se torna cada vez mais evidente a prática da apropriação, em obras contemporâneas, de gêneros e estéticas canônicas. A partir dessa reflexão, surgiu a ideia de abordar o tema nesta edição, que será coordenada por Marcelo Tápia, diretor dos Museus-Casas Literários. As inscrições podem ser feitas no site do museu.

A Casa Guilherme de Almeida tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal, por meio de seu Programa de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro.

contato@casaguilhermedealmeida.org.br v4Release_Casa Guilherme de Almeida_Encontro Tradução dos Clássicos no Brasil.pdf Casa Guilherme de Almeida - Rua Cardoso de Almeida, 1943 Marcelo Tápia http://www.casaguilhermedealmeida.org.br/programacao/ver-programacao.php?idprog… (11) 3673-1883 Com inscrição prévia
XXIV Encontro Estadual de História da ANPUH-SP

A ANPUH-SP tem a satisfação de convidar a comunidade acadêmica para o XXIV Encontro Estadual, que ocorrerá de 3 a 6 de setembro de 2018, na Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, campus Guarulhos, São Paulo, que sediará pela primeira vez esse importante evento científico, reunindo historiadores, pesquisadores, professores do ensino superior, médio e fundamental e estudantes de São Paulo e demais estados brasileiros.

O tema História e Democracia: precisamos falar sobre isso, escolhido no encontro de Assis-2016, não poderia ser mais apropriado para o tenso momento que atravessamos no Brasil e no mundo com polarização de posicionamentos políticos, precarização de direitos sociais, novas demandas sócio-políticas, intolerâncias de toda ordem, manifestações de conservadorismo, recrudescimento dos discursos privatistas, desvalorização de universidades e escolas públicas, além de ameaças concretas ao ensino de história como disciplina escolar do currículo da Educação Básica, que traz incertezas para os profissionais de história em todas as áreas e níveis de atuação. Enfim, não nos parece exagero afirmar que aspectos entendidos como centrais à democracia e supostamente consolidados tornam-se ameaçados trazendo riscos à jovem democracia brasileira.

Tomando como correta a assertiva de Robert Darnton, segundo a qual se “rompermos todo o contato com mundos perdidos, estaremos condenados a um presente bidimensional e limitado pelo tempo; achataremos nosso próprio mundo” (Boemia Literária e Revolução. São Paulo: Cia das Letras, 1987, p. 7), é urgente falarmos sobre isso, sobre história e democracia, suas implicações, possibilidades, pressupostos e riscos.

Busca-se qualificar o debate sobre esse tema tão urgente estabelecendo nexos com o passado e com processos de transformação históricos, difundindo e produzindo conhecimento através de conferências, seminários temáticos, mesas redondas, cursos, pôsteres, Fórum de Graduação e assembleias. Da mesma forma, avaliar e propor encaminhamentos sobre nosso campo de atuação profissional, na sala de aula da Educação Básica, nos cursos de Graduação e Pós-Graduação (acadêmica e profissional) e em acervos de instituições de custódia.

anpuhsp@usp.br Universidade Federal de São Paulo - Campus Guarulhos Professora Sylvia Bassetto Larocca http://www.encontro2018.sp.anpuh.org (11) 3091-3047 Com inscrição prévia
Lançamento: Desatando nós, de Hudinilson Urbano

A obra é fruto de 14 anos de pesquisas do professor Hudinilson Urbano e traduz a experiência humana dos ditos populares em linguagem acessível 

 

Todo mundo já ouviu expressões como “acertar na mosca”, “com a pulga atrás da orelha”, “toma lá, dá cá”, “entrar de gaiato”, entre outras do nosso cotidiano.

 

Mais de 500 páginas dessas frases e ditos populares estão reunidas no livro Dicionário brasileiro de expressões idiomáticas e ditos populares: desatando nós (Cortez Editora, 2018, R$ 79,00), do professor Hudinilson Urbano, docente aposentado do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da FFLCH USP.

