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Webinar: A Tradução de Canções

A Tradução de Canções, com Maiaty Saraiva Ferraz, Lauro Meller, e Daniel Padilha Pacheco da Costa

Maiaty Saraiva FerrazRefração e retradução em versões de canções de Bob Dylan gravadas no Brasil
A carreira de Bob Dylan como compositor, cantor, escritor, poeta teve um de seus momentos mais significativos na sua premiação com o Nobel de Literatura em 2016. Desde o início de sua carreira, no começo dos anos 1960, Dylan tornou-se referência ao criar composições que uniram a música folk ao rock and roll. Suas canções influenciaram gerações e foram traduzidas e gravadas em vários idiomas. Em nossa apresentação, vamos destacar versões de quatro canções de Bob Dylan gravadas no Brasil em que ocorrem refração e retradução. Entre os compositores que realizaram essas gravações, destacamos o trabalho de Zé Ramalho como tradutor de Bob Dylan no Brasil. Também destacamos a importância do construto teórico desenvolvido por autores como Andre Lefevere, Peter Low, Johan Franzon, Cecilia Alvstad, Alexandra Rosa, Luiz Tatit na condução de nossas análises, originalmente realizadas em nossa pesquisa de doutorado. 

Maiaty Saraiva Ferraz
Professora da FATEC e coordenadora do Núcleo de Estudos de Línguas da FATEC Itaquera. Possui experiência como coordenadora de curso de graduação em Letras, Pós-graduação lato sensu em Tradução e centro de idiomas. Atua como tradutora pública desde 2001. Doutora pelo Programa de Estudos da Tradução da FFLCH-USP.  Mestre em Língua Inglesa e Literaturas Inglesa e Norte-Americana pela FFLCH-USP.  Graduada em Letras (Licenciatura e Bacharelado em Português e Inglês) pela Universidade Mackenzie. Além da atuação acadêmica, escreve poesia, e publicou Tempus (o mesmo som) pela editora Todas as Musas.
Lauro Meller(Não) Tem Tradução: Noel Rosa em traduções cantáveis para a língua inglesa, segundo o Princípio do Pentatlo, de Peter LowNoel Rosa (1910-1937) foi um dos grandes compositores da Música Popular Brasileira e, apesar de sua morte precoce, deixou mais de 200 canções, muitas das quais hoje integram o cânone da MPB. Além de ser um cronista da vida do Rio de Janeiro de sua época, quebrou o paradigma sisudo da Era do Rádio, revestindo suas composições de leveza, por meio de seu vocabulário coloquial e de seu canto despojado. Em que pese sua posição de centralidade em nosso cancioneiro, Rosa é praticamente desconhecido por públicos não-lusófonos, o que nos motivou a coordenar um projeto de pesquisa que vem sendo desenvolvido na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Nesta apresentação, falaremos sobre o processo de tradução, para o inglês, de algumas canções do sambista carioca, segundo o Princípio do Pentatlo, de Peter Low, método pautado por cinco critérios: sentido, naturalidade, ritmo, cantabilidade e rimas.
Professor de Práticas de Leitura e Escrita (Inglês-Português) na Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2010-atual);
Doutor em Literatura pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas) (2010);
Mestre em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (1998);
Licenciado em Letras (Inglês-Português) pela Universidade Federal da Paraíba (1996);
Áreas de pesquisa: Estudos de Música Popular; Ensino de Inglês como Língua Estrangeira;
Coordenador do projeto de pesquisa Grupo de Estudos Interdisciplinares em Música Popular (PROPESQ-UFRN);
Editor-chefe da Revista Brasileira de Estudos da Canção (www.rbec.ufrn.br);
Membro do comitê acadêmico da IASPM-AL (International Association for the Study of Popular Music - América Latina);
- Autor do livro Poetas ou Cancionistas: uma discussão sobre música popular e poesia literária (Curitiba: Ed. Appris, 2015).
Daniel Padilha Pacheco da Costa (UFU)Tradução e Música no Brasil: variações
No Brasil, as interfaces entre Tradução e Música envolvem tradições musicais, períodos históricos, problemas teóricos e modalidades tradutórias extremamente variadas entre si. Essas modalidades tradutórias envolvem, por exemplo, o versionismo (em línguas orais ou não), o plágio (escrito, rítmico e melódico, como ocorre nos replacement texts) e a dublagem, legendagem e voice-over de letras cantadas, veiculadas em filmes, óperas, peças de teatro, musicais, internet, programas de televisão e rádio. Com base na noção de “variação” – entendida, aqui, em sua acepção musical, linguística, tradutória e metafórica –, são exploradas, nesta apresentação, as diferentes interfaces entre Tradução e Música no Brasil, com destaque para as pesquisas que, dedicadas ao tema, foram publicadas nos números 27 e 29 da Tradução em Revista (2019/2020).Daniel Padilha Pacheco da Costa: professor do Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários e do Curso de Graduação em Tradução do Instituto de Letras e Linguística da Universidade Federal de Uberlândia (UFU): pesquisador convidado e pós-doutor pelo Departamento de Linguística e Tradução da Universidade de Montreal (Quebec, Canadá); doutor pelo Departamento de Letras Modernas da Universidade de São Paulo (Programa de Estudos Linguísticos, Literários e Tradutológicos em Francês), com estágio doutoral na Universidade Paris-Sorbonne (Paris IV); graduado em Literatura Francesa pela Universidade Sorbonne Nouvelle (Paris III) e em Filosofia pela Universidade de São Paulo; pesquisador em Literatura Comparada e Tradução; tradutor do inglês e do francês.
Canal da FFLCH/USP no youtube:https://www.youtube.com/channel/UCNiH334YQslyClYxjkM0X8A

