Relatório Divulgações
| Title | Tipos de divulgação | Tipo | Status | Início do evento | Final do evento | Departamento | Descrição | Anexos | Auditório / Sala / Outro local | Benefícios e valores | Como se inscrever? | Docente responsável pelo evento | Final da inscrição | Horários e carga horária | Imagem | Início da inscrição | Local do evento | Página do evento | Telefone | É necessário fazer inscrição? | |
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| I Mostra de Cinemas Migrantes - Fronteiras Cruzadas | Eventos | Aprovado | A I Mostra de Cinemas Migrantes – Fronteiras Cruzadas é uma ação de intercâmbio audiovisual promovida pelo Fórum Internacional Fontié ki Kwaze, que em crioulo haitiano significa ‘fronteiras que cruzam’. Mostra de Cinema: Sessão de Curtas-Metragens seguido de Cine-Debate Laboratório #RedeAudiovisual de imigrantes e refugiadxs Dia 06 de Dezembro - 15h às 19h |
fontieforum@gmail.com | Folder Vertical.pdf | Centro MariAntonia da USP - Rua Maria Antônia, 294, Vila Buarque, SP próx. ao Metrô Higienópolis | Vera da Silva Telles |
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Outro local | https://fronteirascruzadas.com.br/mostra-cinemas-migrantes/ | (11) 4178-8296 | Sem inscrição prévia | |||||||||
| Lançamento do "Observatório da Diversidade Discursiva: formas de se evitar o preconceito estrutural no discurso” | Eventos | Aprovado | A área de Filologia e Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo (USP) convida professoras/es da Educação Básica e estudantes de licenciatura de todas as áreas para o lançamento do Observatório da Diversidade Discursiva: formas de se evitar o preconceito estrutural no discurso (https://intoleranciadiscursiva.fflch.usp.br/), uma plataforma que permitirá acessar dados discursivos, publicados em mídias tradicionais e digitais, em que há manifestação abusiva e explícita de intolerância à diversidade humana. |
intolerancia.discursiva.fflch@usp.br | Evento Projeto de Extensão - Observatório da Diversidade Discursiva.pdf , Lançamento do Observatório.pdf | Sala 102 | Waldemar Ferreira Netto |
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Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | https://intoleranciadiscursiva.fflch.usp.br/ | Com inscrição prévia | ||||||||||
| Identitarismos: entre raça, gênero e sexualidade | Eventos | Aprovado | esumo/proposta: |
dseventos@usp.br | Auditório 08 | Marília Moschkovich |
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Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | https://ppgsociologia.fflch.usp.br/node/686 | Sem inscrição prévia | |||||||||||
| Concurso de Livre-docência - Geografia Urbana | Eventos | Aprovado | CONCURSO PÚBLICO DE TÍTULOS E PROVAS VISANDO A OBTENÇÃO DE TÍTULO DE LIVRE-DOCÊNCIA NO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA, ÁREA DE GEOGRAFIA URBANA. LINKS DO YOUTUBE PARA ACOMPANHAMENTO: 16/12/2024 - https://youtube.com/live/AyVgSPTY9Hk |
apoioaca1fflch@usp.br | Calendario de Provas.pdf | Sala 118 | Serviço de Apoio Acadêmico | Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | (11) 3091-4590 | Sem inscrição prévia | |||||||||||
| Seminário de Apresentação e Discussão do Relatório “A ‘Cracolândia’ pelos usuários: como as pessoas que vivem nas ruas do território percebem as políticas públicas” | Eventos | Aprovado | Os resultados de uma pesquisa que ouviu 90 frequentadores ou moradores da ‘Cracolândia’ serão apresentados e discutidos em seminário que será realizado no dia 21 de novembro, às 18h30, no Teatro de Contêiner, localizado no bairro da Luz, Centro de São Paulo. O relatório “A ‘Cracolândia’ pelos usuários: como as pessoas que vivem nas ruas do território percebem as políticas públicas” detalha a pesquisa e foi publicado pelo Núcleo de Estudos da Burocracia da Fundação Getulio Vargas (NEB-FGV), pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM), sediado na Universidade de São Paulo (USP), e pelo Grupo de Estudos (in)disciplinares do corpo e do território (Cóccix). O relatório é fruto de uma pesquisa qualitativa, cuja coleta de dados foi realizada por Giordano Magri, pesquisador júnior do CEM e do NEB-FGV e Amanda Gabriela Amparo, pesquisadora do Cóccix. Ambos já realizavam pesquisas etnográficas na Cracolândia, o que garantiu a inserção no território necessária para a realização das entrevistas com pessoas em situação de rua da região. Também participaram do estudo Flávio Eiró, professor de antropologia da Vrije Universiteit Amsterdam, e Gabriela Lotta, pesquisadora do CEM e coordenadora do NEB-FGV. Participam do evento Luana Alves, vereadora do PSOL em São Paulo; Taniele Rui, professora do Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e Renato Oliveira, que frequenta regularmente o fluxo. A entrada no seminário é gratuita, aberta a todos os interessados e não há necessidade de inscrição prévia.