O lançamento será nesta quinta-feira (26/04), às 18h30, no Teatro da Universidade Católica de São Paulo (Tuca), na Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes, São Paulo.

A obra é fruto de 14 anos de pesquisas do professor Urbano, e aborda a história, folclore e sentido dos ditos populares brasileiros. O objetivo é oferecer ao leitor a descoberta de conteúdos semântico-gramaticais para “desatar os nós” dos sentidos dessas expressões do nosso cotidiano.

O prefácio, escrito por Evanildo Bechara, gramático, filólogo e membro da Academia Brasileira de Letras, ressalta o trabalho do autor na investigação dos segredos de frases feitas, discursos e provérbios que traduzem a experiência humana em linguagem acessível.

O autor

Nascido em Jaboticabal, o professor Hudinilson Urbano, é bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da USP e doutor em Letras, na área de Filologia e Língua Portuguesa, pela FFLCH USP, onde é professor e pesquisador do Departamento de Letras, Clássicas e Vernáculas.

É coautor da obra Gramática do português culto falado no Brasil (2006), entre outros livros. Também participou como um dos organizadores e coordenadores da coletânea de artigos e depoimentos Dino Preti e seus temas: oralidade, literatura, mídia e ensino(2001), que concorreu ao Prêmio Jabuti em 2002.

sac@cortezeditora.com.br Teatro da Universidade Católica de São Paulo (Tuca). Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes, São Paulo Hudinilson Urbano http://www.cortezeditora.com.br/ (11) 3864-0111 Sem inscrição prévia
Macunaíma 90 anos

A Tapera Taperá, um pequeno espaço cultural sem fins lucrativos no centro histórico de São Paulo, promove, no dia 28 de abril, sábado, às 15h, evento em comemoração aos 90 anos da publicação de Macunaíma.

A celebração será aberta pela Professora Priscilla Figueiredo, docente do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da FFLCH USP, que apresentará diferentes visões de Macunaíma. O crítico Eduardo Sterzi conversará com o público sobre "o que resta depois do não: Macunaíma e nosso tempo de fantasmas". Iara Rennó e Gustavo Piqueira discutirão adaptações de Macunaíma para as artes. Haverá também leitura de poemas de Mário de Andrade e um pocket-show com a cantora Iara Rennó.

O encontro é aberto e gratuito. Aqui você pode conferir o evento no Facebook, e em anexo segue convite com a programação. 

A Galeria Metrópole fica próxima à Biblioteca Mário de Andrade e à Praça da República. 

 
eventos@taperatapera.com.br Galeria Metrópole. Av. São Luiz, 187, 2º andar, loja 29, São Paulo Priscila Figueiredo http://taperatapera.com.br/ (11) 3151-3797 Sem inscrição prévia
Chamada de trabalhos: III Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da FFLCH USP

A Comissão Organizadora torna público o edital de abertura de inscrições e estabelece normas relativas à participação de pesquisadores(as) no III Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP. O evento ocorrerá nos dias 03, 04 e 05 de outubro de 2018. Cada mesa tem como comentador(a) um(a) pesquisador(a) com experiência na área, possibilitando debates e estímulos às pesquisas em andamento.

Neste ano, o Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP será, pela primeira vez, temático. Ou seja, só serão aceitos trabalhos que dialoguem com a proposta de tema do evento. Dessa forma, o Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP, em sua terceira edição, terá como tema “Crítica, política e movimentos sociais”.