jamilly.alvino@usp.br Online John Milton, DLM Outro local (11) 3714-1935 Sem inscrição prévia
Webinar - Tradução de Canções: aspectos descritivos e prescritivos

PALESTRANTES: Prof. Dr. Daniel Padilha Pacheco da Costa (UFU), Prof. Dr. Lauro Meller (UFRN) e Profa. Dra. Maiaty Saraiva Ferraz (FATEC)

RESUMOS
[Daniel Padilha Pacheco da Costa]
Tradução e Música no Brasil: variações

No Brasil, as interfaces entre Tradução e Música envolvem tradições musicais, períodos históricos, problemas teóricos e modalidades tradutórias extremamente variadas entre si. Essas modalidades tradutórias envolvem, por exemplo, o versionismo (em línguas orais ou não), o plágio (escrito, rítmico e melódico, como ocorre nos replacement texts) e a dublagem, legendagem e voice-over de letras cantadas, veiculadas em filmes, óperas, peças de teatro, musicais, internet, programas de televisão e rádio. Com base na noção de “variação” – entendida, aqui, em sua acepção musical, linguística, tradutória e metafórica –, são exploradas, nesta apresentação, as diferentes interfaces entre Tradução e Música no Brasil, com destaque para as pesquisas que, dedicadas ao tema, foram publicadas nos números 27 e 29 da Tradução em Revista (2019/2020).

[Lauro Meller]
(Não) Tem Tradução: Noel Rosa em traduções cantáveis para a língua inglesa, segundo o Princípio do Pentatlo, de Peter Low

Noel Rosa (1910-1937) foi um dos grandes compositores da Música Popular Brasileira e, apesar de sua morte precoce, deixou mais de 200 canções, muitas das quais hoje integram o cânone da MPB. Além de ser um cronista da vida do Rio de Janeiro de sua época, quebrou o paradigma sisudo da Era do Rádio, revestindo suas composições de leveza, por meio de seu vocabulário coloquial e de seu canto despojado. Em que pese sua posição de centralidade em nosso cancioneiro, Rosa é praticamente desconhecido por públicos não-lusófonos, o que nos motivou a coordenar um projeto de pesquisa que vem sendo desenvolvido na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Nesta apresentação, falaremos sobre o processo de tradução, para o inglês, de algumas canções do sambista carioca, segundo o Princípio do Pentatlo, de Peter Low, método pautado por cinco critérios: sentido, naturalidade, ritmo, cantabilidade e rimas.

