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Palestra: A escrita tardia de Machado de Assis - manuscritos de 'Esaú e Jacó' e 'Memorial de Aires'

Partindo de dados obtidos a partir da análise codicológica dos manuscritos dos romances Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908), iremos expor como a produção de uma "cópia passada a limpo" para a composição da primeira edição dos romances serviu para o escritor como uma ferramenta de retextualização, levando-o de volta à fase de composição, o que gerou diversas transformações escriturais e materiais nos fólios. Também iremos demonstrar como os dois documentos serviram como base para a composição tipográfica da primeira edição dos respectivos romances.

Ministrada pela Profa. Dra. Ana Claudia Suriani da Silva

lero@usp.br Sala 206 Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP http://lero.fflch.usp.br/ Sem inscrição prévia
VI Colóquio Internacional Áfricas, Literatura e Contemporaneidade – Memória, imaginário e narrativa: trânsitos

Em um momento como o presente, no qual reflexões aprofundadas encontram tantos obstáculos ao seu exercício, o empenho de dar continuidade a projetos que apostam no diálogo aberto e mais próximo entre universidade e sociedade se apresenta como resistência necessária.

Neste cenário, avesso à diversidade e pluralidade que caracterizam o debate intelectual, o rebaixamento do pensamento convoca os mais distintos expedientes para legitimar narrativas autoritárias e empobrecedoras. Assim, História e memória passam a ser novamente objeto de disputa, resultando em distorções e revisionismos alarmantes. Como remédio contra o maniqueísmo que facilmente acirra tensões estéreis, é preciso que também o meio acadêmico se posicione, reafirmando o compromisso de investigar complexidades, estar sempre atento às contradições e não elidir as relações de poder sempre em jogo quando se toma a palavra. Neste sentido, o VI Colóquio Internacional Áfricas, Literatura e Contemporaneidade busca dar prosseguimento a debates que já tinham como característica central desafiar olhares acomodados, privilegiando a diversidade, as especificidades e a pluralidade de saberes provenientes de um espaço usualmente tratado como receptáculo em vez de rico produtor de sentidos.

Tendo em vista os resultados alcançados pelas edições anteriores do Colóquio Internacional Áfricas, Literatura e Contemporaneidade, cuja realização foi considerada Destaque das Atividades de Cultura e Extensão Universitária da FFLCH – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, a disciplina de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa e o Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa propõem esta nova edição do evento, que pretende ocupar o mês de outubro de 2019 com uma programação diversa, situada também em espaços para além dos muros da universidade, com o objetivo de fortalecer as articulações entre pesquisa, ensino, difusão e extensão.

Este ano, sob o tema Memória, imaginário e narrativa: trânsitos busca-se, ao mesmo tempo, responder a apropriações levianas da memória coletiva e contemplar debates que têm tomado dimensão central na academia. Elegendo uma perspectiva que parte da interdisciplinaridade, pretende-se um aprofundamento da investigação em torno de problemas contemporâneos que encontram projeção na produção cultural, desafiando a capacidade de artistas, críticos, intérpretes e público.

Vale mencionar que a iniciativa de abrigar o tema da memória em debate surgiu de uma parceria com a Universidade de Coimbra, na figura de Margarida Calafate Ribeiro, reconhecida pesquisadora do Centro de Estudos Sociais, coordenadora do Projeto “Memoirs: Filhos de Império e Pós-memórias Europeias”, financiado pelo Conselho Europeu de Investigação, cujo olhar tem também contemplado as complexas relações entre memória, narrativa e sociedade, com foco na conformação do imaginário e em seus efeitos complexos na realidade social. Considerando que a atenção alongada aos objetos culturais que traduzem expectativas e idiossincrasias tem a faculdade de iluminar também disputas políticas que não podem ser ignoradas, optou-se por privilegiar a reflexão sobre os sentidos que assumem a História e a memória em contextos de tensão, suas relações com formas de resistência, suas relações com a narrativa no continente africano e seus ecos na literatura e em outras linguagens.