Situação dos entrevistados evidencia as falhas das políticas públicas As entrevistas foram realizadas entre 15 de julho e 15 de agosto de 2022 em pelo menos oito pontos distintos do território onde se observa as atividades do chamado fluxo da ‘Cracolândia’, em horários também diferentes, de forma a alcançar um perfil diverso de pessoas que circulam pela região. Algumas entrevistas, inclusive, foram feitas em movimento e em outras houve até mesmo a interferência da violência policial. O período de realização das entrevistas coincide com o início da política de ‘espalhamento’ do fluxo, com intervenções semanais das forças de segurança, o que criou, na época, pelo menos 16 cenas de uso de drogas. Desde então, a repressão policial e a circulação de pessoas pela região seguem existindo, e soluções violentas são mantidas na agenda política da cidade. Dos 90 indivíduos entrevistados, mais de 80% são pessoas negras, com a maioria tendo entre 30 e 49 anos. Grande parte (69%) dorme nas ruas, quase 40% estão na região por vontade própria e metade mantém contato com a família. A pesquisa identificou um esforço dos indivíduos para gerar renda: mais de dois terços dos entrevistados realizam atividades produtivas regularmente, como reciclagem e venda de objetos. Mais de 90% dos respondentes relataram fazer uso de crack. Sete em cada 10 entrevistados já foram internados pelo menos uma vez – há casos de usuários de crack que chegaram a se internar mais de 30 vezes. As principais razões para o abandono das internações incluem o fim do prazo sem suporte pós-tratamento, abstinência forçada e más condições nas instituições, realidade que evidencia a necessidade de repensar as abordagens de tratamento, considerando as perspectivas e necessidades dos próprios usuários. A violência policial é apontada como um fator agravante das condições de vida dos moradores e frequentadores dos territórios da ‘Cracolândia’. A Inspetoria de Operações Especiais (IOPE) da Guarda Civil Metropolitana foi mencionada pelos entrevistados como a força mais agressiva. O aumento da presença policial, combinado com o fechamento de serviços de cuidado, têm intensificado as tensões na região. A política de dispersão adotada a partir de 2022 resultou no espalhamento das cenas de uso de drogas pela cidade, amplificando os problemas e gerando impactos negativos para os usuários e para a comunidade local. O relatório está disponível na íntegra no site do CEM. Clique aqui para acessá-lo.
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imprensa.cem@usp.br | Teatro de Contêiner Mungunzá - Rua dos Gusmões, 43, Santa Ifigênia, São Paulo | Centro de Estudos da Metrópole (CEM) |
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Outro local | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Identitarismos: Entre raça, gênero e sexualidade | Eventos | Aprovado | O termo "identitarismo" passou a povoar os discursos e os imaginários da esquerda no Brasil no período pós-2013. Quais são suas implicações epistêmicas e filosóficas, teóricas e políticas? Quais suas relações históricas com as tensões e colaborações entre a esquerda e os movimentos sociais ligados ao antirracismo, ao feminismo e aos direitos de sexualidade? Essas são algumas questões que vêm movendo diferentes pesquisas, análises e enquadramentos teóricos do laboratório ÍMPAR, sediado no Departamento de Sociologia da FFLCH/USP e coordenado pela Profª Drª Marília Moschkovich. Neste debate, convidamos o público a acompanhar parte dessa movimentação, por ocasião do lançamento de "O que é identitarismo?" (ed. Boitempo, 2024) de Douglas Rodrigues Barros, professor de pós-graduação na UNIFAI e pesquisador colaboradora do ÍMPAR. Na obra, o psicanalista e doutor em Filosofia pela UNIFESP apresenta um aprofundamento das relações entre identidade, identificação e identitarismo que permeiam a discussão, refletindo sobre suas implicações políticas a partir sobretudo de sua experiência junto ao movimento negro e às teorias antirracistas. Contribuindo com análises entre identitarismo e identidade nas políticas do movimento trans e do movimento LGBT+ num geral, o ÍMPAR convida a ativista e autora Amanda Palha, da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA). Também compõe a mesa a psicanalista e pesquisadora de pós-doutorado do Departamento de Filosofia da FFLCH/USP Maíra Moreira, autora de "O feminismo é feminino?" (Annablume, 2019) e "Fins do sexo: como fazer política sem identidade" (Autonomia Literária, 2022) |
mariliamoscou@usp.br | Auditório 08 | Marília Moschkovich |
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Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Traduzindo os silêncios de Phillis Wheatley, a mãe da literatura afro-americana | Eventos | Aprovado | Resumo: Phillis Wheatley é considerada a primeira mulher afro-americana escravizada a ter um livro publicado na história. A leitura de seus poemas pode, por vezes, dar a impressão de que ela evitava abordar temas centrais ao contexto da escravidão transatlântica. No entanto, a poeta articulava, por meio de entrelinhas e ambiguidades, verdades sobre sua condição. Esse fato, aliado à própria existência de uma africana escravizada que produzia literatura, desafiava profundamente um conjunto de crenças enraizadas na sociedade de sua época. Apresentamos aqui nossa proposta de como um estudo sobre a vida e obra de Phillis Wheatley é crucial para um trabalho de interpretação de seus textos de modo que podemos, assim, produzir um método de tradução dos silêncios aos quais ela foi forçada a viver e escrever. Bio: Adrian Clarindo é doutorando no Programa de Estudos Linguísticos e Literários em Inglês (USP) e professor no Instituto Federal do Paraná. O projeto sobre Phillis Wheatley é orientado pela professora doutora Luciana Carvalho Fonseca. O projeto conta com um portal em construção na web no seguinte endereço: https://sites.google.com/view/philliswheatleybrasil/home Principais Referências: Referências
BRADY, Andrea. Poetry and Bondage: a History and Theory of Lyric Constraint. Cambridge, UK:
Cambridge University Press, 2021.
