Relatório Divulgações
| Title | Tipos de divulgação | Tipo | Status | Início do evento | Final do evento | Departamento | Descrição | Anexos | Auditório / Sala / Outro local | Benefícios e valores | Como se inscrever? | Docente responsável pelo evento | Final da inscrição | Horários e carga horária | Imagem | Início da inscrição | Local do evento | Página do evento | Telefone | É necessário fazer inscrição? | |
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| Seminário Internacional Brasiliana, Brasilianas: Colecionismo; Bibliotecas; Pesquisa; Identidades Nacionais | Nos dias 08, 09 e 10 de fevereiro de 2022, a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin realiza, em parceria com outras instituições, a segunda edição do "Seminário Internacional Brasiliana, Brasilianas: colecionismo, bibliotecas, pesquisa e identidades nacionais". O evento virtual propõe uma reflexão sobre o efeito multiplicador das brasilianas em um mundo conectado e sobre as múltiplas relações que se colocam entre colecionismo, bibliotecas, pesquisa e identidades nacionais. “A ciência de colecionar”, escreve Rubens Borba de Moraes, “consiste em saber quais os livros que estão desaparecendo e em comprá-los na hora certa”. A perspectiva do autor certamente faz coro com uma plêiade de colecionadores-bibliófilos do porte de José Mindlin, Mário de Andrade, Alberto Lamego, Paulo Prado e Félix Pacheco, para citar apenas alguns nomes de nossa cepa. É bem verdade que suas experiências em nada ficariam a dever às de outros bibliófilos, cujas coleções se converteram em bibliotecas reconhecidas, o que consagrou e perenizou o nome de seus patronos no mundo dos livros. Este é o caso da Bibliothèque Mazarine, em Paris; do Warburg Institut, em Londres; ou, ainda, da Herzog August Bibliothek, em Wolfenbüttel. A essas instituições, antigas livrarias particulares que se colocam hoje a serviço de leitores e pesquisadores de todo o mundo, devem-se somar as bibliotecas nacionais, na sua origem bibliotecas reais ou principescas enriquecidas por novos acervos e aquisições que se acumularam no fio dos tempos. Notemos, portanto, que o ato de “comprar” um livro “na hora certa” adquire um sentido muito mais profundo, associado à própria ideia de patrimônio bibliográfico ou tesouro nacional. Noção que parece sucumbir à própria rotina das bibliotecas, empenhadas como estão em atender às exigências do público, as quais vão muito além ou aquém do ato da leitura e da pesquisa. Afinal de contas, como manter viva essa estranha “ciência de colecionar” diante de uma revolução informacional em curso, que coloca em xeque as funções dos antigos suportes e lugares da leitura? E se todos os livros do mundo pudessem ser acessados na tela de um computador, qual seria o sentido das bibliotecas? Na contramão daqueles que se colocam essas questões, cumpre observar que as universidades europeias têm investido pesadamente na construção ou ampliação de suas bibliotecas. Bibliotecas municipais e estaduais, tanto em países europeus quanto nos Estados Unidos, seguiram o mesmo movimento de ampliação, modernização e popularização de seus serviços. Por outro lado, a relação biblioteca-museu ou biblioteca-centro cultural se tornou uma realidade, talvez uma via menos catastrófica para se enfrentar o futuro. Mas, sabemos que essas alternativas tocam apenas parcialmente as bibliotecas patrimoniais, destinadas à pesquisa. Por esse motivo cabe uma reflexão detida e plural sobre o sentido da relação que se estabelece, não raro como uma cicatriz de origem, entre colecionismo, biblioteca e pesquisa. As coleções especializadas originam-se num repertório selecionado pelo colecionador, com base em suas predileções pessoais, mas também de uma ciência e, como temos assumido, da noção de patrimônio ou bem cultural. Constituem exemplo de um corpus bibliográfico refletido, que atende à visão de mundo do bibliófilo tanto quanto a uma ideia de tesouro nacional, como é o caso das coleções brasilianas. O efeito multiplicador do termo Brasiliana se revela, nesse sentido, não