Relatório Divulgações

Title Tipos de divulgação Tipo Status Início do evento Final do evento Departamento Descrição E-mail Anexos Auditório / Sala / Outro local Benefícios e valores Como se inscrever? Docente responsável pelo evento Final da inscrição Horários e carga horária Imagem Início da inscrição Local do evento Página do evento Telefone É necessário fazer inscrição?
Exposição: Antonio Candido - Autor. Obra. Leitor.

Em homenagem ao centenário do grande Professor, o Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada está promovendo algumas atividades que começaram no início do ano, com dois cursos de pós-graduação sobre a obra de Antonio Candido, tendo continuidade agora com a Exposição “Antonio Candido – Autor. Obra. Leitor”, destacando livros, manuscritos, dedicatórias, recortes de jornal, com saleta de leitura e vídeo para os alunos e demais frequentadores da Biblioteca Florestan Fernandes, o que busca aproximar a figura do Professor às novas gerações de alunos. As atividades continuarão com o seminário “Antonio Candido e a Literatura”, a ser realizado em novembro, além de publicações.

flt@usp.br Biblioteca Florestan Fernandes - FFLCH. Av. Prof. Lineu Prestes, travessa 12, n. 350, Cidade Universitária, São Paulo Ariovaldo Vidal; Edu Teruki Otsuka; Maria Augusta Fonseca (11) 3091-4312 Sem inscrição prévia
A importância do solo no meio ambiente

O solo é um recurso natural fundamental para a manutenção da vida na Terra. É um recurso natural finito, que precisa ser melhor conhecido para ser preservado da degradação. São muitos os tipos de solos e cada um deles possui características próprias. 

eventoscientec@listas.usp.br Auditório do Parque CienTec da USP Av. Miguel Stefano, 4 200 - Água Funda - SP Profa Dra Déborah de Oliveira Sem inscrição prévia
XXXVI ENCONTRO DE PESQUISADORES DA AMÉRICA LATINA (EPAL)

XXXVI ENCONTRO DE PESQUISADORES DA AMÉRICA LATINA
Seminário de Pesquisa

Caros (as) latino-americanistas,

Informamos que nosso próximo encontro será no dia 22 de outubro, segunda-feira, entre às 14 e 17:30 horas, na sala 205 da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (endereço: Avenida Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443) e contará com a seguinte programação:

Operação Condor: Terrorismo de Estado no Cone Sul – Estudo de Caso: Brasil e Chile
Fernanda Durazzo Oliveira (Faculdades Integradas Rio Branco)

