Relatório Divulgações

Title Tipos de divulgação Tipo Status Início do evento Final do evento Departamento Descrição E-mail Anexos Auditório / Sala / Outro local Benefícios e valores Como se inscrever? Docente responsável pelo evento Final da inscrição Horários e carga horária Imagem Início da inscrição Local do evento Página do evento Telefone É necessário fazer inscrição?
As literaturas africanas e negro-brasileira: propostas para a sala de aula

O curso pretende difundir conhecimentos acerca das literaturas de Angola, Cabo
Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe e da literatura negro-brasileira,
focalizando a prática em sala de aula e tendo como objetivo desenvolver
competências de ensino aos professores e/ou estudantes de licenciatura para a
inclusão da literatura desses países em suas práticas docentes. Para tanto,
pretende-se apresentar especificidades históricas de cada um desses países a fim de
construir uma reflexão acerca do papel social da literatura nesses respectivos
contextos histórico-sociais e, em seguida, estender a reflexão para a compreensão
de que maneira tais especificidades também se revelam na dimensão das escritas
literárias. Vale destacar que algumas das obras propostas na bibliografia do curso
constam das listas de livros selecionados para vestibulares/2022 no Brasil, ou seja,
estão em diálogo com a Lei 10.639/03 e com uma reflexão atual e crítica acerca da
inclusão mais sistemática de uma produção literária oriunda de países do
continente africano e da diáspora no contexto escolar.

Programação no seguinte link: https://sce.fflch.usp.br/programa-521

fernanda.sampaio.santos@usp.br Online (Google Meet) Rejane Vecchia da Rocha e Silva Outro local https://sce.fflch.usp.br/node/4541 Com inscrição prévia
Inscrições para os cursos do segundo semestre do Centro de Línguas

Inscrições para os cursos do segundo semestre do Centro de Línguas se abrem a partir desta semana. São muitos os cursos - principalmente de inglês - oferecidos à comunidade acadêmica, seja ela composta por funcionários, discentes e/ou docentes. Por favor, chequem o site para ver os diferentes cursos oferecidos, e suas datas diferentes de inscrições.

clinguas@usp.br Não Profª Drª Mônica Ferreira Mayrink Casa de Cultura Japonesa - Av. Prof. Lineu Prestes, 159 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://clinguas.fflch.usp.br/ (11) 3091-2416 Com inscrição prévia
Conversa com o poeta Horácio Costa

Este novo poemário de Horácio Costa a ser lançado em Lisboa, Viagem ao México III, é, dentre outros, potente registro da palavra poética homossexual em língua portuguesa. Neste livro, o amor e a erótica homo-diversos assumem os contornos de sua maturidade física e escritural, ancorando na memória da língua a inadiável subjetividade homoerótica.
Os textos correspondem ao período em que esteve na Cidade do México como pesquisador no segundo semestre do ano de 2021. A dicção e voz do poeta brasileiro contemporâneo neste livro são enunciadas com rara liberdade expressiva entre nós, convite às novas gerações ao fazer poético. O livro ainda não tem lançamento previsto no Brasil.
HORÁCIO COSTA (José Horácio de Almeida Nascimento Costa; São Paulo, 1954) é poeta e professor de Literatura Portuguesa.
Conta com 13 livros editados no Brasil e em Portugal, e 10 em diversos países (Estados Unidos, México, Venezuela, Argentina). Tem obra traduzida para 11 línguas e participa em antologias de poesia brasileira ou de língua portuguesa.
Organizou antologias de poesia brasileira em espanhol e em inglês. Organizou encontros internacionais de poesia no Brasil, tais como: “A palavra poética na América Latina: avaliação de uma geração”, na Fundação Memorial de América Latina em São Paulo, em 1990. Recebeu o prêmio Jabuti em 2014 na categoria poesia pelo seu livro Bernini (2013).
Entre os sus títulos de poesia, encontra-se Satori (1989), com prefácio de Severo Sarduy, O Menino e o Travesseiro (1993), editado no Brasil, Estados Unidos e México (El Tucán, 1995), com prefácio de José Saramago, Ravenalas (2009), traduzido ao espanhol e publicado na Argentina (Buenos Aires, Gog y Magog, 2013), Fracta – antologia poética, organizada por Haroldo de Campos e publicada em São Paulo em 2004, traduzido ao espanhol, no México (FCE, 2009). Tradutor de Octavio Paz, Elizabeth Bishop, César Vallejo e José Gorostiza ao português.
Tem dois livros de ensaios publicados no Brasil e no México, Mar Aberto – ensaios de literatura brasileira, portuguesa e hispano-americana (2010 e 1998, 1. ed. em espanhol) e José Saramago: o período formativo (Caminho, 1997; Moinhos, 2020).
Foi presidente da “Associação Brasileira de Estudos da Homocultura-ABEH” no biênio de 2006-8 e organizou o primeiro encontro de intelectuais e acadêmicos brasileiros sobre a homossexualidade na USP; as atas do encontro foram publicadas em conjunto pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e pela EDUSP - Retratos do Brasil Homossexual (2010).