apenas pelos traços distintivos que um colecionador impõe à sua coleção, mas também pelas diferentes formas de apropriação e de institucionalização do acervo. Rubens Borba de Moraes, cuja coleção brasiliana integra o acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM), definiu um conceito estrito de coleção Brasiliana, que seria formada por “livros sobre o Brasil – no todo ou em parte, impressos ou gravados desde o século XVI até o final do século XIX (1900 inclusive), e os livros de autores brasileiros impressos ou gravados no estrangeiro até 1808”. De maneira complementar, criou também o conceito de coleção Brasiliense, que seriam “livros impressos no Brasil, de 1808 até nossos dias, que tenham valor bibliofílico: edições da tipografia régia, primeiras edições por unidades federativas, edições príncipes, primitivas ou originais e edições em vida – literárias, técnicas e científicas; edições fora de mercado, produzidas por subscrição; edições de artista”. Ao redor e mais além desses livros, o casal Guita e José Mindlin também organizou uma importante e variada coleção de livros correntes – isto é, livros que não têm elementos claramente “bibliofílicos” – sobre o Brasil que extrapolavam livremente os marcos cronológicos postos por Rubens Borba de Moraes. O exemplo da Brasiliana de Guita e José Mindlin serve para ilustrar tendências mais recentes de ampliação do conceito de Brasiliana. Ele pode designar não só livros de alguma maneira raros e especiais, mas qualquer coleção relevante que registre e permita compreender o Brasil em seus mais variados aspectos. Essa tendência se verifica sobretudo nas experiências de organização de acervos digitais, que permitem preservar, difundir e ampliar o acesso a coleções que documentam e pensam o Brasil. Dentre essas experiências, destacam-se as bibliotecas digitais da BBM e da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, além dos portais Brasiliana Iconográfica e Brasiliana Fotográfica, que reúnem obras de várias instituições. Seguindo critérios mais ou menos abrangentes, há dezenas de coleções de Brasiliana espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. Nesse contexto, de um colecionismo ampliado por via digital, mas que mantém um perfil marcado por um recorte nacional, cabe indagar, contudo, como tais coleções podem responder à demanda de pesquisadores que conectam espaços que transcendem territórios nacionais e visam temáticas que ultrapassam aquelas ligadas à construção da identidade e da memória nacional. Se a globalização antecedeu o Brasil e ainda resiste a que o país afirme a sua soberania e a sua identidade nacional, como situar, hoje, coleções de Brasiliana concebidas no modernismo de ‘22? A segunda edição do Seminário Internacional “Brasiliana, Brasilianas” propõe uma reflexão sobre as múltiplas relações que se colocam entre colecionismo, bibliotecas, pesquisa e identidades nacionais. Afinal, hoje é possível admitir, com certa clareza, que são tantas as brasilianas quantas as identidades que se lhe acomodam. Mas, nesse universo múltiplo, cabe perguntar: qual o lugar da leitura e da pesquisa? A noção de identidade, patrimônio ou tesouro nacional pode ainda mobilizar novas políticas de aquisições e usos das bibliotecas? Antes mesmo que se pergunte para que servem as coleções e as bibliotecas, resposta que Rubens Borba de Moraes trazia de cor, inspirado em um poeta, o seminário busca reunir esforços para refletir sobre o efeito multiplicador das brasilianas em um mundo conectado. |
bbm@usp.br | BrasilianaBrasilianas_cartaz_e_programa_versão_corrigida.pdf | Evento online - Cana da BBM no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UC4wTnSCEZxg9Q63uOjYGw6g) | Prof. Dr. Carlos Alberto de Moura Ribeiro Zeron e Profa. Dra. Iris Kantor (ambos do Departamento de História - FFLCH-USP) | |
Outro local | https://www.bbm.usp.br/pt-br/outros-eventos/brasiliana-brasilianas/ | (11) 3091-1154 | Sem inscrição prévia | |||||||||||