A Operação Condor foi uma aliança militar entre os países do Cone Sul (Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai) oficializada em 1975 em Santiago do Chile. O objetivo da Operação era facilitar a comunicação entre os membros, que sob regimes ditatoriais, combatiam um inimigo em comum: os comunistas. “A troca de informações e a cooperação operacional eram os dois elementos desse novo nível de colaboração entre as forças de segurança. O que Contreras tinha em mente era institucionalizar esse modelo numa organização formal”. (DINGES,2008, p.169). A Operação Condor atuou em três fases.
A primeira, foi a construção, com a ajuda estadunidense, de um banco de dados (endereço, organização política, saída e entrada nas fronteiras; se estavam presos ou mortos) dos opositores dos regimes de seus respectivos países, onde todos os membros pudessem ter acesso à consulta. Na segunda, os países começaram a agir como os condores. Permitiam que a força de segurança de um país atuasse em outro, assim em conjunto, capturavam, torturavam e prendiam seus opositores. A terceira, não houve (do que se tem registro até hoje) adesão de todos os membros, os principais atuantes foram a Argentina, Chile e Uruguai e atuaram em territórios que não faziam parte da organização, por exemplo, perseguição de seus opositores nos Estados Unidos, França e Itália. Países que muitos dos perseguidos políticos buscaram exílio.
O Brasil que vivia seus nove anos de ditadura civil-militar quando da oficialização da Operação Condor, vivia um período diferente dos outros países, o regime começara um processo de abertura política de forma lenta e gradual, e como o período mais duro do regime havia passado, muito dos opositores políticos brasileiros haviam sido presos, muitos desaparecidos e mortos. Porém, tem-se registro da presença brasileira na Operação, como o caso da Lilian Celiberti, retratado no livro de Luiz Cláudio Cunha em “O Sequestro dos Uruguaios”. A inteligência brasileira cooperava para a apreensão de muitos perseguidos políticos chilenos e argentinos (principalmente) que acreditavam que o Brasil seria um país relativamente seguro dado o momento político.
No Chile, o ditador Augusto Pinochet e o chefe da Dina (Dirección de Inteligencia Nacional), Manuel Contreras, sendo o último, o pensante da Operação Condor, tinham como objetivo eliminar qualquer vestígio do comunismo no Chile e no mundo. Como não poderiam atuar além de suas fronteiras, a organização seria uma extensão de seu plano de extermínio. O Chile criou campos de concentração para prender os opositores, o Brasil cooperou exportando práticas de torturas ao Chile, e, dado os testemunhos à Comissão da Verdade brasileira em 2014, sabe-se que havia policiais brasileiros no Estádio Nacional ajudando as forças de segurança chilenas. Ambos os países prenderam arbitrariamente, desapareceram com os opositores, torturaram e mataram.
Os membros da Operação Condor não respeitaram tratados internacionais “as ditaduras derrubaram as fronteiras geográficas e políticas, aboliram tratados de proteção a refugiados e desrespeitaram convenções internacionais de Direitos Humanos. ” (SOUZA,2002, P. 164). Juntos, as forças de inteligência impediam qualquer movimentação contrária ao regime, fortes o suficiente para praticarem o terrorismo de Estado no Cone Sul.

As imagens dos heróis bandoleiros e a política do cinema militante do movimento
Nuevo Cine Latinoamericano
Ana Daniela de Souza Gillone (FIAM FAAM)
A discussão se centra nas relações existentes entre os aspectos políticos e sociais e as teorias e estéticas desenvolvidas na história do cinema na América Latina. Essa reflexão se expande para o estudo da condição que os cinemas nacionais latino-americanos encontraram para a difusão da sua própria política. Parte-se dos filmes que ressignificaram as revoltas dos heróis bandoleiros: o Lampião no Brasil, o Pancho Villa no México e o gaúcho desbravador das fronteiras na Argentina. Essa marginalidade heroica influenciou na maneira de ser pensado o contexto de dominação e colonização pelo cinema militante das décadas de 1960 e 1970. Período em que os cinemas locais ultrapassaram as fronteiras nacionais com vistas a constituir uma proposta que legitimasse o reconhecimento de um cinema latino-americano, a partir do movimento Nuevo Cine Latinoamericano. Neste contexto, manifestos e ensaios, publicados pelos integrantes do movimento alicerçaram o pensamento teórico-crítico desses cinemas, sendo fundamentais para o entendimento dos processos cinematográficos da América Latina.