[Maiaty Saraiva Ferraz]
Refração e retradução em versões de canções de Bob Dylan gravadas no Brasil

A carreira de Bob Dylan como compositor, cantor, escritor, poeta teve um de seus momentos mais significativos na sua premiação com o Nobel de Literatura em 2016. Desde o início de sua carreira, no começo dos anos 1960, Dylan tornou-se referência ao criar composições que uniram a música folk ao rock and roll. Suas canções influenciaram gerações e foram traduzidas e gravadas em vários idiomas. Em nossa apresentação, vamos destacar versões de quatro canções de Bob Dylan gravadas no Brasil em que ocorrem refração e retradução. Entre os compositores que realizaram essas gravações, destacamos o trabalho de Zé Ramalho como tradutor de Bob Dylan no Brasil. Também destacamos a importância do construto teórico desenvolvido por autores como Andre Lefevere, Peter Low, Johan Franzon, Cecilia Alvstad, Alexandra Rosa, Luiz Tatit na condução de nossas análises, originalmente realizadas em nossa pesquisa de doutorado.

MINIBIOS
Daniel Padilha Pacheco da Costa é professor do Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários e do Curso de Graduação em Tradução do Instituto de Letras e Linguística da Universidade Federal de Uberlândia (UFU): pesquisador convidado e pós-doutor pelo Departamento de Linguística e Tradução da Universidade de Montreal (Quebec, Canadá); doutor pelo Departamento de Letras Modernas da Universidade de São Paulo (Programa de Estudos Linguísticos, Literários e Tradutológicos em Francês), com estágio doutoral na Universidade Paris-Sorbonne (Paris IV); graduado em Literatura Francesa pela Universidade Sorbonne Nouvelle (Paris III) e em Filosofia pela Universidade de São Paulo; pesquisador em Literatura Comparada e Tradução; tradutor do inglês e do francês.

Lauro Meller é professor associado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Doutor em Letras (Literatura) pela PUC-Minas, fez estágio pós-doutoral no Institute of Popular Music da Universidade de Liverpool, Reino Unido, com bolsa CAPES, e é autor de Poetas ou Cancionistas: uma discussão sobre música popular e poesia literária (Curitiba: Appris, 2015) e Iron Maiden: uma jornada através da História (Curitiba: Appris, 2018). Atualmente, coordena, na UFRN, o projeto de pesquisa "(Não) Tem Tradução: as canções de Noel Rosa em inglês, segundo o Princípio do Pentatlo, de Peter Low".

Maiaty Saraiva Ferraz é professora da FATEC e coordenadora do Núcleo de Estudos de Línguas da FATEC Itaquera. Possui experiência como coordenadora de curso de graduação em Letras, Pós-graduação lato sensu em Tradução e centro de idiomas. Atua como tradutora pública desde 2001. Doutora pelo Programa de Estudos da Tradução da FFLCH-USP. Mestre em Língua Inglesa e Literaturas Inglesa e Norte-Americana pela FFLCH-USP. Graduada em Letras (Licenciatura e Bacharelado em Português e Inglês) pela Universidade Mackenzie. Além da atuação acadêmica, escreve poesia, e publicou Tempus (o mesmo som) pela editora Todas as Musas.

jamilly.alvino@usp.br Transmissão on-line. Canal da FFLCH, no Youtube: https://youtu.be/W1qztdVwpOM Prof. Dr. John Milton e Profa. Dra. Silvia Cobelo Outro local https://youtu.be/W1qztdVwpOM Sem inscrição prévia
Questões da literatura de Língua Inglesa: "What have the Romantics to offer us today?"

What have the Romantics to offer us today?

British Romanticism is often circumscribed between two historical milestones: on the one end, the beginning of the French Revolution (1789), on the other, the Great Reform Act of 1832. Within this period, characterized by Eric Hobsbawm, among others, as the Age of Revolution, Britain witnessed a profound change in its system of belle-letters. While the first generation of romantic poets, with William Wordsworth at its head, set the aim to start poetry anew, leaving aside its common-place figures; the second generation – Byron, Shelley, and Keats – gave a different turn to classical allusions and Greek mythology. But changes were not exclusively to poetry. The prose writers of the age – working with fiction, non-fiction or forms that blurred such distinction – dwelt on social class divisions, the unconscious, nostalgia, and numberless other issues still pressing to this day. Therefore, and to a better comprehension of the period’s legacy, we put forward the question: What have the Romantics to offer us today? To answer it, we have invited a leading specialist on the topic: Professor Gregory Dart, from University College London.

