Relatório Divulgações
| Title | Tipos de divulgação | Tipo | Status | Início do evento | Final do evento | Departamento | Descrição | Anexos | Auditório / Sala / Outro local | Benefícios e valores | Como se inscrever? | Docente responsável pelo evento | Final da inscrição | Horários e carga horária | Imagem | Início da inscrição | Local do evento | Página do evento | Telefone | É necessário fazer inscrição? | |
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| Oficina de Adaptação de Clássicos: Cervantes e Shakespeare | Público Alvo: Objetivo: Programa aqui Carga horária: 20.00h Certificado/Critério de Aprovação: Mínimo de 75% de frequência. Após a finalização do curso os alunos deverão solicitar o certificado pelo e-mail agenda@usp.br
Matrícula presencial: 19/02/2018 a 04/03/2018 (enquanto houver vaga) Horário: 9:00 às 12:00 e das 13:00 às 16:30 Serviço de Cultura e Extensão Universitária. Prédio da Administração da FFLCH – sala 126. Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo. Documentos necessários: RG, CPF ou carteirinha USP (comunidade USP)
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agenda@usp.br | Prédio de Letras (sala a definir). Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo | Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia |
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http://sce.fflch.usp.br/node/2609 | (11) 11 3091-4645 | Com inscrição prévia | |||||||||||||
| Lançamento: Santos e Imigração na Belle Époque. Os espanhóis – cotidiano urbano, práticas associativas e militância política (1880-1922) | EDUSP e Livraria da Vila convidam para o lançamento do livro "Santos e Imigração na Belle Époque. Os espanhóis – cotidiano urbano, práticas associativas e militância política (1880-1922)", de Marília Dalva Klaumann Cánovas, mestre e doutora em História Social e pós-doutora em História Econômica pela FFLCH USP. O evento será realizado no sábado, 3 de março, das 15h00 às 18h00, na Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis. Mais informações: http://jornal.usp.br/cultura/livro-detalha-historia-da-imigracao-espanhola-em-santos/ (Jornal da USP)
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mariliacanovas@uol.com.br | capa_Imigrantes_santos_CTP.PDF , convite-santos.pdf | Livraria da Vila - Shopping Pátio Higienópolis. Av. Higienópolis, 618, São Paulo | Sem inscrição prévia | ||||||||||||||||
| 2º Seminário Políticas públicas e desigualdades no Brasil do século XXI: transformações, inovações e continuidades | No dia 27 de fevereiro, terça-feira, o Centro de Estudos da Metrópole (CEM/Cepid) promoverá o segundo seminário da série que resultará em livro sobre "Políticas públicas e desigualdades no Brasil do século XXI: transformações, inovações e continuidades". A coordenação do evento é dos professores Eduardo Cesar Leão Marques, Carlos Aurélio Faria e Marta Arretche. O evento anterior aconteceu em agosto de 2017 com a primeira rodada de discussões dos co-autores. Serão expostas e discutidas na próxima semana diversas pesquisas sobre os principais deslocamentos das políticas públicas brasileiras da ação do Estado desde a virada do século XXI. Estas investigações objetivam construir um mapa amplo dos recentes deslocamentos setoriais e por política, partindo dos legados das políticas herdadas do regime militar e de seus deslocamentos desde a redemocratização. Mais amplamente, ao colocar lado a lado as trajetórias de diversos setores de política pública, será possível lançar luz sobre as mudanças e continuidades no papel do Estado brasileiro em sentido mais geral. Em termos temporais, mais do que analisar governos específicos, pretende-se produzir um quadro das transformações longitudinais da ação do Estado. Nesse sentido, embora as presidências Lula e Dilma Rousseff representem a referência temporal recente mais importante, são exploradas também as ações antecedentes, em datações variadas por área e tema de política pública. Um importante desafio para as análises envolve as mudanças introduzidas presentemente pelo