Um ano da Declaração Americana sobre os Direitos dos Povos Indígenas:
contribuições efetivas ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos
Ayrton Ribeiro de Souza (PROLAM/USP)
O presente estudo tem como objetivo realizar uma análise sobre a efetividade e elementos inovadores aportados pela Declaração Americana sobre os Direitos dos Povos Indígenas (2016) no âmbito da proteção jurídica dos povos indígenas no Sistema Interamericano. Levando em consideração a prévia existência da Convenção Nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre Povos Indígenas e Tribais (1989), da Declaração das Nações Unidas sobre Direitos dos Povos Indígenas (2007), e da jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos em casos envolvendo populações indígenas no continente americano, com o apoio da Relatoria sobre Direitos dos Povos Indígenas da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, indaga-se quais contribuições a Declaração aprovada pela OEA traz para o sistema interamericano de defesa dos direitos dos povos indígenas.
A partir da análise dos artigos contidos em ambas Declarações, pode-se inferir que a Declaração das Nações Unidas se apresenta como mais assertiva do que a Declaração Americana na defesa dos povos indígenas em vista de possíveis conflitos de interesse com os Estados nos quais estão inseridos. No caso da Declaração Americana, em alguns pontos é utilizado um vocabulário que pode abrir margem a interpretações menos protetivas aos povos indígenas. Por exemplo, ao longo de seus artigos pode notar-se uma persistente defesa da integridade dos Estados ao passo que reconhece o direito à autodeterminação dos povos indígenas.
Infere-se que a Declaração Americana representa um reforço relevante para a defesa dos direitos dos povos indígenas, apresentando um respaldo político dos 34 países membros da Organização dos Estados Americanos após sua aprovação na Assembleia Geral em 15 de junho de 2016. Observa-se, contudo, que este novo instrumento não chega para preencher um vácuo de proteção aos povos indígenas dentro do Direito Internacional, uma vez que seu conteúdo não vai além dos mecanismos da OIT e ONU previamente existentes.

Política Fiscal em Perspectiva comparada na América Latina:
Os casos de Argentina, Brasil e Chile
Guilherme de Oliveira Scaglione (UNIFESP)

O objetivo deste trabalho é traçar correspondências e diferenças entre as características centrais da política fiscal na Argentina, Brasil e Chile, mais especificamente entre os anos de 2005 a 2010. A análise comparativa considera os impactos macroeconômicos destas medidas no âmbito produtivo, econômico e social desses países. Para tanto, esta pesquisa usou o método dedutivo. Metodologicamente, recorremos a teoria marginalista das políticas públicas, mais especificamente, o preceito inaugurado por Lindblom (1959) sob o conceito de branch method. Este conceito afirma que os condutores de políticas públicas estruturam suas ações através de um método de comparação sucessiva entre políticas alternativas condizentes com valores pré-estabelecidos. Recorremos também ao conceito de path dependence, que também atribui relevância à sucessão temporal de eventos e destaca que as diferentes formas de obtenção de retornos positivos por parte dos policy makers faz com que desenvolvimento de políticas públicas se dê por meio do aprendizado, como é o caso da fiscal. Este conceito também considera, dentro da perspectiva teórica conhecida na literatura de políticas públicas como o institucionalismo histórico, que a trajetória passada influencia o ‘caminho’ tomado pelas políticas no futuro. Assim, este trabalho foi dividido em três momentos. No primeiro, será realizado um levantamento histórico das características relevantes destes países. O conceito de path dependence foi destacado no segundo momento deste trabalho, onde a análise da política fiscal focou nos anos que compreendem o período selecionado, contrastando-os com seus passados históricos. Finalmente, dado que os países em desenvolvimento selecionados se situam no mesmo continente e possuem similaridades em termos sociais e de estrutura produtiva, e ademais viviam um momento político marcado por demandas populares por políticas de cunho progressista e pelo intervencionismo do Estado na esfera econômica, traçamos uma análise comparativa entre eles, afim de depreender quais foram os alcances e limites em termos de mudanças no status quo proporcionados pelas políticas fiscais da administração de Néstor e Cristina Kirchrner (2003-2010), Luis Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Michelle Bachelet (2006-2010).

