Relatório Divulgações
| Title | Tipos de divulgação | Tipo | Status | Início do evento | Final do evento | Departamento | Descrição | Anexos | Auditório / Sala / Outro local | Benefícios e valores | Como se inscrever? | Docente responsável pelo evento | Final da inscrição | Horários e carga horária | Imagem | Início da inscrição | Local do evento | Página do evento | Telefone | É necessário fazer inscrição? | |
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| XXIV ECL - “O IEL DEVE CANCELAR LOBATO?” – DESCONSTRUINDO NARRATIVAS E PRESERVANDO LEGADOS *ENCONTROS COM LOBATO* *XXIV ENCONTRO* | Palestra | ENCONTROS COM LOBATO XXIV ENCONTRO 21 de março de 2024. 19H00 – 21H00 (horário de Brasília) “O IEL DEVE CANCELAR LOBATO?” – DESCONSTRUINDO NARRATIVAS E PRESERVANDO LEGADOS Canal da FFLCH/USP no YouTube https://youtube.com/live/ueXm7pswhmo CERTIFICADO PARA OUVINTES O link para assinar a lista de presença será divulgado durante o evento. Em 14 de março, quinta-feira passada, o Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (IEL-UNICAMP) realizou uma reunião pública para discutir a questão do cancelamento de Lobato. A reunião foi ensejada pela pichação/intervenção sofrida pelo pôster do escritor, exposto junto a outros no hall do pavilhão dos professores da instituição, em setembro de 2023. Dada a relevância do tema e necessidade de esclarecimentos, nesta quinta-feira (21 de março), debateremos o assunto. Na mesa, além de John Milton e Vanete Santana-Dezmann, estarão também Roberta Botelho (CEDAE-UNICAMP) e José Wellington de Souza (ObLob). Contamos com sua presença! Equipe responsável pelos Encontros com Lobato: Prof. Dr. John Milton Profa. Dra. Vanete Santana-Dezmann Taís Diniz Martins Profa. Dra. Denise Bertolucci Ana Paula Negrão Ferreira Observatório Lobato Observatório Lobato é composto por um grupo de pesquisadores e demais pessoas interessadas por Monteiro Lobato e sua obra que têm como traço distintivo o fato de não guardarem qualquer tipo de preconceito contra o autor e sua obra. Sendo assim, não partem do pressuposto de que o autor e o que ele produziu manifestem preconceito contra determinada etnia ou classe. Analisa-se antes para que, posteriormente, com base em dados e fatos, as conclusões sejam apresentadas. Até o momento, não encontramos traços de preconceito na obra do autor – possibilidade que não é excluída uma vez que, como ser humano, o autor deve ter apresentado não apenas qualidades positivas. Encontramos, porém, comprovações – em sua biografia e obra – de que muito fez para minimizar os preconceitos de sua época. Nossas análises que resultam em tais comprovações se encontram publicadas em livros e artigos que podem ser encontrados em nosso site. Aproveitamos para esclarecer que apontar na obra de Lobato seu esforço para denunciar as injustiças que foram e continuariam sendo praticadas contra as pessoas da etnia negra no Brasil e nos Estados Unidos não significa negar o racismo e o mal por ele causado, muito pelo contrário. |
jmilton@usp.br | Virtual | John Milton |
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Outro local | (11) 3714-1935 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| LLAC CONVIDA - Os benefícios da escrita criativa no desenvolvimento da escrita acadêmica | Seminário/Webinário | O LLAC convida foi uma iniciativa que começou no aniversário de 10 anos do Laboratório de Letramento Acadêmico (LLAC) da USP. A comemoração abarcou uma série de eventos e dentre eles o Webnário, da sigla em inglês "web-based seminar", ou seminário por meio da web. O LLAC convida é um Webinário, ou seja, um programa no qual algum especialista do LLAC - USP convida um participante para conversar sobre sua área de atuação, e perspectiva sobre um tema direta ou indiretamente relacionado ao letramento acadêmico. O convidado da vez é Carlos Plácido, coordenador do Laboratório de Letramento Acadêmico e Criativo (LALAEC) da UFMS. O LALAEC tem a função de auxiliar o desenvolvimento da escrita científica e acadêmica em língua inglesa. O Prof. Plácido irá abordar a escrita criativa como uma ponte útil e uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento do letramento acadêmico. |