| Introdução: ULYSSES, de James Joyce | A palestra introdutória, que será proferida pela Profa. Dra. Munira H. Mutran (USP) visa apresentar o romance de James Joyce para auxiliar aos candidatos interessados em participar do concurso de arte ULYSSES@100 pelos olhos brasileiros. Nos dias 9 e 10 de fevereiro se realizará a leitura do Capítulo 7, designado pela Embaixada da Irlanda à USP para a realização de um mural comemorativo. Participam 18 instituições brasileiras. Inscrições por email: cátedra catedrawbyeats@gmail.com |
catedrawbyeats@gmail.com | ONLINE - Ver página do evento | LAURA PATRICIA ZUNTINI DE IZARRA |
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Outro local | https://catedrawbyeats.fflch.usp.br/ulysses100-pelos-olhos-brasileiros | (11) 3091-5041 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Bloody Sunday. 50 anos | A palestra será transmitida pelo youtube: https://www.youtube.com/watch?v=o0Asq_nuBl0 |
catedrawbyeats@gmail.com | ONLINE - Ver página do evento | LAURA PATRICIA ZUNTINI DE IZARRA |
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Outro local | https://catedrawbyeats.fflch.usp.br/ | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| LEA: “Politics and Society in Russia” | O Laboratório de Estudos da Ásia (LEA) do Dept. de História da USP convida para a palestra online de lançamento do livro: |
laboratoriodeestudosdaasia@usp.br | Evento online via Google Meet | Angelo Segrillo | Outro local | Sem inscrição prévia | |||||||||||||||
| Lançamento E-Book: Cartas e impressões de leitura: literatura japonesa I. | Sinopse |
flo@usp.br | http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/734 | Profa. Dra. Lica Hashimoto | Outro local | http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/734 | (11) 3091-5020 | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| Os Arquivos públicos brasileiros e a Soberania digital | A mesa redonda contará com a participação dos professores doutores: Ana Maria de Almeida Camargo (USP), Beatriz Kushnir (Unirio-Anpuh), Jose Reinaldo Lima Lopes (FD-USP) e Renato Pinto Venâncio (UFMG). |
flh@usp.br | Evento online | Iris Kantor |
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Edifício Eurípedes Simões de Paula (Geografia e História) - Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo-SP | https://www.youtube.com/c/historiauspcanaloficial | (11) 3091-0308 | Sem inscrição prévia | ||||||||||||
| Webcineclube "Nós que aqui estamos por vós esperamos", um debate sobre Cinema e Memória Nacional | Webcineclube de dezembro do Projeto Cinegri. No último evento do ano, vamos enaltecer o cinema e a memória brasileira com um debate a partir do importante filme "Nós que aqui estamos por vós esperamos" (1999) do diretor Marcelo Masagão. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ahQzx79jUso |
projetocinegri@gmail.com | Reunião no Google Meet com transmissão na página do Facebook do projeto | Prof. Dr. Rafael Duarte Villa |
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Outro local | https://pt-br.facebook.com/ProjetoCineGRI/ | Com inscrição prévia | |||||||||||||
| II SEgLLI (Seminário de Egressos do PPG Língua, Literatura e Cultura Italianas) | Conheça o canal Pós-Graduação Italiano USP Oficial: https://www.youtube.com/channel/UC0PRBf8D3ndUh-hC4rUOK0Q. Na segunda edição do Seminário de Egressos do Programa de Pós-Graduação em Língua, Literatura e Cultura Italianas teremos as seguintes apresentações: Adriana Mendes Porcellato A COMPETÊNCIA (META)PRAGMÁTICA EM ITALIANO L2/LE: DA ANÁLISE DO ATO DE FALA DO PEDIDO EM LIVROS DIDÁTICOS À ELABORAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO DE PROPOSTAS PARA O ENSINO Adroaldo José Frantz ITALO SVEVO: O TRATAMENTO DO TEMPO NOS TEXTOS NARRADOS POR ZENO Cosimo Bartolini Salimbeni Vivai MEMÓRIAS DE MERCADORES NA FLORENÇA COMUNAL DO SÉCULO XIV: OS LIVROS DE FAMÍLIA E AS "RICORDANZE" DE LEONARDO DI BARTOLINO SALIMBENI |
monitoria.pos.italiano@gmail.com | 1_Cartaz-convite II SEgLLI.pdf , 2_Cartaz-convite II SEgLLI.pdf | https://youtu.be/gNOfNgEhq40 | Profas. Fernanda Ortale e Angela Zucchi |