Contamos com a presença de todos (as),

Não é necessário fazer inscrição prévia
Serão fornecidos certificados de participação

Realização: EPAL- Encontro de Pesquisadores da América Latina/ PROLAM- Programa de Pós-Graduação Integração da América Latina
da Universidade de São Paulo
Organização e Coordenação: Encontro de Pesquisadores da América Latina- EPAL
Site: https://encontrodepesquisadoressobreaamericalatina.com/
Facebook: https://www.facebook.com/encontrodepesquisadoressobreaamericalatina/
Apoio: PROLAM/USP- Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina
da Universidade de São Paulo
ECA/USP- Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo

epal.prolam@gmail.com CONVITE XXXVI EPAL.pdf Sala 205 do Prédio central da Escola de Comunicações e Artes Margarida Nepomuceno https://encontrodepesquisadoressobreaamericalatina.com/ Sem inscrição prévia
IV Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina

O IV SICCAL pretende reunir pesquisadores, intelectuais, lideranças de movimentos sociais, estudantes e público interessando do modo geral, dos países latino-americanos, para um encontro com o objetivo de debater as experiências de estudos e pesquisas que tem como fulcro a constituição de epistemologias que se inserem no que se convencionou chamar de pensamento decolonial e como objeto de estudo, as experiências de movimentos sociais contemporâneos e a interface com a cultura e a comunicação.

A construção deste simpósio é produto da experiência do Celacc na promoção dos três primeiros simpósios, em 2000, 2001 e 2010, e também do projeto de pesquisa financiado pela FAPESP “Movimentos sociais, cultura, comunicação e território na América Latina” (Processo 2016/01203-0) que possibilitou aos pesquisadores do núcleo estabelecer contatos e parcerias com pesquisadores de outras instituições latino-americanas, bem como lideranças de movimentos sociais. Desta forma, este IV Simpósio é um momento ímpar para a consolidação de redes internacionais latino-americanas de pesquisa e projeções de novas temáticas para pesquisas futuras.

CHAMADA DE TRABALHOS

O Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação (CELACC) abre chamada de trabalhos para serem apresentados no IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CULTURA E COMUNICAÇAO NA AMERICA LATINA a ser realizado de 12 a 14 de novembro na Universidade de São Paulo (USP). Os trabalhos deverão ser submetidos a um dos GTs do Simpósio listados abaixo e podem ser apresentados em português, espanhol ou inglês.

Nesta etapa, os proponentes deverão apresentar um resumo expandido do trabalho com no mínimo 1.000 e no máximo 1.500 caracteres, incluindo breves e concretas informações sobre o Objeto do trabalho acadêmico, Objetivos, Metodologia, Resultados, Conclusões do trabalho, mas de forma contínua e dissertativa. Nas referências, deverão constar apenas autores e obras mencionados no texto, obedecendo-se às normas da ABNT.

A submissão dos trabalhos deverá ser feita exclusivamente no formulário eletrônico disponível na página do evento. Todos os dados constantes do formulário eletrônico deverão ser preenchidos.

PRAZO PARA SUBMISSÃO: até 15 de outubro de 2018
RESULTADOS DA AVALIAÇÃO: até 31 de outubro de 2018

Uma vez aprovados, os autores deverão entregar até o dia 7 de novembro a integra dos trabalhos para constarem nos anais do eventO, utilizando o modelo de template (disponível a partir do dia 15 de outubro) constante no site. Somente serão aceitos trabalhos encaminhados neste modelo.

GRUPOS DE TRABALHO
GT 1 – Produção, circulação e fruição de bens culturais
Neste GT, serão apresentados trabalhos que versam sobre o processo e os circuitos de produção, circulação e fruição/consumo de bens simbólicos e culturais, tratando de temas como: conceitos de indústrias de bens simbólicos (indústria cultural, industrias criativas), economia da cultura, políticas públicas e privadas de fomento à produção cultural, em particular no contexto latino-americano.

GT 2 – Comunicação, cultura e diversidade
Os trabalhos a serem apresentados neste GT devem tratar sobre as interfaces entre comunicação e cultura, com ênfase na diversidade cultural. Dar-se-á destaque a pesquisas que tratem de experiências de comunicação popular, comunitária e alternativa construídas a partir de contextos culturais populares.