As discussões, ainda, procurarão refletir acerca das heranças históricas que continuam a atuar no presente do continente, lembrando também a complexidade dos sentidos que nortearam os processos de libertação com ênfase nas tensões e contradições presentes no interior das produções literárias africanas ou que tratam de temas ligados ao continente. Com o foco nos elos entre estética e sociedade, os debates contemplarão o difícil papel da crítica, que, num quadro global pouco favorável ao reconhecimento das literaturas emergentes, defronta-se com o desafio de pesquisar e examinar a matéria artística, com profundidade, sem sucumbir aos riscos de uma celebração que uniformiza. Desse modo, serão examinadas culturas e letras africanas em um quadro internacional marcado por profundas transformações, incertezas, com os sentidos abertos ao preconceito institucionalizado que, infelizmente, tem encontrado solo fértil para crescer entre nós.

Importa também reforçar que, embora haja um interesse crescente na academia brasileira em verticalizar a leitura dos laços históricos que nos unem, é necessário ampliar o espectro histórico usualmente abrangido pelas discussões e chegar à contemporaneidade, cujos fluxos ainda são pouco abordados, para procurar subverter o olhar que, entre nós, costuma buscar origens em uma África mítica atemporal. Nesse sentido, pretendemos envolver a contribuição de autores e estudiosos de diversos campos, cujos aportes têm se mostrado decisivos para melhor compreensão do contexto africano e de suas produções culturais. A participação de alguns importantes autores africanos de língua portuguesa da atualidade e de especialistas estrangeiros busca fortalecer um olhar renovado sobre o continente, avesso às formulações de natureza eurocêntrica que têm fornecido, ainda nos dias que correm, ferramentas intimamente ligadas aos passados imperiais. A iniciativa permitirá aprofundar o debate em torno de problemas contemporâneos que, vividos pelas sociedades dos vários países, projetam-se de formas complexas na produção cultural.

Tal como os anteriores, o evento é aberto a interessados em geral, atendendo ainda à demanda de professores das redes pública e privada de ensino – em acelerado crescimento desde a implantação das leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, que preconizam a obrigatoriedade da inclusão de conteúdos da História e das culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas em todos os níveis de ensino. Sensíveis à importância de insistir na legitimidade de diretrizes fortemente ameaçadas no momento presente, reforçaremos o debate sobre o lugar da África no Brasil, bem como sobre os processos de invisibilização do pensamento negro em nosso contexto sociocultural. O encontro atuará, assim, também na capacitação de agentes multiplicadores, possibilitando, simultaneamente, a difusão de obras africanas a um público mais vasto, além do contato direto com alguns de seus mais representativos produtores.

Em síntese, com base na focalização em fenômenos da História recente e da atualidade dos países africanos e orientados para a articulação entre a universidade e a sociedade, os encontros pretendem produzir e difundir conhecimentos que superem os estereótipos, ainda recorrentes no tratamento dado aos conteúdos relativos à África. Como vem ocorrendo nas edições anteriores do Colóquio, o objetivo é verticalizar o debate acerca de questões de natureza variada que envolvem as relações transdisciplinares na formação do conhecimento sobre as realidades do continente, com forte projeção no campo do imaginário.

Comissão organizadora:

Profa. Dra. Rita Chaves (DLCV)
Profa. Dra. Tania Macêdo (DLCV)
Ludmila Guimarães Maia (pós-doutoranda)
Bruna Del Valle de Nóbrega (doutoranda)
Jacqueline Kaczorowski (doutoranda)
Aline da Silva Lopes (mestranda)
Matheus Vieira dos Santos (mestrando)

coloquioafricaliteratura@gmail.com Sala 14 do Prédio de Ciências Sociais e outros locais (auditórios do Prédio de História e Geografia) Rita de Cássia Natal Chaves https://africasemtransito.wixsite.com/coloquio Outro local https://africasemtransito.wixsite.com/coloquio Com inscrição prévia
Conferência Internacional: Mobilidade e Integração Social, Humana e Linguística