governo Temer (e de amplitude ainda não muito clara). Embora essas sejam consideradas, o foco dos trabalhos está nos eixos de transformação mais de longo prazo. O seminário, aberto ao público sem necessidade de inscrição prévia, ocorrerá na Cidade Universitária-Butantã, na Sala 14 - Prédio da Filosofia de das Ciências Sociais/FFLCH-USP. Programa 9h - 9h20 - Abertura – Eduardo Marques e Marta Arretche 9h20 - 10h40 - Mesa I - Políticas sociais I e desigualdades Saúde – Telma Menicucci Educação – Sandra Gomes, André Luis da Silva e Flávia Oliveira O Sistema único da Assistência Social - Renata Bichir e Kellen Gutierres Políticas de garantia de renda - Luciana Jaccoud 10h40-11h05 - Debate 11h05-11h - Intervalo para café 11h25 - 12h05 – Mesa II - Economia política da desigualdade Orçamento e gasto público – Úrsula Peres A Política Tributária do IRPF – Eduardo Lazzari e Jefferson Leal 12h05-12h20 - Debate 12h20-14h00 - Almoço 14h00-15h20 - Mesa III – Políticas sociais II, participação e resiliência das desigualdades Participação no Século 21- Rebecca Abers e Debora de Almeida Raça – Mario Theodoro Território, ambiente e populações tradicionais – Henyo Barreto Filho e Adriana Ramos Políticas urbanas - Eduardo Marques 15h20-15h45 - Debate 15h45 -16h05 - Intervalo para café 16h05 -17h05 - Mesa IV - O Estado e seus projetos de desenvolvimento A produção de capacidades estatais - Sheila Barbosa Políticas para o desenvolvimento econômico – Edney Dias A ação estatal em infraestrutura - Alexandre Gomide, Roberto Pires e Raphael Machado 17h05-17h20 - Debate 17h20 - 18h - Debate geral sobre tendências e fechamento |
ximena@cmetropole.org.br | seminario_fev_2018_B.pdf | Prédio de Filosofia e Ciências Sociais (sala 14). Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, Cidade Universitária, São Paulo | Ximena I. León Contrera |
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http://web.fflch.usp.br/centrodametropole/1326 | (11) 5574-0399 r128 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Aula inaugural do Departamento de História | Entre 26 de fevereiro e 02 de março acontecerá a Semana de Recepção aos Calouros do Departamento de História. Entre as atividades destaca-se a a aula inaugural "A presença de Emília Viotti", que será proferida pela professora Sylvia Bassetto, no dia 02 de março, às 19 horas, no Anfiteatro Nicolau Sevcenko. |
flh@usp.br | Anfiteatro Nicolau Sevcenko (Prédio de Geografia e História). Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo |
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Sem inscrição prévia | ||||||||||||||||
| Aula inaugural do Departamento de Filosofia 2018 | Aula inaugural do Departamento de Filosofia da USP 2018 |
eventosdf@usp.br | Sala 14 | Conjunto Didático de Filosofia e Ciências Sociais | Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 | Cidade Universitária USP | São Paulo | Brasil | Departamento de Filosofia USP | |
http://www.filosofia.fflch.usp.br/node/1238 | 3091-3709 | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| O Teatro Norte-Americano no Neoliberalismo: Críticas às Eras Reagan, Bush Jr. e Trump | O curso fará uma incursão no movimento teatral crítico às Eras Reagan, Bush Jr. e Trump, a fim de refletir sobre um teatro que busca pensar questões políticas, sociais, históricas e culturais dentro do contexto do neoliberalismo. Período de Realização: 21/02/2018 à 26/05/2018 Período de Matrícula (enquanto houver vaga): 07/02/2018 a 20/02/2018 - Matrícula On-line pelo Sistema Apolo. |
thiagorusso@usp.br | Prédio de Letras (sala a definir). Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo | Profa. Dra. Mayumi Ilari |
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http://sce.fflch.usp.br/node/2589 | (11) 3091-4645 | Com inscrição prévia | |||||||||||||
| Curso - Multimodalidade e Interacionismo Sociodiscursivo: considerações teóricas e metodológicas | Curso: Multimodalidade e Interacionismo Sociodiscursivo: considerações teóricas e metodológicas Audria Albuquerque Leal - Pós-doutoranda em Linguística na Universidade Nova de Lisboa 15 e 16 de março, das 14h às 17h30. Sala 262 do prédio de Letras da FFLCH-USP. Para se inscrever, é necessário enviar um e-mail com o nome completo para monitoriadofrances@gmail.com |