llac_ingles.fflch@usp.br | https://www.youtube.com/live/tb-fbzMZmK0?si=ymEPrA5p-i44dP_z https://www.instagram.com/p/C4rK-qHPEUZ/?igsh=MTd6eWJybm1qcjd1bg== | Marilia Mendes Ferreira |
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Outro local | https://www.youtube.com/live/tb-fbzMZmK0?si=ymEPrA5p-i44dP_z%20https%3A//www.in… | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| ''A casa fora": poesia plurilíngue e música | Lo spettacolo è costruito intorno alla simbologia della casa come luogo di transito, non-luogo che ci dis/appartiene. La casa perennemente in costruzione che partecipa di un’incessante decostruzione: quella della nostra vicenda privata e collettiva, esistenziale e di specie; lungo le piccole storie che compongono la Storia. |
esantoro@usp.br | Sala 172 | Elisabetta Santoro |
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Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | ||||||||||||||
| Seminário "Mulher vs Gênero" | Seminário/Webinário | Não é à toa que Judith Butler nos pergunta “quem tem medo do gênero?” em sua nova obra, lançada em 2024 pela Editora Boitempo. Da década de 1980 aos anos 2000, o conceito de “gênero” passou a mediar uma série de políticas públicas e novas formas de investigação da vida em sociedade. Mais amplo do que as perspectivas anteriores focadas apenas na “mulher”, essa nova forma de olhar desigualdades produziu também novos dilemas políticos e epistêmicos tanto no meio científico quanto no campo político. A partir dos anos 2010, contudo, uma reação conservadora anti-gênero ganhou força também em todos esses espaços (inclusive no próprio feminismo). Esse é o contexto que Butler recupera em sua nova obra e que centra o debate do primeiro seminário aberto ao público organizado pelo recém-fundado Ímpar – Laboratório de Gênero, Sexualidade e Estudos Críticos da Família, vinculado ao Departamento de Sociologia da FFLCH/USP e ao CNPq e liderado pela Profª Drª Marília Moschkovich. Como parte das reflexões necessárias do mês da mulher neste ano de 2024, o debate questiona: quais as implicações políticas e teóricas de uma política feminista focada na categoria “mulher” versus uma política feminista que se estrutura pela categoria “gênero”? A convidada do dia é Amanda Palha, militante travesti vinculada à ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Mulheres Trans) de Pernambuco, que assinou a orelha da edição brasileira da obra de Butler. A mediação fica a cargo da Profª Drª Marília Moschkovich, docente do departamento de Sociologia da FFLCH/USP e coordenadora do Ímpar. O apoio à divulgação é da editora Boitempo. Para participar, é preciso realizar inscrição antecipada, pois o evento não será transmitido ao vivo. As inscrições devem ser feitas até as 13h do dia do evento, no link https://sociologia.fflch.usp.br/mulhervsgenero. O link da sala online reservada será enviado aos inscritos até 2h antes do início. Serão oferecidos certificados aos inscritos presentes, para 2h de atividade. --- O Ímpar é um laboratório de pesquisas em ciências sociais e humanidades, de abordagem transdisciplinar, do qual participam pesquisadores doutores e em nível de doutorado, além de seus respectivos orientandos, de diferentes partes e universidades do país. Idealizado e coordenado pela Profª Drª Marília Moschkovich, do departamento de Sociologia da FFLCH/USP, o laboratório celebra seu primeiro ano de vida iniciando uma série de seminários mensais online abertos ao público. Registrado no diretório de grupos