Conferência Internacional com conferencistas especialistas no assunto em pauta, com painéis e mesas redondas, apresentação de comunicação de pesquisa e pôsteres. As informações detalhadas podem ser encontradas nos folders à parte e no site do evento.

cejap@usp.br JAPAN HOUSE, Av. Paulista, 52 Leiko Matsubara Morales , , , , , , , Outro local https://ejhib.com/en/ (11) 3091-2426 Com inscrição prévia
[Deslocad_?]: Outros Diálogos da Literatura Contemporânea - Bate-papo com autoras

Bate-papo com Jarid Arraes e Paloma Franca Amorim, com mediação de Bianca Gonçalves (PPGECLLP).

Público-alvo: interessadas/os em geral.

Sobre as autoras:

Jarid Arraes
Nascida em Juazeiro do Norte, na região do Cariri (CE), em 12 de Fevereiro de 1991, é escritora, cordelista, poeta e autora dos livros “Redemoinho em dia quente“, “Um buraco com meu nome“, “As Lendas de Dandara” e “Heroínas Negras Brasileiras em 15 cordéis“. Curadora do selo literário Ferina, atualmente vive em São Paulo (SP), onde criou o Clube da Escrita Para Mulheres e tem mais de 70 títulos publicados em Literatura de Cordel.

Paloma Franca Amorim
É autora do livro "Eu Preferia ter Perdido um Olho", publicado pela Alameda Casa Editorial no ano de 2017.
Nascida em Belém do Pará no ano de 1987, mudou-se para São Paulo em 2005, onde reside até hoje. É colunista desde o ano de 2006 do jornal paraense O Liberal, onde escreve semanalmente crônicas e artigos de opinião.
A partir de maio 2017, passou a fazer parte da equipe de colaboradores do caderno de cultura Ilustrada do jornal Folha de São Paulo. Em julho de 2017 foi uma das convidadas da mesa Páginas Anônimas – A Literatura que o Brasil Faz e que Você Desconhece, mediada pelo cronista e roteirista Antonio Prata, na 15ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty, no Rio de Janeiro.

Sobre a mediadora

Bianca Gonçalves
Mestranda no programa de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, com bolsa Capes, na Universidade de São Paulo, onde também graduou-se em Letras. É autora do livro de poesia "Como se pesassem mil atlânticos", publicado este ano pela Editora Urutau. Na edição n. 21 (2018) da Revista Crioula, publicou entrevista com Jarid Arraes, que pode ser lida no link: http://e.usp.br/e8b

fabueno@usp.br Sala 266 Fátima Bueno (DLCV) Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP Com inscrição prévia
Curso: O Fantasma da Vanguarda - cenas da literatura e o pensamento contemporâneo

Com duração de 3 dias, 9, 10 e 11 de setembro, o curso “FANTASMA DA VANGUARDA – Cenas da literatura e o pensamento contemporâneo” será ministrado pelo importante ensaísta e escritor argentino Damián Tabarovsky. Dentro de uma voltagem transdisciplinar, envolvendo literatura, filosofia, história da cultura, “O fantasma da vanguarda” apresenta as proposições de análise e leitura contidas no livro homônimo do autor, publicado em 2018. Trata-se de uma rara oportunidade de experiência crítica e investigativa propiciada por um dos mais destacados intelectuais da Argentina na atualidade.

Damián Tabarovsky
Autor, tradutor, ensaísta e editor argentino. Nascido em 1967 (Buenos Aires). Tornou-se conhecido no Brasil pelo exponencial Literatura esquerda (2017, Ed. Relicário), estudo que revê a escrita narrativa na contemporaneidade com proposições inaugurais, mobilizadoras de um outro estatuto para a autoria.