ppgliteraturaportuguesa@usp.br Casa Comum / Reitoria da Universidade do Porto Prof. Dr. José Horácio de Almeida Nascimento Costa Com prazer convido-lhes para que, no próximo dia 12, venham participar da conversa a respeito do meu mais recente livro de poemas, Viagem ao México 3 (Lisboa, Poesia Incompleta, 2022). Outro local Sem inscrição prévia
A representação afetiva do gato na ficção brasileira

Tema: A representação afetiva do gato na ficção brasileira
Criar bestiários específicos que mostrassem a relação entre animais próximos aos humanos e a ficção brasileira foi a origem deste projeto editorial. Este foi o critério do garimpo de contos, crônicas, fragmentos de memórias, trechos de romances e depoimentos que compõem Histórias brasileiras de gatos: mostrar os sentimentos dessa corrente, que podem passar da gratidão à raiva momentânea ou à dor da perda, dentre tantos que o afeto nutre. A intenção foi garantir a força do elo que une humanos e felinos em alguns de nossos melhores textos literários.

Palestrante: Rogério Ramos
É bacharel em Letras pela USP. Entre outros empreendimentos, foi editor executivo da Editora Ática e Edições SM, editor da Editora Moderna, da Livraria Martins Fontes, além de sócio proprietário da Canopus Editora e da RR Editores.

monitoriadoletra@gmail.com https://www.youtube.com/watch?v=kql8c2_lRU4 Ana Luiza Reis Bedê Outro local https://www.youtube.com/watch?v=kql8c2_lRU4 Sem inscrição prévia
Mário de Andradre e o Nordeste: itinerário de uma pesquisa

O DTLLC convida para a palestra:

"Mário de Andradre e o Nordeste: itinerário de uma pesquisa”

Prof. Rodrigo Marques (UEC)

Professor adjunto da Universidade Estadual do Ceará, autor dos livros Literatura Cearense: outra história (Dummar: 2018) e A Nação vai à Província: do Romantismo ao Modernismo no Ceará (UFC: 2018).

Dia 05/07, terça-feira, às 14:00 na SALA 102 - Prédio das Letras “Antonio Candido” - FFLCH - USP

rodrigo.marques@uece.br Sala 102 do Prédio de Letras - Edifício Prof. Antonio Candido Rodrigo Albuquerque Marques Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP (11) 3091-4312 Sem inscrição prévia
A Matematização do Infinito no Século XVII: a Obra de Blaise Pascal

Os matemáticos precisam do infinito? Aristóteles dizia que lhes bastava uma quantidade tão grande quanto se queira. O infinito talvez escape à nossa compreensão, mas "nem tudo o que é incompreensível deixa de existir", escrevia Blaise Pascal (1623-1662). A obra de Pascal abordou novas teorias matemáticas, que lidavam com o infinitamente grande e o infinitamente pequeno: respectivamente, aquilo que hoje chamamos de geometria projetiva, e um método de indivisíveis que anunciava o cálculo integral. Nesta palestra, contextualizaremos historicamente a obra de Pascal, abordando como o infinito era pensado no século XVII, e discutiremos o estatuto do "infinito" (e do "indefinido") no interior de sua teoria matemática.

