Relatório Divulgações

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Debate: O que é lugar de fala?

No dia 27 de novembro, segunda-feira, acontecerá na FFLCH USP o debate em torno da questão "O que é lugar de fala?", além do lançamento do livro homônimo de Djamila Ribeiro, mestre em Filosofia pela Unifesp.

Mediador: Ricardo Terra (Professor do Departamento de Filosofia da FFLCH USP)

Debatedoras: Adriana Matos (Mestranda em Filosofia pela FFLCH USP) e Ana Claudia Lopes Silveira (Doutoranda em Filosofia pela Unicamp)

cartaz do evento

Sobre o livro:

O livro "O que é lugar de fala?" é o primeiro da coleção Feminismos Plurais, parceria da Editora Letramento com o Justificando. Organizada por Djamila Ribeiro, a coleção visa abordar diversos aspectos e perspectivas dos feminismos, centrando-se na pluralidade de vozes e sujeitos políticos.

A noção de lugar de fala vem sendo amplamente utilizada e está na pauta do dia de debates públicos e em redes sociais. A obra surge então nesse contexto, a partir do questionamento: quem tem direito a voz em nossa sociedade? Quem pode falar?

Em resposta a isso, a perspectiva teórica do feminismo negro é central no livro. Djamila Ribeiro resgata ideias de feministas negras como Patricia Hill Collins, Grada Kilomba, Lélia Gonzalez, Luiza Bairros e Sueli Carneiro, trazendo ao conhecimento publico a produção intelectual de mulheres negras e o engajamento na luta pela construção de uma narrativa que leve em conta todas as vozes.

 

eventosdf@usp.br Prédio de Filosofia e Ciências Sociais (sala 118). Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, Cidade Universitária, São Paulo Ricardo Ribeiro Terra (5511) 95797-7179 Sem inscrição prévia
7 Seminário Internacional do Grupo de Estudos de Línguas em Contato - UFSC

O VII Seminário Internacional do Grupo de Estudos de Línguas em Contato será realizado em Florianópolis, nos dias 27 a 29 de novembro de 2017, na Universidade Federal de Santa Catarina. O GELIC 7 reunirá pesquisadores docentes e discentes de várias universidades brasileiras interessados na questão do contato linguístico. Participam do evento os professores do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da FFLCH USP Gabriel Antunes de Araujo e Márcia Santos Duarte de Oliveira.

gelic.usp@gmail.com GELIC 2017_program.pdf UFSC, Florianópolis Ana Lívia dos Santos Agostinho http://gelic.fflch.usp.br/7gelic (5515) 98818-7161 Com inscrição prévia
Festival de idéias Paris em São Paulo: o amor ao risco na pesquisa?

Com o evento “Amor ao risco na pesquisa?”, o Festival de Idées Paris desloca-se até a USP, para dois dias de debates sobre o amor ao risco na pesquisa.
O Escritório Acadêmico de Representação da Sorbonne Paris Cité e a Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional (Aucani) convidam os pesquisadores e pesquisadoras de suas instituições a dialogar, a confrontar pontos de vista sobre o risco assumido na pesquisa.
Toda pesquisa implica amor ao risco, ou somente uma assunção de risco, necessária ou contingente? O gosto pelo risco, se não se trata de amor, ainda existe? E a qual preço? Quais seriam os efeitos de seu desaparecimento? Os pesquisadores debaterão, nas mesas-redondas, abordando campos disciplinares tão diversos como biologia computacional, inovação e literatura. Que riscos assumiram eles próprios no curso de sua vida de pesquisa? Quanto de amor ao risco é inerente à sua própria prática de pesquisa?

monitoriadofrances@gmail.com Festival des idées Paris à Sao Paulo .pdf Instituto de Relações Internacionais - IRI USP. Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, s/n, travessas 4 e 5 Danielle Camara Silva (Monitora da Área de Francês - Departamento de Letras Modernas) http://www.festivaldesidees.paris (5511) 3091-4850 Sem inscrição prévia
Conferência: Le Feu, de Henri Barbusse, o mais lido dos romances franceses da guerra de 1914-1918

Denis Pernot é professor de literatura francesa (séculos XIX e XX) na Universidade Paris 13 / Sorbonne Paris Cité. Especialista na obra de Henri Barbusse.

Henri Barbusse (Asnières 1873 - Moscou 1935), escritor francês, vencedor do Prix Goncourt, em 1916, pelo livro Le Feu, também é conhecido por sua obra militante após a guerra de 1914-1918 e por seu apoio em duas causas: o pacifismo e o comunismo. 