BRATHWAITE, Kamau. History of the Voice: the development of Nation Language in Anglophone
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BOREN, Mark E. A Fiery Furnace and a Sugar Train: Metaphors that Challenge the Legacy of Phillis
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BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
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BRITTO, Paulo Henriques. A tradução literária. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
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CESAR, Ana C. Crítica e tradução. São Paulo: Editora Ática, 2009.
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FITCH, Timothy. Slave Trade Letters. Medford Historical Society & Museum, 23 fev. 2013. Disponível em: https://www.medfordhistorical.org/collections/slave-trade-letters/. Acesso em: 10 mar. 2023.
GATES, Henry. The Trials of Phillis Wheatley: America’s First Black Poet and Her Encounters with the Founding Fathers. New York: Basic Civitas Group, 2010.
GILROY, Paul. O Atlântico Negro: Modernidade e dupla consciência. Trad. Cid Kniple Moreira. São Paulo: Editora 34, 2001.
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JEFFERS, Honorée Fanonne. The Age of Phillis. Middletown: Wesleyan University Press, 2020. Kindle Edition.
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LOGGINS, Vernon. The Negro Author: his Development in America to 1900. New York: Kennikat
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ODELL, Margaretta Matilda; WHEATLEY, Phillis. Memoir and Poems of Phillis Wheatley, a Native Africanand a Slave. Boston: Isaac Knapp, 1838.
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SHAW, Gwendolyn DuBois. Portraits of a People: Picturing African Americans in the Nineteenth
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SCHEICK, William. Authority and Female Authorship in Colonial America. Kentucky: The University Press of Kentucky, 1998.
SHIELDS, John. Phillis Wheatley’s Poetics of Liberation: Backgrounds and Contexts. Knoxville: University of Tennessee Press, 2008. |
jmilton@usp.br | Virtual | John milton |
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Outro local | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Tragédia de Dido | Eventos | Aprovado | Esse evento se resume à contação de um dos mitos greco-romanos mais conhecidos do Ocidente: a Tragédia de Dido, motivada pela chegada de Eneias, herói troiano, em suas terras. Vale ressaltar que a palestra é gratuita, tanto para alunos USP quanto para pessoas de fora do círculo da Universidade, e não exige conhecimento prévio sobre Eneida, livro do qual a Tragédia de Dido é oriunda. |
anteportam.lucas@usp.br | Sala 102 | Marly de Bari Matos |
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Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Voz das Escritoras | Eventos | Aprovado | O evento Voz do Escritor acontece semestralmente no curso de Letras, promovido pelo Departamento |
flt@usp.br | Sala: 102 | Ariovaldo José Vidal e Sylvia Tamie Anan |
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Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | https://dtllc.fflch.usp.br/ | (11) 3091-4312 | Sem inscrição prévia | ||||||||||
| A fábrica dos Terráqueos - reflexões sobre o estado da sociedade japonesa contemporânea | Eventos | Aprovado | Sayaka Murata (1979) é considerada um dos importantes nomes da literatura japonesa contemporânea. Suas obras costumam retratar personagens que, de alguma forma, destoam do que seria considerado normal socialmente, e suas protagonistas tendem a ser mulheres que vivem suas vidas sem corresponder às expectativas da família e da sociedade. |
lica.hashimoto@usp.br | Folder_Terraqueos_Andreza.pdf | Prédio de Letras. Sala Multimídia 266. | Profa. Dra. Lica Hashimoto |
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Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | (11) 3091-4511 | Sem inscrição prévia |
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