Palestrante: João Cortese (IB-USP)
Mediação: Gildo Magalhães dos Santos (CHC e IEA-USP)
Organização: Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina

chciencia@usp.br A Matematização do Infinito no Século XVII a Obra de Blaise Pascal.pdf Evento on-line: http://www.iea.usp.br/aovivo Gildo Magalhães Outro local http://e.usp.br/ksw Sem inscrição prévia
Revista Via Atlântica no ar: Margens do Atlântico em português: persistências coloniais e insurgências na literatura e a na arte

Novo dossiê (V. 1, nº 41/2022) da Revista Via Atlântica está disponível
Título do dossiê: Margens do Atlântico em português: persistências coloniais e insurgências na literatura e a na arte. O editorial convida à leitura do dossiê. Seguem dois trechos escritos pelos editores Luca Fazzini, Emerson da Cruz Inácio, Roberto Francavilla:

A especificidade da formação política e cultural moderna a que pretendo chamar de Atlântico negro pode ser definida, em um nível, por este desejo de transcender tanto as estruturas do estado-nação como os limites da etnia e da particularidade nacional. Estes desejos são pertinentes ao entendimento da organização política e da crítica cultural. Eles sempre se sentiram pouco à vontade com as escolhas estratégicas impostas aos movimentos negros e com indivíduos imbricados em culturas políticas nacionais e estados-nações na América, no Caribe e na Europa. (O Atlântico negro: modernidade e dupla consciência – Paul Gilroy).

Quem me pariu foi o ventre de um navio
Quem me ouviu foi o vento no vazio
Do ventre escuro de um porão
Vou baixar no seu terreiro
Êpa raio, machado e trovão
Êpa justiça de guerreiro (Yáyá Massemba – Roberto Mendes e José Carlos Capinan)

[...]

Qual o Atlântico que então se delineia por trás dessas numerosas contribuições teóricas, literárias, cinematográficas e musicais? Nas entrelinhas desses dezanoves textos (ou vinte?) que compõem o dossiê, o Atlântico que emerge pelas suas margens é, de fato, um “entre-lugar”, um espaço poroso que absorve de várias fontes culturais, que subverte as normas impondo o desvio, que corrói limites e fronteiras. Nesse cenário, o que Silvano Santiago escreveu sobre o “entre-lugar” do discurso latino-americano, vale também pelas escritas do Atlântico reunidas nessas páginas: “entre o sacrifício e o jogo, entre a prisão e a transgressão, entre a submissão ao código e a agressão, entre a obediência e a rebelião, entre a assimilação e a expressão ─ ali, nesse lugar aparentemente vazio, seu templo e seu lugar de clandestinidade, ali, se realiza o ritual antropófago da literatura latino-americana” (SANTIAGO, 2000, p. 26). Igualmente, na absorção de modelos dissonantes, no carnaval das alteridades e no ímpeto subversivo das multidões que desenham as culturas do Atlântico, convidamos os leitores a ler estratégias de insurgência e formas alternativas de pertencimento: a política na arte e arte como dispositivo da política. (Editorial completo: páginas 4-13).

viaatlantica@usp.br Luca Fazzini, Emerson da Cruz Inácio, Roberto Francavilla Luca Fazzini, Emerson da Cruz Inácio, Roberto Francavilla (editores do dossiê); Mário Lugarinho (editor-chefe) fundo de capa imagem sob filtro verde  logo cinza verde/vermelho. Título principal em fonte branca sobre banner retangular cinza ao lado  inferior direito da capa   Revista Via Atlântica dossiê 41.2022 Margens do Atlântico em português: persistências coloniais e insurgências na litreratura e a na arte Outro local https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/issue/view/12109 Sem inscrição prévia
USP DEBATE: A Democracia em risco. Em pauta, a terceirização das escolas municipais.

O GT Em defesa da Escola Pública da Faculdade de Educação e o Coletivo USP pela Democracia, junto de diversas entidades e movimentos sociais, promovem um debate sobre o PL 573/2021, que autoriza o poder executivo municipal de São Paulo a implementar o sistema de gestão compartilhada em escolas de ensino fundamental e médio da rede pública municipal de ensino, em parceria com organizações da sociedade civil.

