Relatório Divulgações

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Seminário virtual: Covid-19 in global perspective: partisan divides, political marginalization and federalism in the U.S. case

O Departamento de Ciência Política está promovendo uma série de seminários online sobre COVID-19.
Na próxima terça-feira, 7 de abril, às 17h30, o professor Ed Gomez, da Lehigh University, dirigirá o tema "Covid-19 in global perspective: partisan divides, political marginalization and federalism in the U.S. case".

O link para assistir ao seminário é: https://zoom.us/j/788260678

ppg.cp@usp.br O seminário será transmitido pelo link: https://zoom.us/j/788260678 Lorena Barberia Outro local http://dcp.fflch.usp.br/dcp/ (11) 3091-3754 Sem inscrição prévia
"Covid-19 in Global Perspective: Partisan Divides, Political Marginalization, and Federalism in the U.S. case"

Seminários Online e a Distancia sobre Covid-19

lorena.barberia@gmail.com on line - Google Meets (obs: o link será divulgado, na véspera, na página do Departamento de Ciência Política - dcp.fflch.usp.br Profa. Lorena Barberia Outro local http://dcp.fflch.usp.br/dcp/ (11) 3091-0348 Sem inscrição prévia
Chamada temática da revista Criação e Crítica: escritas de autoria feminina

As escritas de autoria feminina constituem vias que não se bifurcam em binarismos e dicotomias, mas oferecem horizontalidade e pluralidade nas abordagens do texto — seja ele visual, escrito, oral, sonoro. Ao revelar histórias abafadas, ignoradas ou contestadas, elas contribuem para a criação de estudos transversais à historiografia literária canônica que tem sido tecida, por tanto tempo, pelos homens brancos. Se, anteriormente, a subversão da crítica literária se pautava apenas na tentativa de desconstrução do cânone, hoje pauta-se em sua diversificação. Assim, vemos, na atualidade, movimentos de incentivo à leitura de escritoras tanto das grandes metrópoles quanto das muitas e possíveis periferias do planeta. Virginia Woolf considerava que as mulheres necessitavam ter um teto todo seu e alguma renda para poder escrever; Gloria Anzaldúa contesta essa visão de um feminismo burguês no texto "Falando em línguas: carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo", afirmando que é preciso escrever mesmo sem ter as condições materiais de fazê-lo. "Esqueça o quarto só para si — escreva na cozinha, tranque-se no banheiro. Escreva no ônibus ou na fila da previdência social, no trabalho ou durante as refeições, entre o dormir e o acordar. Eu escrevo sentada no vaso". A partir da problematização dos gêneros com Judith Butler, dos debates em torno do gênero como performance, os estudos da pluralidade do ser-mulher alcançam maior diversidade. Se as mulheres foram observadas, historicamente, numa perspectiva essencialista, afirma-se hoje sua resistência à opressão estrutural do patriarcado dentro de uma visão plural e diversa, na medida em que o feminino se constrói em intersecção com outras vivências sociais. Torna-se incabível a tentativa de fundir tantas vozes e lutas em um discurso único e homogêneo, capaz de representar universalmente a existência das muitas mulheres. Acompanhando essa trajetória de transformações do pensamento feminista nas últimas décadas, buscamos falar sobre espaços, falas e vozes diversas, a partir de escritas presentes e passadas. A questão em aberto gira em torno do pedido de Rosario Castellanos, de que deve haver “otro modo de ser humano y libre /otro modo de ser".

Temáticas:

- Feminismos plurais e interseccionalidade;
- Feminismo negro e feminismo decolonial;
- Transfeminismo;
- Autorrepresentação na literatura escrita por mulheres;
- Poesia e slams;
- Tradições literárias orais;
- A linguagem do corpo;
- Literatura e resistência;
-Literatura e trauma: estupro, abuso sexual, feminicídio, prostituição.

As contribuições devem ser enviadas através do site, de acordo com as normas da revista, até o dia 30 de junho de 2020.
A revista aceita artigos em português, francês, espanhol e inglês.
http://www.revistas.usp.br/criacaoecritica.

criacaoecritica@gmail.com Revista Criação e Crítica Eurídice Figueiredo Outro local https://www.revistas.usp.br/criacaoecritica/announcement/view/859 Sem inscrição prévia
Uma biblioteca que não se cala