Gregory Dart spent his undergraduate and graduate years (from 1986 to 1993)
at the University of Cambridge. Since 2000, he has been a professor at UCL (University College London). His books include: Rousseau, Robespierre and English Romanticism (1999), and Metropolitan Art and Literature, 1810-1840: Cockney Adventures (2012), both published by Cambridge University Press. His teaching range at UCL focuses on the Romantics and Victorians but also
includes twentieth-century literature and film, the eighteenth century, and
Shakespeare. Gregory Dart’s research, both current and prospective, is centrally
concerned with Romanticism, the City, and the history and development of
the essay from Montaigne to the modern period. He is currently Chair of the Hazlitt Society, and a member of the Charles LambSociety. For several years now Dart has been working on three volumes of a new six-volume Collected Edition of the Works of Charles and Mary Lamb, Oxford University Press, for which he is also General Editor. In addition to his literary interests, Dart has also written 16 essays for the Royal Opera House, Covent Garden, for use in their programmes, DVDs and online.

dhlawrencewebinarusp@gmail.com Virtual John Milton, DLM Biblioteca Florestan Fernandes - Av. Prof. Lineu Prestes, travessa 12, 350 - Cidade Universitária - São Paulo-SP Sem inscrição prévia
CHAMADA PARA ARTIGOS - DOSSIÊ - A Independência do Brasil e o mundo ao seu redor: história, historiografia e memória

Dossiê - A Independência do Brasil e o mundo ao seu redor: história, historiografia e memória

O dossiê reunirá artigos voltados ao tema geral da Independência do Brasil e suas relações com espaços (eventos, processos, agentes, instituições, linguagens e conceitos, etc.) externos a ele. Por um lado, serão acolhidas análises de conexões, articulações, comparações e integrações entre quaisquer regiões do Brasil e outras partes do Império Português, assim como dos continentes americano, europeu, africano e asiático, entre aproximadamente 1808 e 1831, desde que possuam alguma ênfase - não necessariamente exclusiva - na Independência. Por outro lado, também serão acolhidas análises que relacionem aspectos de historiografia e/ou de memória da Independência, entre os séculos XIX e XXI, com outros igualmente externos ao Brasil. Encoraja-se que os artigos submetidos articulem pesquisa empírica com propostas analíticas de integração da história, da historiografia e da memória da Independência com realidades mais amplas.

revistahistoria@usp.br Revista de História Prof. dr. João Paulo Pimenta Outro local https://www.revistas.usp.br/revhistoria/announcement Sem inscrição prévia
Fome estomacal de Brasil: Mário de Andrade e a cozinha brasileira

Neste webinário, vamos discutir não apenas a faceta “gourmet” do polígrafo Mário de Andrade – que, de fato, gostava muito de comer e beber –, mas, principalmente, o interesse dele pela cozinha brasileira como temática e objeto de estudo. Antítese da gastronomia afrancesada praticada em um cada vez mais efervescente cenário de salões e restaurantes em São Paulo, a cozinha brasileira chamou a atenção dos modernistas e, em especial, de Mário, que a entendia como parte de uma cultura em formação, marcada pelos contrastes e pelos “desastres” de uma sociedade colonizada.

Mediação:
Prof. Dr. Marcos Antonio de Moraes (professor do Programa de Pós-Graduação em Literatura Brasileira da FFLCH-USP e da Pós-Graduação Multidisciplinar em Culturas e Identidades Brasileiras do IEB-USP)
Viviane Aguiar (doutoranda em História Social na FFLCH-USP)

Palestrantes:
Claude Guy Papavero (doutora em Antropologia Social pela FFLCH-USP)
Jakeline Fernandes Cunha (doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela FFLCH-USP)
Paula de Oliveira Feliciano (mestre pelo IEB-USP)

vivsaguiar@usp.br https://www.youtube.com/iebuspvideos Marcos Antonio de Moraes Outro local https://www.youtube.com/iebuspvideos Sem inscrição prévia
ENCONTRO DE JOVENS INVESTIGADORES DA CPLP SOBRE ÁFRICA

Entre os dias 8 e 9 de julho de 2021 acontecerá em formato virtual o I ENCONTRO DE JOVENS INVESTIGADORES DA CPLP SOBRE ÁFRICA, promovido pelo CESA/ISEG/UL (Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa), pela CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e pela UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa).