A conferência será em francês e haverá tradução simultânea para o português.

cartaz do evento

 

monitoriadofrances@gmail.com Auditório da Aliança Francesa - Unidade Faria Lima. Av. Brigadeiro Faria Lima, 2421 (Metrô Faria Lima), São Paulo Profa. Dra. Claudia Consuelo Amigo Pino http://frances.fflch.usp.br/ (5511) 3091-4850 Sem inscrição prévia
Roda de Conversa sobre o Ensino de Português para Falantes de Outras Línguas

As professoras Rosane de Sá Amado (FFLCH USP) e Juliana Brito Gomes de Oliveira (EMEFM Vereador Antonio Sampaio) apresentarão, nesta Roda de Conversa - sob mediação da Profa. Fernanda Ortale (FFLCH USP), suas experiências relacionadas ao ensino do Português para falantes de outras línguas, seja no contexto de entidades que promovem cursos para refugiados, seja no contexto do ensino público. A proposta da Roda de Conversa, promovida pela CoC - Licenciatura em Letras, é que este seja um encontro informal, dando oportunidade de participação a todos os presentes.

cartaz do evento

 

uspmonitorialetras@gmail.com Prédio de Letras (sala 266). Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo Profa. Dra. Fernanda Landucci Ortale (DLM - FFLCH - USP) Sem inscrição prévia
Palestra GE-PFOL: As duas faces de uma moeda - sociointeração e sociocognição na abordagem do Português brasileiro como língua adicional

Resumo
De acordo com o pensamento de Anthony apud Richards e Rodgers (2001), complementado com a nossa visão, a abordagem diz respeito a uma concepção de língua centrada em teorias sobre a natureza da linguagem que servem como fundamentos de práticas e princípios para o ensino de língua. O sociointeracionismo e a sociocognição constituem interfaces de uma mesma abordagem para o ensino de língua que trata das questões linguísticas a partir de sua operacionalização em práticas sociais e discursivas. Ambas as perspectivas levam em conta os contextos socioculturais em que tais práticas se inserem, na medida em que consideram a língua como parte integrante da cultura. Ancoradas na ideia vigotskiana segundo a qual todo processo de internalização ocorre a partir de atividades externas, cada perspectiva prioriza em sua agenda de estudos aspecto linguístico particular, ou seja, a interação e a cognição, ainda que partam do ponto de vista em comum do socioconstrucionismo. Nosso propósito nesta comunicação é apresentar um estudo teórico caracterizador das teorias sociointeracionista e sociocognitivista em interfaces para a fundamentação de pesquisas e ensino do Português brasileiro como língua adicional (PBLA). Por entendermos que os estudos advindos de tais teorias muito têm contribuído para o aprimoramento dos processos de ensino e de aprendizagem do PBLA, nossa proposta é apresentar e discutir princípios e quadros conceituais úteis inerentes a cada área, contextualizando-os com atividades didáticas que podem ser realizadas no contexto focalizado.

Referências
INGEDORE, V. K.; CUNHA-LIMA M. L. Do cognitivismo ao sociocognitivismo. In: Introdução à linguística – Vol.3. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
MARCUSCHI, L. A. Cognição, linguagem e práticas interacionais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007. [Destaque para o capítulo: A construção do mobiliário do mundo e da mente: linguagem, cultura e categorização.]

PALESTRANTES
CIBELE BRANDÃO DE OLIVEIRA
Professora na Universidade de Brasília. Pesquisadora e docente do Programa de Pós-graduação em Linguística da UnB, vinculada à área de concentração Linguagem e Sociedade e às linhas de pesquisa de Linguagem, interações socioculturais e letramento e de Linguagem e Ensino. Especialista em Língua Portuguesa e em Língua Inglesa (Universidade Federal do Piauí). Mestrado (1997) e doutorado (2005) em Linguística (UnB). Pós-doutorado (UNICAMP, 2012). Principais áreas de atuação: sociolinguística, pragmática, estudos interacionais e ensino de português como língua adicional.

ANA ADELINA LÔPO RAMOS
Professora da Graduação em Português do Brasil como Segunda Língua, da Universidade de Brasília. Graduada em Licenciatura Plena em Letras (1983) e especialista em Linguística (1985), pela Universidade Federal da Paraíba. Mestre (1993) e doutora (2007) pelo Curso de Pós-Graduação em Linguística da UnB, em que atua como membro permanente vinculada à linha Linguagem e Sociedade, orientando e desenvolvendo pesquisa em Português Brasileiro. Áreas de atuação: Letramento, Sociocognição, Linguística Textual e Ensino em contexto de língua adicional – LA (L2 e LE).

mhn135@usp.br Prédio de Letras (sala 266). Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo Maria Helena da Nóbrega (5516) 3234-9073 Sem inscrição prévia
Inscrições abertas: 1º Summer School FFLCH USP

 

Estão abertas as matrículas para o 1º Summer School da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, a ser realizado de 08 de Janeiro a 09 de Fevereiro de 2018. Os cursos de curta duração são voltados para alunos de graduação, pós-graduação, professores e funcionários que desejam aprofundar seus conhecimentos em assuntos na área de humanidades.