de pesquisa do CNPq, o Ímpar articula pesquisas que trançam – ou transam – os temas de gênero, sexualidade e estudos críticos da família a partir de três grandes eixos: I. Família, parentalidades e conjugalidades – eixo que agrupa pesquisas que se aprofundam sobre as novas formas de convivência, casamento, afetos, poliamor, organização das famílias e grupos familiares, práticas sexuais e temas correlatos, a partir dos debates de gênero e sexualidade. II. Estado e família – eixo dedicado às relações entre Estado e família, mediados pelos estudos de gênero e sexualidade. III. Estudos críticos da família – eixo que engloba contribuições teóricas e empíricas que examinam o lugar da instituição “família” na sociedade contemporânea, sua história e origem histórico-social, sua função na estrutura e organização política, cultural, social e religiosa, e indaga sobre as possibilidades de organizações sociais que não utilizam a família como eixo central. ![]()
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mariliamoscou@usp.br | Google Meets | Profª Drª Marília Moschkovich | Outro local | https://sociologia.fflch.usp.br/mulhervsgenero | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| "A árvore da autonomia e a geografia anticolonial dos povos indígenas amazônicos" | Palestra | Aula aberta apresenta um panorama da luta dos povos indígenas na Amazônia a partir de uma perspectiva anticolonial, refletindo sobre como a ideia de autonomia vem sendo mobilizada na defesa de seus territórios e formas de vida. Fábio M. Alkmin é geógrafo e mestre pela USP e doutorando em Geografia Humana na mesma instituição. Desde uma perspectiva da Geografia Crítica, suas pesquisas abordam processos de autonomias indígenas na América Latina. É autor do livro “Por uma Geografia da Autonomia” e coorganizador do Boletim “Autonomías Hoy”, uma publicação do Grupo de Trabalho “Povos Indígenas, autonomias e direitos coletivos”, do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO). |
fabiogeo@usp.br | Flyer.pdf | Sesc Avenida Paulista | Fábio M. Alkmin | Outro local | https://www.sescsp.org.br/programacao/a-arvore-da-autonomia-e-a-geografia-antic… | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Lançamento de "Contra o Sionismo" e "Guerra Israel-Palestina e Crise Mundial" | Lançamento de Livro |
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coggiola@usp.br | Auditório Fernand Braudel | Osvaldo Coggiola | Edifício Eurípedes Simões de Paula (Geografia e História) - Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | Sem inscrição prévia | ||||||||||||||
| Proteus no paraíso | Palestra | A Cátedra Jaime Cortesão e o grupo convida todos e todas a participarem da palestra "Proteus no paraíso" do professor de Harvard Josiah Blackmore. O evento será na Cátedra Jaime Cortesão dia 21 de março às 17h. |
cjc@usp.br | Cátedra Jaime Cortesão | Profa.Dra. Vera Lucia Amaral Ferlini |
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Edifício Eurípedes Simões de Paula (Geografia e História) - Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | (11) 3091-1511 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Oficina Katakana-go: A escrita em katakana e a presença das línguas estrangeiras no japonês (2ª edição) | Seminário/Webinário | Partindo da observação em sala de aula da dificuldade de muitos alunos de nível básico (e até intermediário) ao tentar ler palavras em katakana e reconhecer seus significados, a presente oficina foi pensada em formato de aula expositiva intercalada com gincana de jogos em equipe com a finalidade de apresentar ao participante, de maneira interativa, padrões linguísticos da língua japonesa que tem origem em idiomas estrangeiros. |
oficinasdocl@usp.br | Programa de oficina - a escrita katakana 2.pdf | Sala 15 | Profª. Drª Junko Ota e profª. Liliana Y. M. Oda |