Ao mesmo tempo em que engendra uma inventiva história da literatura (a partir da produção argentina), propicia um antes-e-depois da arte de escrever no presente. Refinado, percuciente, Tabarovsky se graduou na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris.

Obs: O livro "O Fantasma de la Vanguardia." foi traduzido para a língua portuguesa por Tiago Fernandes e Ciro Lubliner, ambos pós-graduandos do Programa de Pós-Gaduação em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa e tem lançamentos previstos para o dia 11.9, na Casa das Rosas, e no dia 12.09, na USP.

vasconcelosmauricio@hotmail.com Sala 110 Prof. Mauricio Salles Vasconcelos (DLCV) Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP http://sce.fflch.usp.br/node/3216 Com inscrição prévia
Colóquio: Portugueses em busca de novos mundos - A epopeia de Fernão de Magalhães

O projeto de Fernão de Magalhães, navegador português, executado sob a Coroa da Espanha, foi a mais ousada e transformadora viagem daqueles tempos. De 1519 a 1522, a expedição percorreu oceanos, visitou terras, revelando populações e culturas até então desconhecidas. A descoberta de uma passagem entre o Atlântico e o Pacífico ao sul da América do Sul, permitiu a redefinição da dominação e dos acordos entre as coroas ibéricas.

Dia 11 de setembro

14:30 | Abertura

15:00 | Conferência
Diogo Ramada Curto (UNL Portugal)

16:30 | Mesa 1: Relatos e Imagens
Paulo Knauss (Museu Histórico Nacional)
Rafael Sagredo (PUC Chile)
Andréa Dore (UFPR)

Dia 12 de setembro

10:00 | Mesa 2: Cartografia, Diplomacia e Geopolítica
Júnia Furtado (UNIFESP/UFMG)
Rodrigo Ricupero (USP)

14:30 | Mesa 3: O estreito e as quatro partes do mundo
Dante Teixeira (UFRJ)
Mauricio Andrés Onetto Paves (UA Chile)
Tomás Hadad (USP)

16:30 | Mesa 4: Pesquisas discentes em andamento

18:00 | Encerramento

cjc@usp.br Auditório Milton Santos - Prédio Geografia/História PROFA DRA VERA LUCIA AMARAL FERLINI Outro local http://cjc.fflch.usp.br/fm (11) 3091-1511 Sem inscrição prévia
2º Acampamento de Jovens Construtores da Paz

Nos dias 18, 19 e 20 de setembro de 2019, o 11º Congresso do Conselho Latino-americano de Pesquisa pela Paz (CLAIP) será realizado nas instalações da FFLCH-USP no prédio da História e Geografia da Universidade de São Paulo (USP) da Cidade Universitária.

Participam da Comissão Organizadora, além de professores, pesquisadores e profissionais filiados a CLAIP, pesquisadores do NUPRI (Rafael Villa, Vanessa Matijascic, Camila Braga e Thiago Babo), conjuntamente com a diretora do Instituto de Relações Internacionais (IRI-USP), professora Janina Onuki.

O Congresso CLAIP 2019 “América Latina tecendo Culturas da Paz” busca promover um diálogo entre profissionais, pesquisadores, promotores de políticas públicas de atividades vinculadas a construção da paz e a redução da violência, em torno da divulgação de conhecimentos e experiências relacionadas ao tema.

O evento bianual é parte de uma iniciativa que reúne associações regionais vinculadas a associação mestre que é a International Peace Research Association (IPRA). A CLAIP foi fundada em 1977 e terá o IRI-USP como instituição sede do evento em 2019.