Participam do debate:

Alexandre Alves Schneider - ex-secretário municipal da Educação de São Paulo.
Ana Estela Haddad - NAP/EScola da Metrópole/IEA-USP
Bartira Landim - Coletivo Infâncias Zona Leste
Carlota Reis Boto - (FEUSP - mediadora)
Margarete Pedroso - OAB-SP
Marilia Cristina Prado Louvison - FSP-USP
Vera B. Henriques - Coletivo USP Pela Democracia

usppelademocracia@gmail.com https://youtu.be/jEwZt_ZSZ4I - Núcleo de Avaliação Institucional da Faculdade de Educação da USP Profa. Íris Kantor e Prof. Everaldo Andrade (DH); Professoras Adma Fadul Muhana e Cilaine ALves Cunha (DLCV) USP Debate: a Democracia em Risco. Em pauta, a terceirização das escolas municipais. Outro local https://youtu.be/jEwZt_ZSZ4I Sem inscrição prévia
A independência do Brasil na Bahia

Evento online no canal do CEDHAL

cedhal@usp.br cartazSérgio.pdf Online Horacio Gutiérrez Outro local https://www.youtube.com/watch?v=u7ReLnJdclc (11) 3091-3745 Sem inscrição prévia
#10 Seminário DCP-USP "Latecomer State Formation: Political Geography and Capacity Failure in Latin America" com Sebastian Mazzuca (Johns Hopkins)

Os seminários constituem atividades extra-curriculares, dirigidas especialmente aos estudantes de Pós-Graduação, mas também ao corpo docente e à comunidade acadêmica externa. Em geral, contam com a participação de destacados pesquisadores, brasileiros e estrangeiros, e as exposições giram em torno de trabalhos relevantes recém-publicados, de projetos em andamento e de questões pertinentes às linhas de pesquisa do DCP. Em média, temos contado com a apresentação de 15 pesquisadores convidados por semestre. A programação é dividida em Seminários de Departamento (DCP) e Seminários de Área. No primeiro caso, nossos convites são dirigidos a pesquisadores seniores, nacionais e estrangeiros, com reconhecida produção acadêmica. Em geral, as conferências adquirem caráter abrangente e cobrem extensa área do conhecimento em temas de Ciência Política. Os Seminários de Área se destinam à produção de ponta no interior das áreas de Teoria Política e Pensamento Político (TP), Instituições Políticas e Política Comparada (IP), Relações Internacionais (RI) e Políticas Públicas (PP), nas quais se estrutura o DCP. Neste formato, as exposições tratam de temas e problemas da agenda de pesquisa e a dinâmica do dia se caracteriza pelo debate mais direto entre alunos, professores e convidados em torno da contribuição apresentada pelo conferencista. A programação semestral é totalmente planejada e divulgada antes do início das aulas, de modo que os alunos podem se organizar para os seminários da mesma forma como fazem com disciplinas regulares. O dia da semana é fixo (sempre às quintas-feiras). Já integraram nossa programação pesquisadores americanos, canadenses, mexicanos, argentinos, chilenos, uruguaios, portugueses, franceses, alemães e ingleses, oriundos das mais prestigiosas universidades estrangeiras. Alguns seminários são transmitidos pelo pela plataforma Zoom e depois disponibilizados no canal do YouTube do Departamento de Ciência Política e outros transmitidos direto do Canal do YouTube da FFLCH/USP, alcançando a comunidade nacional e internacional de Ciência Política e Relações Internacionais. Por meio dos Seminários, buscamos acima de tudo tornar mais viva a dinâmica acadêmica, envolvendo efetivamente nossos alunos e professores no debate de conceitos, métodos e resultados de pesquisa, num trabalho coletivo de aperfeiçoamento da própria Ciência Política.

seminariosdcp@usp.br Mazzuca - LSF - Acks, Intro Concl-pages-3,5-6,13-59,113-115,399-417,435-437-1.pdf https://us02web.zoom.us/j/89848827716 Rogério Bastos Arantes, coordenador de seminários Outro local http://www.dcp.fflch.usp.br (11) 3091-0348 Sem inscrição prévia