GT 3 – Territórios e conflitos urbanos
Neste GT, os trabalhos apresentados deverão ser produtos de pesquisas que tratem dos processos de ressignificação dos territórios a partir da ação de movimentos sociais que mobilizem o resgate de elementos da cultura popular e os recursos políticos e informacionais existentes, transformando os territórios ressignificados em potenciais contra-hegemônicos.

GT 4 – Metodologias participativas e pesquisas sobre movimentos sociais
Aqui, serão apresentadas pesquisas que tenham propostas de metodologias participativas aplicadas a estudos de experiências de movimentos sociais. O objetivo deste GT é refletir sobre os desafios teóricos das pesquisas que tenham estas metodologias como centro.

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
O IV SICCAL contará com uma programação exclusiva para estudantes de graduação. Os interessados em submeter um trabalho deverão escolher a opção de inscrição GRADUAÇÃO.

celacc@usp.br Cartaz Simposio_ (2).pdf Escola de Comunicação e Artes - Avenida Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária Prof. Dr. Dennis de Oliveira IV Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina , http://paineira.usp.br/celacc/?q=pt-br/siccal (11) 3091-4112 Com inscrição prévia
O contato celestial & as chaves perdidas do céu e da terra: uma leitura de Allen Ginsberg e Elizabeth Barrett Browning no século XXI

A Prof.ª Maria Sílvia Betti, do Departamento de Letras Modernas, convida para aula aberta ministrada pelos alunos Michell Ferreira e Joyce Mattos sobre Allen Ginsberg, poeta estadunidense da geração beat, e Elizabeth Barrett Browning, poetisa inglesa da época vitoriana. Serão discutidas a atualidade premente de suas temáticas e a inesperada intersecção entre suas poéticas.

mariasilviabetti@usp.br Prédio de Letras (sala 266). Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo Maria Sílvia Betti O contato celestial & as chaves perdidas do céu e da terra: uma leitura de Allen Ginsberg e Elizabeth Barrett Browning no século XXI https://doity.com.br/o-contato-celestial (11) 9937-4256 Sem inscrição prévia
Semana Vitoriana

Encontro multidisciplinar, com docentes, pós-graduandos e pesquisadores provenientes das áreas de Letras, Filosofia, Ciência Política e Economia, com o propósito de discutir a literatura, a sociedade, o pensamento e a cultura da Grã-Bretanha Vitoriana.

semanavitoriana@gmail.com Prédio das Letras Marcelo Pen Semana Vitoriana https://semanavitoriana.wixsite.com/victorians/blog/programação Sem inscrição prévia
Curso: O Ensino da Literatura Portuguesa no Brasil - A Obra de Massaud Moisés

O curso visa, fundamentalmente, à revisão crítica dos principais títulos publicados por Massaud Moisés no âmbito da Literatura Portuguesa, sem ignorar o importante diálogo deles com a Literatura Brasileira.

São vários os intuitos dessa revisão:

1) ponderar que, embora sejam obras de meados do século XX (outras mais recentes) - todas foram minuciosamente revistas, aumentadas e atualizadas pelo Autor, donde se explica sua modernidade e permanência;

2) no caso das obras teóricas, mostrar a estreita relação delas com as obras ensaísticas e críticas, em perfeita coerência de uma posição analítica;

3) fazer ver que não se trata de "obra fechada", mas de "obra aberta" relativamente às teorias de seu tempo, nacionais e estrangeiras, às quais toda a produção do Mestre esteve sempre muito atenta.