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Casa de Cultura Japonesa - Av. Prof. Lineu Prestes, 159 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | https://clinguas.fflch.usp.br/katakana-go-escrita-em-katakana-e-presenca-das-li… | Com inscrição prévia | |||||||||||
| 2ª Edição do Mini-Curso: Contraste entre as partículas “de”, e “ni”, e “e” da língua japonesa – N5/N4 do exame de proficiência em língua japonesa, JLPT | Seminário/Webinário | Voltada para quem está nos níveis iniciais do aprendizado em japonês, o intuito da oficina é treinar a compreensão semântica das partículas de localização, tirar eventuais dúvidas, e treinar a intuição para as características da língua em geral. |
oficinasdocl@usp.br | Programa de oficina - partículas da língua japonesa 2.pdf | Sala 15 | Profª. Drª Junko Ota e profª. Liliana Y. M. Oda |
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Casa de Cultura Japonesa - Av. Prof. Lineu Prestes, 159 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | https://clinguas.fflch.usp.br/2a-edicao-do-mini-curso-contraste-entre-particula… | Com inscrição prévia | |||||||||||
| Webinar MULHERES QUE TRADUZEM CLÁSSICOS NO BRASIL | Palestra | CITRAT, LeTra e GREAT Webinar (22.03.2024) MULHERES QUE TRADUZEM CLÁSSICOS NO BRASIL You tube da FFLCH: https://www.youtube.com/watch?v=9iHK-Vr9Cuc Palestrantes: Adriane da Silva Duarte, Renata Cazarini de Freitas e Maria Fernanda Gábero Resumo Resgatar nomes de mulheres que traduziram e traduzem textos da Antiguidade no Brasil é um passo fundamental para a história da tradução no nosso país. O evento “Mulheres que traduzem clássicos”, realizado em 26 de outubro de 2022 na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, resultou num dossiê na revista acadêmica “Cadernos de Letras da UFF”, publicado em dezembro de 2023. As convidadas do webinar Citrat/Letra-Tradusp, que participaram das duas iniciativas, discutem o espaço das tradutoras de grego antigo e de latim no Brasil. O foco do debate será o levantamento feito por Adriane da Silva Duarte (USP), apresentando as precursoras e sua condição de trabalho nas décadas de 1930 e 1940; as desbravadoras, primeira geração oriunda dos cursos universitários de Letras Clássicas nos anos 1950 e 1960; chegando às doutoras, que hoje se fazem cada vez mais presentes no mercado editorial. O fio de Ariadne lançado pela pesquisadora foi capturado por Maria Fernanda Gárbero (UFRRJ), que tece um panorama sensível sobre mulheres, mães, pesquisadoras, tradutoras de textos e tradições, que tiveram suas vozes silenciadas. Links do evento e da publicação: https://mulheresquetraduzem.wordpress.com/ https://periodicos.uff.br/cadernosdeletras/issue/view/2921 RENATA CAZARINI DE FREITAS é professora de latim e de literatura latina na UFF. Orienta pesquisas sobre a literatura antiga, sua recepção atual e a tradução feminista e engajada desses textos. Concebeu o evento “Mulheres que traduzem clássicos” e coeditou o dossiê com Alice Haddad (UFF) e Maria Fernanda Gárbero (UFRRJ). É uma das fundadoras do Great-USP/CNPq e ativa participante das edições bienais da Jota (Jornada de Tradução e Adaptação). É tradutora do latim para o português e pesquisadora de teatro antigo. MARIA FERNANDA GÁRBERO é escritora, tradutora e professora de Teoria da Literatura (UFRRJ). Dedica-se, há mais de duas décadas, a pesquisas sobre maternidade, silenciamento da mulher e estratégias de resistência pelas artes. É autora do livro “Madres: à memória do sangue, o legado ao revés” (NEA, 2021), da peça de teatro “Antígona Bel” (Telha, 2022) e de diversos artigos sobre tradução teatral e recepção de personagens trágicas na literatura, no cinema e no teatro. Traduziu para o português a “Trilogia trágica” (Kallaikia, 2019), de Mariana Percovich, e “A fronteira” (UFPR, 2021), de David Cureses, entre outros textos do espanhol, italiano, catalão e galego. ADRIANE DA SILVA DUARTE é professora Titular de Língua e Literatura Grega na Universidade de São Paulo e bolsista de produtividade do CNPq. É autora de “O dono da voz e a voz do dono. A parábase na comédia de Aristófanes” (2000) e “Cenas de reconhecimento na poesia grega” (2012), além de capítulos de livros e artigos acadêmicos. É tradutora de comédias de Aristófanes e do romance grego antigo. Coordena o GP Estudos sobre o Teatro Antigo. 