Para inscrições no evento, acesse: https://www.eventbrite.com.br/e/xi-congreso-del-consejo-latinoamericano-de-investigacion-para-la-paz-claip-tickets-59076705015

claip.2019@gmail.com São Roque Evento ligado ao CLAIP Claip 2019 Outro local https://www.eventbrite.com.br/e/ii-encontro-da-rede-de-jovens-construtores-da-p… Com inscrição prévia
Cinquentenário do CEJ/USP: As Primeiras Sementes dos Estudos Judaicos Acadêmicos na América Latina

Por ocasião dos 50 Anos do Centro de Estudos Judaicos da Universidade de São Paulo, propõe-se uma convocatória com palestrantes, pesquisadores e colaboradores do CEJ/USP. A convocatória tem alguns objetivos: o primeiro é de ordem institucional, como de lembrar a história do CEJ, a sua relevância no passado e na atualidade para a comunidade uspiana e para a sociedade brasileira como um todo. Um outro objetivo é de ordem pessoal: reunir e valorizar alunos e pesquisadores, que elegeram os Estudos Judaicos como área de interesse, valorizando as conquistas obtidas nessa trajetória.

cejudaic@usp.br Sala 266 Prof. Dr. Gabriel Steinberg Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP http://www.letrasorientais.fflch.usp.br/ (11) 2648-6120 Sem inscrição prévia
Escritores coreanos em tempos de globalização: 60 anos de Relações Diplomáticas Coreia-Brasil

O evento recebe os escritores coreanos Kim Ki-taek, autor do livro de poesias Chiclete (7Letras), Kang Byoung Yoong, autor do romance Pepino de alumínio (Topbooks) e Park Min-gyu, ficcionista ainda inédito no Brasil, em visita ao país por ocasião do 60º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre Brasil e Coreia do Sul.

Haverá leitura de obras e debates, com críticos e professores convidados do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada. O evento tem apoio da LTI Korea (Literature Translation Institute of Korea).

estudoscoreanos@usp.br Sala 266 Profa. Dra. Yun Jung Im O evento receberá 3 escritores coreanos (ParkMin-gyu, Kim Ki-taek e Kang Byoung-Yoong em visita ao Brasil em comemoração aos 60 anos de relações diplomáticas Brasil-Coreia Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP http://www.letrasorientais.fflch.usp.br/ (11) 3091-5020 Sem inscrição prévia
II Encontro do GT de Filosofia e Gênero da Anpof

O GT Filosofia e Gênero da Anpof foi criado em 2016 no intuito de preencher uma lacuna fundamental: o fomento à produção de um pensamento feminista no campo filosófico brasileiro. Em primeiro lugar, parte-se da necessidade de reconhecer que a história da filosofia não é nem nunca foi feita só por homens, reconhecimento que obriga à tarefa de estudar a produção filosófica de mulheres e/ou sobre mulheres ao longo do tempo. Em decorrência disso, trata-se de dar espaço: à apresentação de pesquisas que abordem a reflexão filosófica produzida por mulheres; aos estudos que abordem autores e autoras que discutam temáticas relacionadas à produção de subjetividades, sexualidade, relações de poder e biopoder; ao debate sobre epistemologias feministas; às investigações da estética e da crítica de arte feministas; aos trabalhos que abordem éticas feministas; e às pesquisas que tratem do olhar misógeno da filosofia canônica sobre as mulheres. Tendo em vista a defasagem dessa perspectiva de investigação no campo filosófico, especialmente no caso brasileiro, trata-se de pensar como a filosofia pode, valendo-se das reflexões que já foram avançadas por outras áreas (no campo da teoria feminista, dos estudos de gênero, dos estudos pós-coloniais, e dos estudos subalternos, por exemplo) produzir o necessário, urgente e obrigatório debate sobre igualdade de gênero e sobre formas de abertura de horizontes de liberdade e de transformação política.

eventosdf@usp.br 2019_ii_gt_filosofia_genero - caderno de resumos.pdf , 2019_ii_gt_filosofia_genero - programacao completa.pdf -- Profa. Silvana de Souza Ramos II Encontro do GT de Filosofia e Gênero da Anpof Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP http://filosofia.fflch.usp.br/eventos/1842 Sem inscrição prévia