monitoriadofrances@gmail.com | Curso - Multimodalidade e interacionismo sociodiscursivo.pdf , Programa_Curso Multimodalidade e ISD.pdf | Prédio de Letras (sala 262). Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo | Departamento de Letras Modernas |
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http://frances.fflch.usp.br/node/134 | (11) 3091-4850 | Com inscrição prévia | ||||||||||||
| Chamada revista Criação & Crítica | O Tabu das letras: entre o ético e o estético, a crítica do literário Faz sentido falar de ética na literatura hoje? Ou seria mesmo possível fazê-lo sem resvalar para o fosso comum da crítica moralista, que reduz a provocação estética a certo arcabouço moral, para o papel edificador do literário à responsabilidade do escritor? A ouvidos sensíveis, a ideia conjura fantasmas. E eles surgem sempre que a palavra ética se justapõe ao literário em qualquer sentença (e, aqui, o sentido da palavra é duplo). Mas se o incômodo existe, é porque se escondem, no tema-tabu, continuidade e ruptura – um aparente paradoxo que demanda reflexão. No embate do ético e do estético estará a crítica do fazer literário. Já em Platão e Aristóteles, a ideia do bom e do bem se confundiam, de forma distinta, com a narrativa e sua relação com o mundo. Bem depois do Schiller das Cartas sobre a educação estética da humanidade e do moralismo romântico inglês, Sartre viu no escritor engajado um agente de mudança no mundo. Até que a crença estruturalista e pós-estruturalista fizesse da autonomia absoluta do literário a pá de cal de qualquer intrusão ética na estética (bastião hoje esquecido, posto que geralmente aceito). Ainda assim, entre o estético e algo que só se pode chamar de ético, existe um debate eterno que preenche prefácios, biografias, críticas na imprensa e, cada vez mais, o corpo dos próprios romances. Como mostrou Liesbeth Korthals Altes na edição da revista Études Littéraires consagrada ao tema, em 1999, a própria noção de ética foi desvalorizada com a ascensão das minorias ao lugar da voz que trata sua própria experiência. Ela remeteria ao universo humanista, perdido com o papel definido da literatura em melhorar o homem. O sujeito foi desconstruído, multiplicado. Verdade, razão, responsabilidade: tais conceitos que viraram miragem. O Holocausto, diz Agamben em O que resta de Auschwitz, complexificou o debate: o que seria ético na narrativa pós-trauma e, sobretudo, na crítica dessa narrativa? E eis que as escritas de si, como a autoficção, decidem se arvorar o papel de vanguarda sem limites, revisitando movimentos literários em seu cerne crítico-teórico para propor, como espaço mesmo do romance, além da indecibilidade de qualquer pacto ou estatuto, um mote cabal: a negação dos limites do que pode a literatura em relação ao mundo real. Quando os rescaldos do pós-estruturalismo na crítica literária torcem o nariz para a ideia de ética no literário, o próprio campo da filosofia se volta à literatura para pensar a relação do homem com o mundo via narrativa (já há quem chame de ethic turn). Rorty e Derrida o fizeram. Martha Nussbaun, em Poetic Justice, ditou o caminho. Paul Ricoeur, em Tempo e Narrativa, após um mergulho na história da filosofia em sua relação com o texto histórico e literário, concluiu: há ética em cada passo narrativo do homem. Barthes também fez um caminho reflexivo que parece ter se pautado pela afirmação, sem enfatuação, de um sujeito que escreve e acredita na escritura como modo de não exercer uma pressão sobre o outro. De O grau zero da escritura à Preparação do romance, tem-se um percurso que inscreve uma ética da delicadeza, da não arrogância e do afeto que, sem decair em qualquer excesso ou histeria, habitaria o espaço da literatura como atividade fundamentalmente perpassada pelo embate entre o ético e pelo estético. E