As inscrições devem ser realizadas entre 05 e 15 de maio de 2018.
Para se inscrever, é necessário enviar, para o e-mail grite.teoriacritica@gmail.com, um resumo de no máximo 300 palavras, em formato PDF, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento simples, constando nome completo, departamento ou programa do qual faz parte, orientador(a) e título da comunicação.

grite.teoriacritica@gmail.com III Encontro de Teoria Crítica e Filosofia Política da USP.pdf - Luiz Sérgio Repa, Rúrion Soares Melo Com inscrição prévia
Seminário: Política e Gestão na Redução das Desigualdades em Saúde no Brasil

Em 2018, um balanço sobre a contribuição do sistema público de saúde à redução das desigualdades em saúde é mais que bem-vindo. Neste ano, comemoramos 40 anos de Alma Ata, 30 da promulgação do SUS e o Centro de Estudos da Metrópole - CEM/Cepid fecha um ciclo de estudos sobre os fatores que afetam a trajetória recente das desigualdades no Brasil.

A proposta do seminário “Política e Gestão na Redução das Desigualdades em Saúde o Brasil” é promover um diálogo aberto e qualificado entre pesquisadores e gestores públicos acerca dos avanços e desafios no campo do enfrentamento das desigualdades em saúde. Serão apresentados e discutidos resultados de pesquisa sobre a trajetória dessas desigualdades e as políticas públicas que têm sido implementadas para enfrenta-las.

O evento é aberto a todos, sem necessidade de inscrição prévia e será realizado entre 9h e 17h30, na quarta-feira 9/5/2018 no Auditório 118, do Prédio de Filosofia e Ciências Sociais, da FFLCH USP.

Programa

9h - 9h30 - Abertura

9h30 – 11h00 - Medindo as desigualdades em saúde
•Um panorama das Desigualdades em Saúde no Brasil, Célia Landmann Szwarcwald, ICICT/Fiocruz
•Desigualdades em Saúde e Povos Indígenas no Brasil, Carlos Coimbra Jr/ Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fiocruz
•Iniquidades raciais na mortalidade nas regiões de saúde paulistas, Anna Volochko, Instituto de Saúde, Estado de São Paulo
•Debatedor: Romulo Paes, Fiocruz

11h00 –12h30 - Enfrentando as desigualdades em saúde - Atenção Primária à Saúde
•Atenção Primária e redução das desigualdades em saúde no Brasil: passado, presente e futuro no contexto da austeridade fiscal, Davide Rasella, Instituto Gonçalo Muniz, Fiocruz, Salvador/Instituto de Saúde Coletiva UFB
•Gerindo a APS: em busca da universalidade, equidade e integralidade, Rejane Calixto Gonçalves, coordenadora da APS do Município de São Paulo
•Debatedor: Alex Shankland, Institute of Development Studies (Reino Unido)

12h30 – 14h00 – Almoço

14h00 – 15h30 - Desigualdades em saúde – Principais resultados do CEM
•Marta Arretche, USP, CEM
•Vera Schattan P Coelho, CEM/CEBRAP, UFABC
•Debatedor: Gerry Bloom, Institute of Development Studies (Reino Unido)

15h30 – 17h30 - Enfrentando as desigualdades em saúde – Ampliando a Governança
•Os Desafios da Regionalização, Ana Luiza Viana, Faculdade de Medicina, USP
•Participação social no SUS e Desigualdade, José Luiz Telles, Fiocruz
•Qual o papel da linha de frente na implementação do PMAQ e como a implementação afeta o comportamento na prática de saúde, Fabiana da Cunha Saddi, Universidade Federal de Goiás (Por vídeo)
•Debatedora: Denise Namburete (N’Weti, Moçambique)

ximena@cmetropole.org.br Prédio de Filosofia e Ciências Sociais (sala 118). Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, Cidade Universitária, São Paulo Marta Arretche http://web.fflch.usp.br/centrodametropole/1338 (11) 5574-0399 Sem inscrição prévia
Conferência e Workshop com Tiago dos Reis Miranda, Universidade de Évora

Conferência e Workshop, com Tiago C.P. dos Reis Miranda, professor da Universidade de Évora.
A Cátedra Jaime Cortesão da FFLCH USP/Camões – Instituto da Cooperação e da Língua receberá o Prof. Dr. Tiago C.P. dos Reis Miranda, do Centro Interdisciplinar de História, Cultura e Sociedades (CIDEHUS), da Universidade de Évora, para Conferência e Workshop a serem realizados no início do mês de maio.