4 anexos John Milton via groups.io John Milton via groups.io <jmilton=usp.br@groups.io> CITRAT, LeTra e GREAT Webinar (22.03.2024) MULHERES QUE TRADUZEM CLÁSSICOS NO BRASIL You tube da FFLCH: https://www.youtube.com/watch?v=9iHK-Vr9Cuc Palestrantes: Adriane da Silva Duarte, Renata Cazarini de Freitas e Maria Fernanda Gábero Resumo Resgatar nomes de mulheres que traduziram e traduzem textos da Antiguidade no Brasil é um passo fundamental para a história da tradução no nosso país. O evento “Mulheres que traduzem clássicos”, realizado em 26 de outubro de 2022 na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, resultou num dossiê na revista acadêmica “Cadernos de Letras da UFF”, publicado em dezembro de 2023. As convidadas do webinar Citrat/Letra-Tradusp, que participaram das duas iniciativas, discutem o espaço das tradutoras de grego antigo e de latim no Brasil. O foco do debate será o levantamento feito por Adriane da Silva Duarte (USP), apresentando as precursoras e sua condição de trabalho nas décadas de 1930 e 1940; as desbravadoras, primeira geração oriunda dos cursos universitários de Letras Clássicas nos anos 1950 e 1960; chegando às doutoras, que hoje se fazem cada vez mais presentes no mercado editorial. O fio de Ariadne lançado pela pesquisadora foi capturado por Maria Fernanda Gárbero (UFRRJ), que tece um panorama sensível sobre mulheres, mães, pesquisadoras, tradutoras de textos e tradições, que tiveram suas vozes silenciadas. Links do evento e da publicação: https://mulheresquetraduzem.wordpress.com/ https://periodicos.uff.br/cadernosdeletras/issue/view/2921 RENATA CAZARINI DE FREITAS é professora de latim e de literatura latina na UFF. Orienta pesquisas sobre a literatura antiga, sua recepção atual e a tradução feminista e engajada desses textos. Concebeu o evento “Mulheres que traduzem clássicos” e coeditou o dossiê com Alice Haddad (UFF) e Maria Fernanda Gárbero (UFRRJ). É uma das fundadoras do Great-USP/CNPq e ativa participante das edições bienais da Jota (Jornada de Tradução e Adaptação). É tradutora do latim para o português e pesquisadora de teatro antigo. MARIA FERNANDA GÁRBERO é escritora, tradutora e professora de Teoria da Literatura (UFRRJ). Dedica-se, há mais de duas décadas, a pesquisas sobre maternidade, silenciamento da mulher e estratégias de resistência pelas artes. É autora do livro “Madres: à memória do sangue, o legado ao revés” (NEA, 2021), da peça de teatro “Antígona Bel” (Telha, 2022) e de diversos artigos sobre tradução teatral e recepção de personagens trágicas na literatura, no cinema e no teatro. Traduziu para o português a “Trilogia trágica” (Kallaikia, 2019), de Mariana Percovich, e “A fronteira” (UFPR, 2021), de David Cureses, entre outros textos do espanhol, italiano, catalão e galego. ADRIANE DA SILVA DUARTE é professora Titular de Língua e Literatura Grega na Universidade de São Paulo e bolsista de produtividade do CNPq. É autora de “O dono da voz e a voz do dono. A parábase na comédia de Aristófanes” (2000) e “Cenas de reconhecimento na poesia grega” (2012), além de capítulos de livros e artigos acadêmicos. É tradutora de comédias de Aristófanes e do romance grego antigo. Coordena o GP Estudos sobre o Teatro Antigo. |
jmilton@usp.br | Virtual | John Milton | Outro local | (11) 3714-1935 | Sem inscrição prévia |
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