Rancière, d'A Partilha do Sensível ao Politique de la littérature, confirma: entre o poético, estético, e o ético, produz-se ainda - e sempre - o político. Com As Flores do mal e Madame Bovary, Baudelaire e Flaubert sofreram processos porque teriam atentado contra a moral e os bons costumes. Émile Zola foi processado e condenado por se apropriar de uma identidade real para criar um personagem (nada lisonjeiro) de romance. Mais de um século depois, Christine Angot, Lionel Duroy e tantos outros autores (se ficarmos apenas na França) foram processados e condenados por se apropriarem de nomes e histórias de vidas igualmente reais - o que, argumentam uns, destruiu suas vidas. No ataque, a voz da justiça ou do senso-comum: valores morais, respeito à ética. Na defesa: a autonomia estética, inatacável, do literário. Entre literatura e ética, apenas o judiciário. Onde fica a crítica literária nisso? Essa edição de Criação&Crítica convida os pesquisadores a avançar em qualquer ponto desse complexo itinerário, que perpassa o ético, o estético e o político via a literatura e sua crítica. Seria ética a relação de um autor com seus personagens ou dessa literatura com o mundo da leitura? Para uma crítica da literatura em relação à sociedade, há espaço para uma crítica ética da experiência estética do literário, como sugeriria o Lévinas de Ética e Infinito? Como fazê-lo sem aplicar, de forma deletéria, o peso dos saberes do campo da filosofia sobre os estudos literários, campo esse em eterna busca de legitimidade? Ethos, visão de mundo, filosofia moral, o que a literatura traz para a ética e vice-versa? E como a crítica pode fazer uso dessa relação para repensar a literatura? As contribuições devem ser enviadas através do site, de acordo com as normas da revista, até o dia 30 de Abril de 2018. A revista aceita artigos em português, francês, espanhol e inglês. Equipe Editorial Revista Criação & Crítica |
criacaoecritica@gmail.com | - | Profa. Dra. Claudia Pino | https://www.revistas.usp.br/criacaoecritica | Sem inscrição prévia | |||||||||||||||
| Curso: Inglês para produção de abstracts |
Duração: 16 horas OBJETIVO GERAL: Os interessados deverão fazer teste de nível, para selecionar alunos que possam acompanhar as aulas. As inscrições seguem o calendário abaixo: Inscrições: 05/02 até 22/02/2018 em http://clinguas.fflch.usp.br/node/3198 Taxa: R$ 20,00 Data de realização do teste: 26/02/2018 Resultado do teste de nível: 28/02/2018 Período de matrícula dos aprovados no teste de nível: 01/03 até 05/03/2018 |
inglescl@usp.br | A definir | http://clinguas.fflch.usp.br/cursos/3126 | (11) 3091-4851 | Com inscrição prévia | |||||||||||||||
| Casa Guilherme de Almeida tem inscrições abertas para o Programa Formativo para Tradutores Literários | Com o objetivo de colaborar para a formação e preparação de profissionais da área de tradução, o Programa Formativo para Tradutores Literários da Casa Guilherme de Almeida está com inscrições abertas até 18/2. Os participantes do projeto frequentam um conjunto de atividades e cursos teóricos e práticos sobre tradução, ampliando o conhecimento na área. Dentre as atividades do programa, destaca-se o Curso de Teoria da Tradução, Oficinas de Tradução de Poesia, Curso de História da Tradução Literária e Oficinas de Tradução de Prosa. As aulas têm início em 28 de março e seguem até 14 de dezembro. Os interessados devem preencher uma ficha disponível no site e enviá-la, com uma carta de intenção e um currículo, para casaguilhermedealmeira@gmail.com. O programa tem uma taxa única de matrícula no valor de R$300. Alunos de cursos de Letras, tradutores sindicalizados e O Centro de Estudos de Tradução Literária da Casa Guilherme de Almeida conta com a colaboração do Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia (CITRAT) da FFLCH USP. Mais informações: http://bit.ly/2fCLBJt |
victoriaoliveira@poiesis.org.br | Rua Cardoso de Almeida, 1943, São Paulo |
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http://bit.ly/2fCLBJt | (11) 3673-1883 | Com inscrição prévia |