Matrículas On-line: http://sce.fflch.usp.br/node/2820

agenda@usp.br Prédio de Letras (sala 102). Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo Lilian Jacoto http://sce.fflch.usp.br/node/2820 (11) 3091-4645 Com inscrição prévia
XV Semana de Geografia da USP

O ensino público brasileiro apresenta hoje um quadro preocupante diante do sucateamento e precarização que o sistema educacional vem sofrendo.
Assim, as atividades do projeto pressupõem o compromisso ético da comunidade acadêmica na abordagem de problemas da sociedade contemporânea sob a perspectiva do ensino de geografia, e apontam a possibilidade da construção de um novo espaço de diálogo que discuta o pensar e o fazer da geografia na sala de aula e sua relação com o mundo.
As integrações e trocas das diferentes instâncias educativas, de experiências e vivências entre profissionais do ensino de geografia, estudantes da graduação e da escola pública, são elementares na construção de parâmetros educacionais próximos às necessidades de compreensão que a sociedade comporta.
Seria um momento de discussão e reflexão da formação de professores e das questões estruturais concernentes à educação, sendo o público-alvo alunos, professores e estudantes da graduação em geografia. A formação dos professores se constitui numa questão central no contexto mais amplo da educação brasileira, por essa mesma razão é objeto das atuais reformas educacionais e precisa ser contemplado no âmbito dos debates acadêmicos e das entidades científicas e profissionais.

semangeo@usp.br XV_Semana_de_Geografia_da_USP.pub_.pdf Prédio de Geografia e História (Auditório Milton Santos). Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo Glória da Anunciação Alves Anverso do folder de apresentação da XV Semana de Geografia da USP , Verso do folder de apresentação da XV Semana de Geografia da USP https://semangeousp.wordpress.com Com inscrição prévia
Debate: Che Guevara, 90 Anos

Evento em homenagem aos 90 anos de nascimento de Che Guevara, com o lançamento do livro "Che Guevara e o Debate Econômico em Cuba". Participação de Luiz Bernardo Pericás, Osvaldo Coggiola e Ramón Peña Castro.

lbpericas@hotmail.com Prédio de Geografia e História (Anfiteatro de História). Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo Luiz Bernardo Pericás Sem inscrição prévia
Semana de Educação e Ciências Sociais da USP

PROGRAMAÇÃO

Seg 8.10

16h às 17h30 - Sala 106 A
OFICINA: O USO DE SIMULAÇÕES DA ONU NA EDUCAÇÃO
Com a Julia Puhl e Tuca Macêdo
https://bit.ly/2NVMKyr

18h às 19h30 - Sala 8
EDUCAÇÃO POLÍTICA E POLITICAS EDUCACIONAIS
Com Midria, Sylvia Garcia (USP) e a ABECS

Terça 9.10

18h às 19h30 - Sala 101
INTERNET, YOUTUBE E EDUCAÇÃO
Com as criadoras do Meteoro Brasil, Sabrina Fernandes (Tese Onze), Henrique Inhauser (Educomunicação - USP) e Cleriston Izidro (UFAL)

Qua 10.10

16h ás 17h30 - Sala 104 A
OFICINA: EDUCAÇÃO DIALÓGICA NA PRÁTICA
Com o Sociologia em Movimento
https://bit.ly/2QkT6E7

18h às 19h30 - Sala 107
CIÊNCIAS SOCIAIS POR QUEM A ENSINA
Com Mirtes Martins (UAM), Mariana Oliveira (Professora de ensino médio), Natália Salan (IFSP), Filipe Lima, Carolina Marcondes e Júlia Vieira (Cursinho Popular do DCE - USP) e Museu de Arqueologia e Etnologia da USP

Qui 11.10

18h às 19h30 - Sala 101
EDUCAÇÃO ALTERNATIVA E ARTE
Com Ana Carla Nunes (Casa de Brincar), Wellington Komunist, EMEF Pres. Campos Salles, Patricia Meira (Coletivo Alcova) e Midria

Mais informações e credenciamento prévio em semusp.wix.com/seducs
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O evento é organizado pelo Sociologia em Movimento, grupo de extensão da FFLCH e da FEUSP.

extensaosociais@gmail.com Prédio de Filosofia e Ciências Sociais (salas diversas). Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, Cidade Universitária, São Paulo Márcia Gobbi https://semusp.wix.com/seducs Sem inscrição prévia