Um firme posicionamento contra qualquer tipo de censura que vise a interditar a liberdade de expressão. Assim pode ser definida a exposição que a Biblioteca Florestan Fernandes, da FFLCH/USP, inaugura no dia 12. Idealizada no escopo da campanha “Bibliotecas que não se calam”, promovida pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas de Informação e Instituições (Febab), a exposição é também uma resposta à lista de 43 livros classificados como inadequados a crianças e adolescentes pela Secretaria da Educação de Rondônia. Na lista, que circulou intensamente nas redes sociais no início de fevereiro e mais tarde foi rejeitada pelo governo rondoniense, embora dela constasse a logomarca da Secretaria da Educação e o nome do titular da pasta, havia uma determinação expressa de recolhimento de todos os livros de Rubem Alves das bibliotecas da rede estadual de ensino.
Das 26 obras que ficarão expostas na Biblioteca Florestan Fernandes, até 31 de março, 21 aparecem na lista rondoniense. Entre os livros “inapropriados” estão clássicos como Memórias póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis), Os sertões (Euclides da Cunha) e Macunaíma, o herói sem nenhum caráter (Mário de Andrade), mas também autores contemporâneos. Entre eles, Rubem Fonseca, que aparece na lista com 19 obras, das quais 13 integram a exposição. Será apresentada também a lista de 11 livros vetados pelo Governo Dória para o programa de remissão de pena de presos paulistas. Fazem parte dessa relação títulos como Crônica de uma morte anunciada (Gabriel García Márquez) e O estrangeiro (Albert Camus), que integram a exposição da Biblioteca Florestan Fernandes.
Em artigo publicado na Folha de S.Paulo (https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2020/02/balao-de-ensaio.shtml?ori…), os professores Maria Arminda do Nascimento Arruda e Paulo Martins, respectivamente diretora e vice-diretor da FFLCH, dizem que é preciso se posicionar contra ações como as dos governos de Rondônia e de São Paulo, expondo a sua impertinência, o seu equívoco e o seu perigo, como forma de impedir a naturalização da censura e proteger a democracia. Para eles, a rubrica da “inadequação” parece estar alinhada, ao mesmo tempo, à pauta conservadora de costumes e ao projeto de educação anódina, acrítica e descola da realidade proposta pelo governo federal. Essa perspectiva exige das universidades, das bibliotecas, da imprensa livre e de toda sociedade civil organizada a defesa intransigente do Estado laico, democrático e republicano, mesmo a contragosto de forças obscurantistas que teimam em agredir a República.

satfflch@usp.br Espaço de exposição - térreo Adriana Cybele Ferrari Biblioteca Florestan Fernandes - Av. Prof. Lineu Prestes, travessa 12, 350 - Cidade Universitária - São Paulo-SP http://biblioteca.fflch.usp.br/ (11) 3091-4984 Sem inscrição prévia
Oficina de Sociologia Econômica e do Trabalho (OSET)

Oficina de Sociologia Econômica e do Trabalho (OSET) do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP.

dseventos@usp.br Sala 1041 - Prédio de Filosofia e Ciências Sociais Profa. Nadya Araujo Guimarães Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP Sem inscrição prévia
Curso: Compreensão e produção oral em francês em contexto II

Público Alvo:
O curso pode ser de grande valia para um público diverso, que abrange desde os graduandos em Letras-francês, graduandos de outras áreas, até pessoas que não têm contato com o mundo acadêmico mas desejam iniciar seus estudos de francês.

Pré-Requisito:
Pré-requisito: nível 4 completo. DELF A2. Graduação em francês: precisa ter cursado Francês 3.

Não é preciso ter cursado o nível I.

Objetivo:
Desenvolver habilidades comunicativas em e sobre a língua francesa, que possibilitem a aquisição de estruturas linguísticas, discursivas e do léxico utilizados em situações comunicativas variadas. Dando ênfase, sobretudo, à produção e compreensão oral a partir de gêneros multimodais.
Programa:
- Estratégias de aprendizado de uma língua estrangeira;
- Estratégias de compreensão e produção oral;
- Revisão de aspectos linguísticos em função das dificuldades dos alunos, como: passé composé, imparfait, plus-que-parfait, futur simple, présent, sistema de pronomes;
- Prática da fonética e pronúncia em francês.

agenda@usp.br Sala 208 Eliane Gouvêa Lousada Edifício Prof. Antonio Candido (Letras) - Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 - Cidade Universitária - São Paulo-SP http://sce.fflch.usp.br/node/3489 (11) 3091-4695 Com inscrição prévia
Contribuição das línguas africanas na constituição das línguas gerais

Quando: 2ª-feira, 9/3/20, 14:00
Onde: IEA, prédio onde era a reitoria (próximo à Brasiliana)

Quem:

Laísa Tossin

Professora Substituta no Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução da Universidade de Brasília (UnB). Doutora em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), dedica-se ao estudo do período colonial no Brasil e no Caribe, em especial, ao estudo das ideias linguísticas geradas, nos séculos XVI e XVII, pelas descrições das línguas indígenas americanas elaboradas por missionários. Atualmente é Pesquisadora-residente na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (USP), contemplada em sua 5a. edição com o projeto “Aba-nhehen, a língua boa das gentes do Brasil. Contribuições das línguas africanas na constituição das línguas gerais.”, que investiga a história das descrições linguísticas do Tupi Antigo, do Guarani e do Quimbundo, comparando-as e traçando relações históricas entre elas e os ambientes histórico-sociais em que se produziram tais descrições.

Resumo:

A costa brasileira, de norte a sul, estava repleta de portugueses, índios da terra e negros da Guiné, que viviam nas freguesias e trabalhavam nos engenhos e nas lavouras, segundo informações do próprio Anchieta. a geografia do negro sobrepunha-se simultaneamente à do português e à do aldeamento indígena missionário, onde habitavam indígenas e jesuítas. Onde havia portugueses, havia também indígenas e escravizados africanos. Nesta palestra, argumenta-se que a geografia da nomeação étnica é pautada por um critério estritamente político: a delimitação territorial das concessões portuguesas acabou praticamente por projetar-se no discurso científico, traduzindo-se como a delimitação entre “famílias linguísticas” que partilhassem semelhanças lexicais. Examinaremos a convivência multiétnica e multilíngue favorecida pelos aldeamentos jesuítas e a escravidão simultânea de negros e indígenas nos engenhos e nas lavouras. Analisando o tupi descrito por Anchieta, uma nova abordagem será apresentada, segundo a qual, o relacionamento histórico entre negros e indígenas deixou fortes marcas linguísticas da língua de Angola e no tupi.

napbrasilafrica@usp.br Palestra LAISA-sala.pdf Auditório Alfredo Bosi; IEA-USP; Prédio da Antiga Reitoria (ao lado da Brasiliana) Paulo D. E. Farah Palestra Laísa Tossin Outro local http://www.brasilafrica.fflch.usp.br/node/465 Sem inscrição prévia
Estudos Nikkeis

Conferência e reunião de pesquisa sobre temática Nikkei.

cejap@usp.br Auditorio Kensuke Tamai Leiko Matsubara Morales e Lica Hashimoto , Casa de Cultura Japonesa - Av. Prof. Lineu Prestes, 159 - Cidade Universitária - São Paulo-SP https://sites.usp.br/ppgllcj/5-3-das-1930-as-2130-palestra-do-prof-hiroki-okada/ (11) 3091-2426 Sem inscrição prévia
Debate de lançamento "Guerra Fria e Brasil: para a agenda de integração do negro na sociedade de classes"

A Alameda Editorial convida para o debate de lançamento do livro "Guerra Fria e Brasil: para a agenda de integração do negro na sociedade de classes", de Elizabeth Cancelli, Gustavo Mesquita e Wanderson Chaves. O debate contará com a participação dos autores do livro e dos professores do FGV CPDOC João Maia, Marco Vanucchi e Américo Freire.
O evento é uma realização conjunta do Departamento de História da FFLCH USP e dos Laboratórios de Pensamento Social, de Estudos Políticos e de Estudos sobre Instituições do CPDOC, e ocorrerá às 14h do dia 11 de março, no Auditório 1014 da FGV, Praia de Botafogo, 190, Rio de Janeiro.

Faça sua inscrição prévia: https://www18.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=5176&P_IDIOMA=0

faleconosco.cpdoc@fgv.br FGV CPDOC Praia de Botafogo, 190, Auditório 1014, Rio de Janeiro Elizabeth Cancelli Convite Outro local https://cpdoc.fgv.br (21) 3799-5676 Com inscrição prévia
Minicurso e Congresso em Linguística Africana

Os professores Gerrit Dimmendaal, do Instituto de Estudos Africanos e Egiptologia da Universidade de Colônia, e Nico Nassenstein, do Instituto de Etnologia e Estudos Africanos da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz, participarão de um minicurso e um congresso promovidos pelo Departamento de Linguística. Os palestrantes tratarão de diversas temáticas relacionadas à linguística antropológica, como a polidez, o humor e gírias urbanas na África.

cobbinah@usp.br Sala 08 Alexander Yao Cobbinah Cartaz do evento Edifício de Filosofia e Ciências Sociais - Av. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária - São Paulo-SP http://linguistica.fflch.usp.br/node/163 Sem inscrição prévia