Através do convite dos organizadores do evento, o Brasil será representado por uma docente e dois pós-graduandos da FFLCH-USP. A Profa. Dra. Marina de Mello e Souza, professora associada do Departamento de História FFLCH-USP e diretora do Centro de Estudos Africanos da USP (CEA-USP), participará como conferencista convidada do evento. Raphael Gonçalves, aluno de iniciação científica (bolsista FAPESP) do Departamento de História da FFLCH-USP e Helena Wakim Moreno, doutoranda (bolsista Capes) do Programa de Pós-Graduação em História Social da FFLCH-USP irão apresentar suas pesquisas.

encontrodejovensinvestigadoresdacplp@gmail.com Press Release - EncontroJovensInvestigadoresCPLP.pdf Evento virtual e presencial. Pode ser acompanhado online mediante cadastro no site Cristina Molares D'Abril e Rui Garrido Outro local https://encontrojovensinvestigadorescplp.weebly.com/ Com inscrição prévia
Colóquio Anticolonialidade e Arte Indígena: diálogos com a literatura.

Este colóquio se dedica a refletir sobre a contribuição de artistas e pensadores indígenas contemporâneos, tais como Ailton Krenak, Daiara Tukano, Denilson Baniwa, Naine Terena e Jaider Esbell, para uma revisão crítica de padrões coloniais na literatura e na cultura brasileira.

Com
Lúcia Sá (University of Manchester)
Jamille Pinheiro Dias (University of Manchester)

Abertura
Hélio de Seixas Guimarães (Universidade de São Paulo)

Mediação
Gaya de Castro Cunha (Universidade de São Paulo)

gayacunha@usp.br Colóquio_compressed.pdf Evento Online Prof. Dr. Hélio de Seixas Guimarães Outro local https://youtu.be/yMdrJkKig2Q (12) 9760-6683 Sem inscrição prévia
Seminário "A construção política e institucionalização das sociedades civis", com Adrian Gurza Lavalle (DCP-USP)

Os seminários constituem atividades extra-curriculares, dirigidas especialmente aos estudantes de Pós-Graduação, mas também ao corpo docente e à comunidade acadêmica externa. Em geral, contam com a participação de destacados pesquisadores, brasileiros e estrangeiros, e as exposições giram em torno de trabalhos relevantes recém-publicados, de projetos em andamento e de questões pertinentes às linhas de pesquisa do DCP. Em média, temos contado com a apresentação de 15 pesquisadores convidados por semestre. A programação é dividida em Seminários de Departamento (DCP) e Seminários de Área. No primeiro caso, nossos convites são dirigidos a pesquisadores seniores, nacionais e estrangeiros, com reconhecida produção acadêmica. Em geral, as conferências adquirem caráter abrangente e cobrem extensa área do conhecimento em temas de Ciência Política. Os Seminários de Área se destinam à produção de ponta no interior das áreas de Teoria Política e Pensamento Político (TP), Instituições Políticas e Política Comparada (IP), Relações Internacionais (RI) e Políticas Públicas (PP), nas quais se estrutura o DCP. Neste formato, as exposições tratam de temas e problemas da agenda de pesquisa e a dinâmica do dia se caracteriza pelo debate mais direto entre alunos, professores e convidados em torno da contribuição apresentada pelo conferencista. A programação semestral é totalmente planejada e divulgada antes do início das aulas, de modo que os alunos podem se organizar para os seminários da mesma forma como fazem com disciplinas regulares. O dia da semana é fixo (sempre às quintas-feiras). Já integraram nossa programação pesquisadores americanos, canadenses, mexicanos, argentinos, chilenos, uruguaios, portugueses, franceses, alemães e ingleses, oriundos das mais prestigiosas universidades estrangeiras.

seminariosdcp@usp.br Link para o Zoom: https://us02web.zoom.us/j/83272404840 Prof. Rogério Bastos Arantes - Coordenador de Seminários - PPG Ciência Política Biblioteca Florestan Fernandes - Av. Prof. Lineu Prestes, travessa 12, 350 - Cidade Universitária - São Paulo-SP http://dcp.fflch.usp.br (11) 3091-0348 Sem inscrição prévia
XII Encontro de Pós-Graduandos em Estudos Discursivos (EPED-USP)

O Encontro de Pós-Graduandos em Estudos Discursivos da USP – EPED-USP – é um evento acadêmico anual, organizado pelos pós-graduandos da área de Filologia e Língua Portuguesa, que visa a promover o diálogo entre as distintas abordagens teóricas e metodológicas sobre o discurso na Universidade de São Paulo.