Este Summer School contará com a participação de docentes provenientes de várias universidades internacionais parceiras, cujos seminários serão ministrados em vários idiomas, tais como espanhol, inglês, francês, italiano e português.

As matrículas deverão ser realizadas através do site http://sce.fflch.usp.br/node/2511, de 22/11 a 20/12/2017.

Sorteio de bolsa: inscrições até 20/11 através do site http://sce.fflch.usp.br/node/2511.

Clique aqui para visualizar o folder

1º Summer School FFLCH- folder matrícula final.pdf Com inscrição prévia
CEstA Intempestiva: Apropriação social dos espaços de pesca no estuário do rio Oiapoque: O caso do povo indígena Palikur

 

CEstA Intempestiva com Pauline Laval

Apropriação social dos espaços de pesca no estuário do rio Oiapoque: O caso do povo indígena Palikur


Separando o Brasil e a Guiana Francesa, o estuário do rio Oiapoque é povoado por 30.000 habitantes pertencendo a vários grupos humanos. Entre eles, cerca de 6.000 são Povos Indígenas de 4 etnias diferentes: Palikur, Galibi-Marworno, Karipuna e Galibi-Kali’na. A maioria deles vivem nas 3 Terras Indígenas do Oiapoque. Para todos os habitantes do estuário, a pesca é uma atividade importante. A pesca artesanal profissional se desenvolveu desde os anos 1980 nas cidades de Saint-Georges (Guiana Francesa) e Oiapoque (Brasil), junto com o crescimento urbano. Nas vilas e aldeias, a pesca permanece uma atividade indispensável para a alimentação cotidiana até hoje.

A pesquisa em etno-ecologia foi conduzida entre 2012 e 2014 para documentar os modos de apropriação social do espaço aquático entre os povos e pescadores do estuário do Oiapoque.

Na comunicação, com um enfoque particular sobre o povo Palikur, quer-se mostrar quais são as formas de apropriação social dos espaços aquáticos a partir dos saberes tradicionais de pesca, e como essa apropriação social conta com as interferências entre os outros pescadores da região. Assim, as histórias, os calendários, a toponímia e as técnicas de pesca revelam um conhecimento fundado sobre a ecologia complexa do campo alagado e do manguezal, na bacia do rio Urucauá (afluente do rio Oiapoque). Outras práticas particulares de cuidado e limpeza mostram a existência de formas de domesticação do espaço aquático ao redor das aldeias Palikur.

Integrando os resultados da apropriação social dos espaços aquáticos entre todos os povos do estuário do Oiapoque, vemos que há uma repartição clara entre eles. Contudo, essa repartição se modifica devido a vários fatores, entre os quais o crescimento da população, a construção de um Parque Nacional abrangendo os territórios tradicionais de pesca artesanal e a chegada de barcos industriais de pesca. Os resultados apontam que os diferentes pescadores da região estão seguindo o mesmo processo de associação, reivindicação de direitos e reconhecimento ao nível nacional dos seus territórios tradicionais de pesca.

24 de novembro de 2017, às 14 horas
Sede do CEstA - Rua do Anfiteatro, 181, Colmeia, Favo 8

CEsTA Intempestiva

cestausp@gmail.com Sede do CEstA - Rua do Anfiteatro, 181, Colmeia, Favo 8 Sem inscrição prévia
Paranoia ou mistificação? As relações perigosas entre medicina, arte e loucura

paranoia

Casa de Cultura Japonesa FFLCH USP, Sala Multimídia, Av. Professor Lineu Prestes, 159, Cidade Universitária, São Paulo Diversitas e Grupo de Estudos ARCUS Sem inscrição prévia
Voz do Escritor: “Da prosa e seus arredores”

O evento Voz do Escritor ocorre há 17 anos, sempre organizado pelos professores do DTLLC da Faculdade. Neste semestre, estamos recebendo as escritoras Ana Luisa Escorel e Socorro Acioli, que falarão com os alunos e professores presentes sobre seus romances e sua atividade na área cultural.

voz do escritor

flt@usp.br Anfiteatro de História - FFLCH/USP. Professores Betina Bischof e Ariovaldo José Vidal http://dtllc.fflch.usp.br/node/1215 (11) 3091.4312 Sem inscrição prévia