Programação:

02/05/2018 (quarta-feira)
14:30 – Conferência
Título: “As livrarias de D. João V: indícios de um projeto comum”
Local: Auditório Nicolau Sevcenko – Departamento de História FFLCH-USP

Resumo:

Em meados da década de 1780, António Pereira de Figueiredo representou D. João V como um vitorioso guerreiro, hábil político, legislador consciente, ardoroso devoto, instituidor de templos e casas professas, impulsionador de grandes obras de engenharia, indústrias e manufaturas, mecenas das artes e das ciências – com um tamanho registo de iniciativas marcantes, quanto impressivo e opulento fora afinal todo o seu longo reinado. Especificamente no domínio das letras, sobressaíam a novidade da Academia da História e quatro livrarias “riquíssimas”, nomeadas em série: a do Paço, a de Coimbra, a de Mafra e a das Necessidades. As orações panegíricas que se seguiram à morte do rei Magnânimo (1750) também já haviam juntado num mesmo topos os investimentos feitos nesses acervos. E uma curta passagem de um testemunho coevo, reproduzida vezes sem conta desde a segunda metade do século XIX, diria depois que, na Ribeira, o monarca empregara imensos recursos em aquisições bibliográficas, acabando, contudo, por “reparti-las” com os palácios-convento dos frades arrábidos e do Oratório. Disseminou-se assim a impressão de que, para além das conveniências retóricas, existiram de facto intersecções importantes entre os processos de fundação ou acelerado melhoramento desses quatro fundos de livros. O extravio dos assentos que mais facilmente permitiriam esclarecer as feições de um projeto eventualmente comum, tem-se vindo a ultrapassar pelo contacto com peças de correspondência de embaixadores e registos de compras sobretudo realizadas no exterior. Acrescem, agora, novos indícios documentais, onde se incluem listas de obras em duplicado, que se deslocam por doação; aquisições recorrentes a grandes livreiros da corte ou de Coimbra; marcas de posse com as mesmas origens, em diferentes moradas do reino, e um pequeno conjunto de personagens da confiança ou valimento do soberano. Cada vez mais se fortalece, portanto, a hipótese de que no alvorecer das “Luzes” em Portugal as bibliotecas usualmente enumeradas para ilustrar o apoio de D. João V ao mundo das artes e das ciências resultaram, em boa medida, de um mesmo esforço palaciano, não apenas para colmatar a relativa falta de livros que se notava em Portugal (motivo de queixa de vários autores prestigiados), mas, principalmente, para garantir ao monarca o que noutro contexto de afirmação de poder absoluto se designou por “estímulo heurístico”, “operador de segurança” ou instrumento “de conjuração do perigo” (Robert Damian, 1995).

03/05/2018 (quinta-feira)
14:00 – Workshop para estudantes e pesquisadores
Tema: “Documentos para a história do Brasil na Era Digital: um olhar prospectivo sobre as fontes do Projeto Resgate”
Local: Sala de Vídeo – Departamento de História FFLCH-USP

Resumo:

Praticamente desde o início do século XIX houve quem se empenhasse em recolher no exterior o maior número possível de originais, cópias ou traslados de documentos, para reforçar aspectos de identidade e legitimar pretensões políticas e territoriais do Brasil. Fizeram parte desse continuado esforço conjunto diplomatas e homens de letras como Antônio Luís de Meneses Vasconcellos de Drumond, Francisco Adolfo de Varnhagen, Antônio Gonçalves Dias, João Francisco Lisboa, José Maria da Silva Paranhos Jr., Guilherme Studart, Alberto Lamego, Manuel Cícero Peregrino da Silva, Luiz Camillo de Oliveira Neto, Gilberto Freyre, José Honório Rodrigues e José Antônio Gonsalves de Mello, entre outros. A partir de finais dos anos ’80 do século XX, lançou-se em Minas Gerais um plano para a microfilmagem sistemática dos manuscritos com interesse para a história do estado, sob a guarda do Arquivo Histórico Ultramarino. Anos mais tarde, essa iniciativa alargou-se a todos os documentos do mesmo acervo relativos à história do Brasil-Colónia, sob o título de “Projeto Resgate Barão do Rio Branco”. A coordenação executiva coube a Esther Caldas Guimarães Bertoletti; a coordenação académica, a Caio César Boschi. Decisivo foi igualmente o apoio metodológico de Heloísa Liberalli Bellotto. Com o tempo, os trabalhos de microfilmagem estenderam-se a mais oito países: Áustria, Espanha, Holanda, França, Bélgica, Itália, Inglaterra e Estados Unidos da América. A maior parte dos produtos dessas “recolhas” está disponível on line, dividida entre dois sites: o primeiro, do Centro de Memória Digital da Universidade de Brasília; o segundo, da Biblioteca Nacional Digital do Brasil. Comumente, porém, o acesso ao “Resgate” realiza-se através da consulta de coleções de CD-Roms existentes em universidades ou centros de pesquisa de referência. E, de um modo geral, pouca atenção se tem dado às condições de constituição desse volumosíssimo banco de imagens e aos tipos de escrita da história que ele legitima. Num momento em que, cada vez mais, as fronteiras se esbatem e o “digital” toma conta do cotidiano, parece haver interesse em relançar o Projeto Resgate, com recursos da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Importa, por isso, fazer um balanço do caminho percorrido, sobrepesar o significado de prosseguir o investimento na reprodução de “documentos para a história do Brasil”, e acordar as estratégias de atuação mais adequadas a assegurar a utilidade de todos os materiais reunidos, segundos os melhores princípios da Hermenêutica.

cjc@usp.br Prédio de Geografia e História (Auditório Nicolau Sevcenko e Sala de Vídeo do Departamento de História). Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo Ana Paula Torres Megiani https://historiaibericamoderna.wordpress.com/2018/04/23/evento-conferencia-e-wo… (11) 3091-2101 Sem inscrição prévia
Mães da Periferia: resistência das mulheres na ditadura militar

Mesa redonda e exposição: Mães da Periferia: resistência das mulheres na ditadura militar
O objetivo do evento é apresentar e debater a experiência de organização e luta das mulheres da zona sul, nos anos 1970/1980, que teve um lugar de destaque na história dos movimentos sociais de São Paulo. O movimento das mães da periferia construiu com autonomia uma pauta de questionamento e crítica à situação econômica durante à ditadura, ao arrocho salarial e à falta de creches. A memória desse movimento contribui para a compreensão do papel das lutas e da organização popular na dinâmica da produção do espaço urbano.
Composição da mesa redonda:
Cecília Hansen, missionária atuante na Zona Sul
Odete Marques, integrante do Clube de Mães da Vila Remo
Vanda Gama, professora e ex-operária metalúrgica
Ana Maria do Carmo Silva (Ana Dias), integrante do Clube de Mães de Santa Margarida
Mediação: Anaclara Volpi Antonini, Mestre em Geografia/USP

simone.scifoni@gmail.com Prédio de Geografia e História (Auditório Novo). Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo Simone Scifoni (11) 2331-2618 Sem inscrição prévia
Lançamento: Revista Criação & Crítica nº 20 - Dossiê Sáfico

Confiram novo número da revista Criação & Crítica "A literatura lésbica - Dossiê Sáfico", publicação do Departamento de Letras Modernas da FFLCH USP.

"Ouviram nosso chamado e nos ajudam a recusar a extinção. E, assim, nos ajudam a respirar melhor."

criacaoecritica@gmail.com -- Claudia Amigo Pino http://www.revistas.usp.br/criacaoecritica Sem inscrição prévia