Com edições desde 2009, o evento busca a integração entre os pós-graduandos dos diversos programas da Universidade de São Paulo, incentivando o debate franco e aberto acerca dos diferentes olhares epistemológicos, das distintas metodologias e dos variados objetos de análise que caracterizam a instituição no que concerne ao estudo da produção contextualizada de sentido.

Com um acolhimento especial dentre os docentes e alunos da USP, bem como de pesquisadores consagrados de universidades do Brasil e do exterior, convidados para a realização de mesas e conferências, seu sucesso e sua aceitabilidade no meio acadêmico têm servido de exemplo para uma série de eventos organizados por pós-graduandos dentro e fora da Universidade de São Paulo, na área de Linguística e Literatura.

Em 2021, o EPED chega à sua décima segunda edição com o tema Práticas Discursivas em mídias digitais. O objetivo desta escolha é propiciar, nas mesas e nas conferências, uma reflexão atual sobre o impacto das mídias digitais na constituição do texto e do discurso; os modos pelos quais os processos dialógicos, interacionais e identitários são afetados e redimensionados por tais tecnologias; e os efeitos dessas novas práticas na teorização e na metodologia utilizadas no âmbito dos estudos do texto e do discurso, no que se refere a procedimentos de coleta e constituição de corpora, ao trabalho com a multimodalidade e com cadeias discursivas, bem como à integração de softwares para análise de dados.

A fim de garantir um debate profícuo acerca das pesquisas desenvolvidas pelos pós-graduandos, as sessões de comunicação contarão com, no máximo, 4 apresentações. Cada apresentação terá 15 minutos de duração, seguidos de 15 minutos de discussão entre o apresentador, os ouvintes e o debatedor convidado.

Em sua décima segunda edição – e primeira a ser realizada virtualmente –, o EPED ocorrerá nos dias 06, 07 e 08 de outubro de 2021 e convida tanto pesquisadores vinculados à Universidade de São Paulo, quanto pesquisadores de outras instituições a debaterem as suas pesquisas, cujo foco sejam questões discursivas, textuais, semântico-pragmáticas e interacionais.

Palestrantes confirmados:
Ana Elisa Ribeiro (CEFET-MG)
Vinicius Romanini (USP)
Fabio Malini (UFES)
Isabel Seara (Universidade Aberta, Portugal)
Carlos Frederico d'Andréa (UFMG)
Maria Carmen Aires Gomes (UFV)
Pollyana Ferrari (PUC-SP)
Júlia Lourenço Costa (UFSCar)
Maria Eduarda Giering (UNISINOS)
Danielle Barbosa Lins de Almeida (UFPB)

Minicursos confirmados:
1. Análise de Discurso Digital (ministrado por Júlia Lourenço Costa)
2. Semiótica Social (ministrado por Danielle Barbosa Lins de Almeida)

epedusp@gmail.com I Circular - XII EPED - jun. 2021_0.pdf O evento ocorrerá virtualmente. Paulo Roberto Gonçalves-Segundo , Outro local https://eped.fflch.usp.br Com inscrição prévia
5ª Jornada do Romance Antigo: Eros e Afrodite (Parte II)

Jornada acadêmica centrada na divulgação de pesquisas sobre o romance antigo, essa 5a edição, assim como a anterior, terá por tema Eros e Afrodite. A matéria amorosa é central ao romance grego, mas também se faz presente no romance latino. Na primeira parte do evento, serão três conferências, a saber: O amor em tempos de guerra: o conto de Panteia na Ciropédia de Xenofonte, por Emerson Cerdas (Pós-Doutorando Universidade de São Paulo/ bolsista Fapesp); As cenas de reconhecimento no romance Dáfnis e Cloé, de Longo, por Luiz Carlos André Mangia Silva (Universidade Estadual de Maringá); Amor, amores, humor, humores: deslocamentos de leitura no Satíricon, de Petrônio, por Claúdio Aquatti (Universidade Estadual Paulista/IBILCE). O evento se encerra com uma sessão de comunicações de alunos de iniciação científica e pós-graduandos.

jornadadoromanceantigo@gmail.com Sala virtual da Plataforma Google Meet Adriane da Silva Duarte Cartaz 5a Jornada do Romance Antigo Outro local Com inscrição prévia