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Outro local | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| Seminário Final - 50 anos do PPGH | A cooperação internacional, marca do universalismo que caracteriza a ciência, está inscrita desde a origem de nossa Faculdade, assim como da Universidade da qual ela constitui um dos pilares. Esta cooperação é também uma das bases principais do Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana (PPGH/FFLCH/USP). A chegada de Pierre Deffontaines juntamente coma missão francesa, composta ainda por intelectuais como Roger Bastide, Fernand Braudel, Claude Lévi-Strauss, entre outros, marca a fundação da cadeira de Geografia em 1934, mesmo ano da fundação da Universidade de São Paulo e de sua Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. A presença e o importante trabalho de Pierre Monbeig, vindo em 1935 para a USP, somou-se aos primeiros nomes da missão francesa, que não somente ajudaram a consolidar o curso de Geografia, como também foram responsáveis pela formação da pós-graduação em Geografia em território brasileiro. A primeira tese de doutorado, de autoria de Maria Conceição Vicente de Carvalho, foi defendida no ano de 1944, completando, portanto, 78 anos em 2021. Ao longo dos anos, foram se originando e definindo-se grandes núcleos de concentração entre os estudos das dinâmicas da sociedade e da natureza, culminando, em 1971, na institucionalização de dois programas de pós-graduação distintos: o de Geografia Humana e o de Geografia Física. Foi a partir do trabalho dedicado desses pioneiros, e de muitos outros homens e mulheres, que se construíram as bases para a consolidação do PPGH/FFLCH/USP, que neste ano de 2021 completa o seu cinquentenário, marcado por uma história de engajamento acadêmico, promoção da ciência e do conhecimento e de profundo comprometimento com a sociedade paulista e brasileira. |
fbcontel@usp.br | Link para participação: https://www.youtube.com/c/PPGHUSP | Manoel Fernandes | Outro local | https://ppgh.fflch.usp.br/celebracao-50-anos-do-ppgh-1971-2021 | (11) 3091-3749 | Sem inscrição prévia | |||||||||||||
| III Jornada Monteiro Lobato | CONVITE Na próxima segunda-feira, 06 de dezembro, tem início a III JORNADA MONTEIRO LOBATO, promovida pela FFLCH-USP, neste ano, com o apoio da Universidade de Taubaté (UNITAU). A Jornada se estende até a quinta-feira, 09 de dezembro. A inscrição < https://www.even3.com.br/jml2021 > só é necessária para quem deseja receber o certificado. Dia 06/12 – segunda-feira: https://youtu.be/ocBRePZXAC8 Ø Palestra de abertura: Literatura infantil e juvenil brasileira traduzida para o alemão – uma visão geral / Brasilianische Kinder-und-Jugendliteratur in Deutscher Übersetzung - ein Überblick Ø Apresentação: grupo de pesquisa, trabalho e estudo “Observatório Lobato” Dia 07/12 – terça-feira: https://youtu.be/-zsNKupcqbs Ø Leitura: Reinações de Narizinho - português e alemão Ø Mesa-redonda 1: Lobato para o mundo – obra infantil Profa. Dra. Andréa da Silva Rosa (UFSC/UNIP), Esp. Queila Érica Taligliatti dde Souza (UFJF), Prof. Dr. Marcel Veljmelka (JGU), Dra. Marina Darmaros (USP) e Profa. Dra. Vanete Santana-Dezmann (JGU) Ø Mesa-redonda 2: Lobato para o mundo – obra adulta Dia 8/12 – quarta-feira: https://youtu.be/0gLHn9FQ9Po Ø Palestra 1: Lobato e suas contribuições para a nacionalidade da literatura (usp) Ø Palestra 2: Máscaras e disfarces: cartas de crianças e jovens a Emília e Dona Benta Ø Palestra 3: As impressões de Lobato na "América" Ø Palestra 4: Lobato: comunista? Stalinista? Trotskista? Aristocrata? – Fábulas e Histórias de Tia Nastácia Dia 9/12 – quinta-feira: https://youtu.be/9fneKDyokdQ Ø Mesa-redonda 3: Monteiro Lobato e a gênese do Saci Ø Palestra de encerramento: Políticas públicas e relações raciais Comissão organizadora da Jornada Monteiro Lobato 2021 Apoio: |
MLmovimento@protonmail.com | Virtual | John Milton |
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Outro local | https://www.even3.com.br/jml2021 | Com inscrição prévia |
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